Badboy of' Mine - Capítulo 40

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- True Romance

Eu sou forte, o amor é cruel. É uma versão da perversão Que é apenas para pessoas sortudas. Você sabe que eu sou doente. Então me atinja como um homem e me ame como uma mulher. -Hit me like a man/ The pretty reckless

Zayn Malik P.O.V's
jh
Quando as costas de SeuNome bateram com tudo no pilar duro do corredor assim que a joguei na pequena mesa de canto, ouvi seu gemido oscilar entre dor e desejo. Suas mãos se apoiaram em minha nuca a apertando com força, meus braços a aprisionavam enquanto o calor insuportável só crescia. Ela não escaparia. Eu a pressionava com meu corpo no pilar e sabia que suas costas deviam estar doendo como um inferno a cada movimento, mas ambos sabíamos que não podíamos parar. Seus lábios cobriam os meus urgentemente, parecia que tomava um gole da minha alma. Vulgar, fugaz e desesperadamente ela me tomava cada vez mais. Minhas mãos deslizavam embaixo de sua roupa com certa dificuldade e ela apertava as coxas em volta do meu quadril, me fazendo gemer aleatoriamente. Quando nos faltava ar lá ia minha boca explorar toda a extensão de seu queixo, chupando seu pescoço e mordendo sua orelha, sua respiração descompassada me incentivava, e logo eu a sufocava mais uma vez com meu beijo, apertando suas coxas nuas. Desde que deixamos a mansão de Bresley parecemos ser tomados por uma adrenalina insana que de alguma maneira rapidamente se transformou em excitação. Uma excitação extrema. Pegamos a estrada e dirigi até o motel em que nos encontrávamos, depois de abandonar aqueles fios irritantes de escuta e rastreador no banco de trás. Foi quase impossível tirar as mãos dela um segundo sequer durante o percurso, subimos para o segundo andar e uma provocação mínima de sua parte foi o suficiente para que eu a empurrasse naquele mesa improvisada no canto do corredor. A iluminação baixa era numa cor quente e um tanto escura que pairava sobre o corredor imenso numa única lâmpada, e que agora refletia em seus olhos projetando faíscas quase no mesmo tom opaco, e que pegavam fogo. Ofegante e inebriado com seu cheiro e toque, me afastei um centímetro, suas pernas levemente se afrouxaram mas continuavam em volta da minha cintura, SeuNome rebolou sobre a mesa na tentativa de achar uma posição mais confortável. Porra. O vestido que uma vez eu adorei ao comprar agora me causava um ódio extremo por cobrir sua pele, mesmo que eu já o tivesse rasgado o comprimento no carro mesmo e tivesse a visão de suas pernas. O tomara que caia apertado abaixo dos meus olhos era capaz de acabar com qualquer pensamento racional que eu tivesse, principalmente com seus peitos subindo e descendo sem parar. O penteado de antes já não existia mais, seu cabelo desordenado e cheio juntamente com a maneira como ela se mexia ali davam-lhe um ar felino. A garota a minha frente parecia uma bagunça total. Mordi fortemente meus lábios, fazendo-os sangrarem de tanta força. O tesão era tanto que comecei a suar ainda mais. A comi com os olhos. E essa foi a hora em que ela me puxou para si com a perna.

Eu: Quer mesmo fazer isso agora? -sussurrei ao seu pé do ouvido. -Assim que estiver pronta...-minha voz saiu falhada. -Até porque não dá pra fazer sozinho. -seu olhar era aberto e ardente, havia um leve brilho de transpiração em seu rosto. -Na verdade até dá pra fazer sozinho, mas não é tão legal...
SeuNome: Malik! Cala a boca. -ri de sua leve irritação e a beijei mais uma incontável vez. Ah, como eu gosto quando ela me chama assim. Já estava até com saudade.
Eu: Adoro quando usa sobrenomes. -algumas pessoas passavam por ali de vez em quando, mas eu não dava a mínima, e no estado em que a SeuNome estava, acredito que ela também não. Eu sei que estávamos a alguns metros de distancia do quarto e ficar de agarramento ali no corredor não era muito educado, mas aquilo ali era um motel de beira de estrada. O lugar menos moralista que se pode imaginar. E é claro que eu estava pouco me fodendo para o certo ou errado.
SeuNome: Vamos para o quarto. -murmurou.
Eu: Uma garota decidida! -ri.
XX: Aquele Alfa Romeo Brera lá fora é seu? -uma voz masculina do outro lado do corredor misturada a barulho de garrafas e risos soou um pouco mais alta do que eu gostaria. -Ei otário, tô falando com você! -a voz se aproximou e eu me virei, desviando a atenção da ideia de colocar SeuNome no chão. O imbecil usava uma farda policial e tinha a voz arrastada. Tive a necessidade de piscar umas duas vezes para enxergar melhor diante do estado anestesiado por beijos em que estava, e também pela luz precária. -Porra, você vai responder ou tá querendo problema?

Eu já havia vindo aqui festejar com uns amigos a um tempo -afinal no primeiro andar tinha uma espécie de salão com bar onde os pervertidos iam com suas putas- e sabia que sempre haviam um grupo de policiais liderados por Hussain, um policial tão corrupto quanto se possa imaginar. Esse lugar sempre esteve cheio deles. Nunca tivemos contato nenhum, eu só ouvi falar. Pelo que sabia ele não era de nada, mas, achava que sim.

Eu: Sai caralho, não vê que estou ocupado?
Policial: Você é muito cara de pau pivetinho, olha os modos com autoridade. -falou com a voz de completamente bêbado e eu dei risada. -Está rindo?
Eu: Eu não. -ri mais um pouco e percebi que SeuNome desceu da mesa e evitou encara-lo.
Policia: Vai responder o caralho da pergunta?
Eu: Imagina, como você mesmo disse, eu sou um pivete. E onde uma pivete arrumaria dinheiro o suficiente para ter um carro de luxo? -respondi com um sorriso sacana no rosto. Porra, como eu amava jogos de provocação. -Acho que o "senhor" se enganou. Agora dá pra calar essa boca?
Policia: Olhe os modos garoto, olhe os modos. -revirei os olhos bem claramente para que ele visse. -E essa vadia aí? Fica aí em publico com ela...ta comendo bem, to vendo.
Eu: Com certeza, melhor do que você poderia imaginar. Não pode mais? Ou quer assistir? Ou quer que eu te mostre algo que vai fazer você se arrepender? -coloquei minha mão dentro do bolso mostrando a ponta do cabo da minha arma.

Sabe aqueles breves momentos em que seu cérebro pifa? Pois é, foi isso que aconteceu comigo. Eu falei antes de pensar. Ele me olhou com a maior cara de descaso do mundo e riu alto. Riu de mim. Se eu tava emprenhado em fazê-lo calar a boca e se arrepender? MUITO!

Policial: Ei, seu cafetão é sempre assim? Porque se for, você bem que poderia seguir o exemplo e me mostrar algumas coisas também... -SeuNome fez uma cara de cu e eu comecei a gargalhar, o que, provavelmente a deixou mais irritada ainda. E foi nesse exato momento que ela deu um belo tapa na cara do policial. E não, isso não tirou o sorriso da cara dele. -Mulher difícil tem até em Vegas! -gritou alto para quem quisesse ouvir, embora o corredor estivesse praticamente deserto. -Meu deus do céu!

Alguns caras que passavam distantemente de nós deram risada e eu continuei gargalhando. A SeuNome já tinha me olhado feio também e saído rapidamente andando.

Eu: Agora cai fora antes que eu tenha que te quebrar os dentes, ok? -questionei em tom cansado. Ele tombou levemente mais para frente.
Policial: Ah é? -riu. -Sabe de uma coisa? Você está preso otário, o que fez é desacato a autoridade! -puxou uma algema de seu bolso, assim como uma arma.
- Não! -SeuNome apareceu novamente ao meu lado correndo e se enfiando no meio de nós, me empurrando para que não fizesse nenhuma besteira ou fosse preso. Ah tá que esse merdinha que mal se aguentava de pé ia conseguir prender alguém. Ele tentou levantar a mão pra ela e fui mais rápido com um soco em sua direção. O policial tentou devolver o ataque mas seu desequilíbrio embriagado o fez errar. Então me puxou para perto segurando minha gola da camisa e dei risada em sua cara, ele me empurrou pra longe com toda sua força provavelmente se preparando para me bater. Esse cara ia apanhar muito, ia se arrepender de ter nascido. Quando eu ia ataca-lo, SeuNome usou um vaso da decoração do corredor para derruba-lo de vez. Ele caiu no chão, mas não desmaiou.
SeuNome: Chega! -falou percebendo que eu não ia deixar por isso. Comecei a piscar repetitivamente, estava nervoso pra caralho. O suor escorria pelo meu rosto e meu coração batia forte e rápido. Fechei minhas mãos também suadas, e apertei o mais forte que podia. Respirei fundo, e fiz uma coisa que eu nunca tinha feito em toda a minha vida, me acalmei.
Eu: Tudo bem.
SeuNome: Me ajuda. -se aproximou dele que tentava se levantar sem sucesso. Mais essa agora, não dá pra ter uma noite de paz nessa cidade de merda! É encrenca para tudo que é lado. Já chega pra mim. Eu estou cansado, quero foder!

Nos minutos que se passaram, arrastamos o policial Hussain até um pequeno depósito no final do corredor e SeuNome pegou uma das duas algemas que ele tinha para prende-lo na pequena estante cheia de produtos de limpeza que tinha ali. Quando ele tentou gritar, xinga-la ou se levantar, ela socou sua cara. A embriagues o fez desmaiar mais facilmente, ou talvez fosse o cheiro de urina e maconha que tinha ali. Peguei sua segunda algema e a chave. SeuNome deixou uma despedida que ainda estará doendo quando ele acordar. Senti uma dor alheia. Ela ia dar mais uma bica nas bolas dele, mas aí eu tive que intervir porque é golpe baixo pra cacete.

SeuNome: Me deixa chutar, esse desgraçado me chamou de vadia mais de uma vez.
Eu: Nossa, agora que eu percebi como essas trapaças te deixam selvagem hein. -disse de bom humor e ela bufou.
SeuNome: Vamos sair daqui. -torceu o nariz para o cheiro, saímos e fechei bem a porta, deixando o imbecil algemado para trás para que alguma funcionária o encontrasse.
Eu: Por que você tinha saído andando daquele jeito?
SeuNome: Não queria ficar olhando para a cara daquele puto mais um segundo sequer. E também fui procurar o quarto que você alugou. A chave diz 29. -jogou no ar pra mim. -Você ficou rindo ao invés de me defender, Zayn.
Eu: Foi engraçado, admita.
SeuNome: Você é um babaca. -balançou a cabeça, ajeitando o vestido e aquele formigamento inferior voltou a me incomodar. -Podemos beber agora?
Eu: Claro. -assenti. -Acho que o quarto é por aqui.
SeuNome: Não, vamos no bar. -sugeriu.
Eu: Sério que você quer beber tão em publico assim? Ainda mais, nesse lugar "bem frequentado".
SeuNome: Sabe, no espírito em que eu estou nem me importo tanto com isso. -riu sapeca e descemos.

Depois de chegar no primeiro e último piso daquele lugar, nos juntamos aos caminhoneiros e pessoas de baixo nível que faziam a maior arruaça no bar. O aroma não era dos melhores, fedia a todo tipo de perfume barato que se tenha em mente, nicotina, fumaça, suor, e claro, sexo. Socos de membros e chutes de pés agitados de um lado para outro era constante. Haviam coisas perdidas por todos os cantos e até dentro dos coolers; carteiras, calcinhas, chapéis, números de telefone e garrafas. Atrás do bar e nas paredes tinham as paredes cobertas por painéis de vitral, iluminados por trás com luzes elétricas piscantes de varias cores fluorescentes. Pedimos bebidas e nos contagiamos com a descontração das pessoas a nossa volta aos poucos, rindo e bebendo cada vez mais. Nunca achei que beber com uma mulher poderia ser tão divertido, mas a maior parte do tempo ou SeuNome me odiava, ou parecia divertidamente louca, ou estava hipnotizada comigo. E eu não podia reclamar de nenhuma dessas horas. Se fosse para estar amando, que fosse um amor cheio de ódio e de amor.
O meu plano era: Deixar a SeuNome bem louca a ponto dela topar fazer qualquer maluquice. E como ela já estava mais pra lá do que pra cá, não ia ser difícil. Arriscamos dançar um pouco no meio daquela bagunça podre de corpos alterados, e logo o clima voltou a esquentar. Resolvemos em fim subir para o quarto. Quando fomos em direção as escadas o andar dos quartos, vi de relance o pequeno estacionamento de terra afrente do motel. Não pensei duas vezes. Deixei SeuNome confusa no meio do caminho e segui pra lá.

O motel ficava bem exposto na beira da estrada na parte oeste da Rua 21. Havia uma placa metálica e grande na frente, com um típico letreiro de neon. Com dois andares -estando no primeiro o bar- e um pequeno estacionamento ao ar livre na frente. Era o tipo de lugar provavelmente bem evitado pelos turistas por não ter o luxo tão buscado dos grandes hotéis e do centro da cidade, o tipo de lugar que seu pai iria com uma amante porque nem com a esposa teria coragem de pisar ali, e ainda sim acharia melhor jamais comentar sobre. Que as mulheres achavam cafona e os moralistas, vulgar. Mas pra mim, era uma puta folga da realidade. E eu não queria naquele momento muito mais do que isso.

Caminhei na frente da pequena fila de carros parados ali com minha garrafa de vodca pela metade na mão, ouvindo meus sapatos rangerem um na frente do outro na terra e poucas pedras a cada passo. O clima estava seco e sem vento, a noite escura como tinta. Passei por carros desconhecidos, caminhonetes velhas, alguns carros bons até, que deviam pertencer a empresários traíras a procura de uma noite de diversão aqui fora do casamento, passei pelo meu Alfa Romeo Brera e por fim, cheguei naquela maravilhosa viatura policial. Sorri maliciosamente e ouvi passos rápidos se aproximarem atrás de mim, e logo a voz de SeuNome.

SeuNome: Que merda você...? -tirei do bolso uma faca que peguei enquanto estávamos no bar e a enfiei com força em todos os quatro pneus. SeuNome dava risada atrás de mim, meio boba por causa do álcool, tirou a chave do quarto do bolso e com a ponta dela escreveu um xingamento na lateral do veículo antes de dar mais risada e tomar a garrafa da minha mão. Era impressão minha ou essa garota estava cada vez menos inocente? Cacete, acho que percebi meio tarde que estava a levando para o mal caminho. Aliás, sempre era assim. -Mais uma de suas ótimas ideias, Einstein.
Eu: Eu sei. -suas mãos se entrelaçaram envolta do meu pescoço e ela sorriu com os lábios fechados me encarando a menos de um centímetro de distancia, como se visse mil galáxias nos meus olhos.
SeuNome: Acha que poderíamos ir embora de vez daqui? Fugir de vez?
Eu: SeuNome...-eu precisei sorrir. Depois de tudo que ela viu e fez não percebe que fugir nesse momento não era a hora certa e ainda poderia nos matar mais rapidamente? -O que você ouviu antes de sairmos é sério. -ela assentiu com a cabeça, antes de abaixar o olhar. Ouvimos um barulho que vinha do bar lá dentro e isso fez SeuNome soltar meu pescoço onde se apoiava e rir da condição dos que estavam lá dentro, mas eu a segurei novamente, lhe dando impulso para cima, que envolveu as pernas a minha volta. Porra, se ela deixasse eu ia foder ali no capô da viatura mesmo. Colou seus lábios nos meus e um arrepio forte envolveu meu corpo. A sensação de prensa-la naquele carro me deixou ainda mais excitado, dolorido e frustrado. O perigo me excitando ainda mais. O predador dentro de mim se agita, implorando para sair e mostrar do que é capaz. Quer me levar até o fim. Não deixo. Penso sobre todas as formas que poderia estragar tudo. A solto devagar, os lábios que SeuNome mordiam também são afrouxados de seus dentes. -Vamos.
SeuNome: Seria legal termos feito na viatura.
Eu: Acho que não. -agora subíamos as escadas. Ela devia estar querendo me matar pelos motivos óbvios. A garrafa quase cai de sua mão e eu a ajudo a subir os últimos degraus. Tropeçamos pelo restante do corredor, pude ouvir gemidos e móveis batendo a medida que passamos pelas portas. Sinto vontade de rir. A clientela sabe se divertir. Achei a porta e ela a abriu com dificuldade, girando sobre os calcanhares procurando equilíbrio antes de girar a maçaneta. A porta aberta revelou um quarto pequeno, com uma cama enorme e mais algumas coisas...
Eu: Espero não ser interrompido dessa vez.
SeuNome: Shh...-sussurrou com sua respiração quente bem perto de mim e fechou a porta.

[..]

- Zayn, você tá enrolando de novo! -SeuNome esbravejou.
Eu: Quem sabe se você parar de me interromper, eu consiga terminar de falar! -pude ouvir minha própria fala embargada e embolada. -Se você for ver, nós sempre achamos que os aliens das naves espaciais são gente né? -ela gargalhou, tirando a garrafa de cor neutra da minha mão. -Por que, sei lá, eles não seriam...
SeuNome: Lontras? -riu, totalmente chapada. 
Eu: Isso! -ela fez um "uhul", o que me fez dar mais risada. -Tá me entendendo?
SeuNome: E se as lontras desse planeta evoluíram tanto a ponto de conseguirem construir discos voadores, talvez os "humanos" desse lugar se acham tão melhores e mais evoluídos que nem ligam para as lontras e seus transportes idiotas! -tive que rir e beber um pouco mais após essa teoria. 

Eu e a SeuNome parecíamos uma gangorra. Um apoiado no outro, uma hora a gente balançava para um lado, e outra hora pro outro, sentados no degrau mais alto da escadinha que ia para a cama onde nossas costas estavam encostadas. Eu estava muito louco. Estávamos a um bom tempo numa conversa longa e excêntrica repleta de humor escatológico. SeuNome era incrível, mas é claro que era irrelevante revelar isso agora. E o que ela queria fazer quando está totalmente bêbada? Dormir? Transar? Brigar? Comer? Não. Ela queria ter uma conversa profunda num quarto barato de motel. O aparelho velho de som ao lado dela tocava Yayo, uma música extremamente calma que dava o contraste perfeito com nossas risadas altas e falas descontraídas. Pra mim era estranho a mistura de alta tensão sexual que eu sentia com ao mesmo tempo alta descontração. 

Eu: Devem dizer, "e daí que vocês vão para outros planetas com essa merda"? -ela riu e balançou a garrafa vazia. Lá ia se levantar novamente para pegar outra no cooler improvisado. Se desequilibrou um pouco ao descer os poucos degraus da cama e puxou o cooler fazendo os pedaços de gelo dentro dele rangerem. Fiquei olhando ela escolher as bebidas mexendo o quadril de um lado para outro, hiperativamente. Logo voltou com outra vodca e uma sprite nas mãos, se jogando ao meu lado.
SeuNome: Mandamos bem hoje, não?
Eu: Sem dúvida. -peguei um cigarro orgânico que era cortesia por termos pego o melhor quarto, e acendi. Aquela merda era horrível. O que essa gente tem contra o cigarro normal e que preste? Me amaldiçoei naquele segundo por ter deixado minha carteira no carro. Junto com ela também ficaram os celulares porque não queríamos ser incomodados, por isso era praticamente impossível saber que horas da manhã poderiam ser. -Aquele filho da puta já deve estar sabendo do seu "pequeno prejuízo". 
SeuNome: Nem sinal dele? -sua voz embolada quase não me permitiu entender.
Eu: Nem sinal. -respondi frustrado.
SeuNome: E agora?
Eu: Acho que amanhã vou com algum dos caras para a fronteira. Quer dizer, amanhã não. Depois da manhã. Amanhã, vou estar me recuperando dessa ressaca. -SeuNome sorriu e acariciei seu rosto. -Olha aqui. -tirei o objeto redondo do meu bolso amassado. -Uma moeda de vinte e cinco centavos.Vou pega-la da mão direita e colocar na esquerda. Onde está? -SeuNome cobriu o rosto divertidamente e depois me olhou com cara de espertinha. 
SeuNome: Mão direita. -bateu na minha mão que abriu vazia. 
Eu: Não, não. -ri e ela bateu na outra. Também vazia. 
SeuNome: Nada mal, mestre da ilusão. 
Eu: Dá um espirro. -segurei seu nariz entre meus dedos. 
SeuNome: Zayn! 
Eu: Espirra, anda. -insisti impaciente.
SeuNome: Atchim. -disse contra gosto e lhe mostrei a moeda. -Muito bom. -concluiu satisfeita, bebendo da boca da garrafa de sprite e depois da de vodca. -Aonde quer chegar?
Eu: Eu te fiz olhar numa direção e a moeda foi para outra. 
SeuNome: É o que acha que está acontecendo?
Eu: Estamos sendo levados pelos nossos narizes, disso tenho certeza. -ela assentiu, pensativa.
SeuNome: E por quem?
Eu: Como te disse, não faço ideia.
SeuNome: Talvez nem conhecemos a pessoa. Talvez seja um estranho. -disse com a voz mole, assim que meus dedos frios tocaram sua pele quente subindo por sua coxa. 
Eu: É o que parece, mas, você também achou que a moeda estava na mão direita. -sussurrei perto dela, notando seu pescoço arrepiado. Era tão bom sempre fazermos exatamente aquilo que queremos, mudar de água para vinho e depois voltar. Era libertador. 

SeuNome se levantou mais uma vez, agitada pelo excesso da bebida e deixou a garrafa no chão. Voltou a contornar a barra de ferro que tinha ali ao lado da cama, com um pequeno palco abaixo dele que era apenas uns dois centímetros acima do chão. Entrelaçou as pernas nuas na barra e girou, rindo e se mexendo no ritmo da música. Aquela frustração tomou mais parte do meu ser do que eu gostaria. Dei uma tragada no cigarro ruim, mas que pelo menos aliviava minha masculinidade. Ela fechava os olhos e deslizava pela barra, sem um pingo de vergonha ou consideração com o meu estado. O propósito daquilo ainda era desconhecido, assim como a maioria das coisas que pessoas embriagadas faziam, mas eu jamais ousaria reclamar. A calmaria se instalava em meu coração, e o que a música e o cigarro me relaxavam, seus movimentos violentavam minha sanidade. Seu quadril se mexia, de um lado para outro até o chão, e então subia pressionado na barra outra vez. Quando quase caía me fazia rir e a ela também do próprio estado, aquela risada alta seguida de mais um gole para voltar a se mexer. Seu olhar parecia fatal, mesmo que distraída, ela raramente me olhasse. As pernas abrindo e fechando, com toda a calma do mundo, me fazendo querer enxergar mais por debaixo do que sobrara do vestido. Ela respirava e soltava o ar pela boca, um som tão sensual quanto o som que a envolvia e fazia ficar tão descontroladamente sensual. Jogava a cabeça para trás, experimentava os seios com as mãos, girava, se jogava no chão, se mexia tão lentamente como se quem a admirasse de tal forma se torturasse somente com aquilo. Droga, eu amava o efeito que o álcool causava na SeuNome. Ela ficava extremamente selvagem. Levei minhas mãos até meu membro, que estava completamente frustrado e apertei-o por cima da calça, dando um suspiro. Eu estava vendo que ia ter que me masturbar ali mesmo, se a situação ficasse mais precária pra mim. E depois de alguns segundos de tortura visual, foi exatamente o que eu tive que fazer. Abaixei a calça junto com a boxer e me alisei de cima abaixo, SeuNome não deixou de me torturar ao perceber. Pelo contrário, ela começou a dançar insinuando que ia abaixar o vestido, tirou a calcinha e jogou em qualquer lado do quarto e continuou a beber e se movimentar. Eu já tinha me aliviado a ponto de abotoar a calça, mas é claro que não era o suficiente. 
Quando ela começou a despir a parte de cima do vestido, eu soube que iria morrer. Tive que beber. Meu pau já latejava de tão duro que estava e não seria um par de mãos que iam resolver dessa vez. 

Não me aguentei, deixei a garrafa que tomava ao lado da cama e levantei, indo de rápido encontro com ela. Impedi que dançasse mais, prensando seu corpo na barra de metal. Ouvi o gemido em resposta. A encoxei segurando sua cintura e tirei seu cabelo do rosto antes de vira-la de frente pra mim. Sua respiração ficou ainda mais agitada quando soltei a fumaça do cigarro lentamente contra seus lábios entreabertos. Joguei o restante dele e pisei em cima. Apertei o corpo dela levemente contra o meu e afundei minha cabeça na linha de seu pescoço, subindo suavemente com meus beijos, ritmado junto com a música. Uma de suas mãos se mexeu atrás de mim, agora não se apoiando mais nas minhas costas. O barulho da arma destravando contra minha cabeça não me intimidou a ponto de me fazer parar de beijar seu pescoço. Por que diabos eu fui ensina-la a tirar tão discretamente as coisas dos bolsos das pessoas? 
Eu: Você não vai me matar. -disse contra sua pele. 
SeuNome: Eu sei. -a respiração dela era descompassada. -Por que você me prende dessa forma quando tudo a nossa frente é um futuro provavelmente vazio? Nunca mais vamos ser normais.
Eu: Se está presa a mim é porque quer. -mordi o lóbulo de sua orelha. Ela ainda apontava a arma para minha cabeça. Até tentando me matar a vagabunda conseguia me excitar. -Você pode voltar para sua vida normal quando quiser.
SeuNome: Você não entende. Eu nunca vou conseguir te deixar.
Eu: Não acho que vá se arrepender, se ver as coisas do jeito que eu vejo. -a beijei e alguns segundos depois, quando aprofundei, ela se rendeu, soltando a arma sem nem perceber e deixando-a cair no chão. O disparo dela fez com que nos soltássemos procurando onde o tiro havia acertado. Quando olhei para o espelho perto da entrada, percebi o rachado bem no meio, com a ponta da bala para fora dos vidros quebrados unidos. Voltei minha atenção a ela que mordeu o lábio vendo a merda que fez, e eu a puxei para meu colo num impulso. -Você ainda não aprendeu que armas não são brinquedo, não é? -subi os três degraus da cama e a joguei no meio dela, por cima dos lençóis. Fui até o chão pegando a arma e tirando o pente de dentro dela, deixando na mesa de madeira perto da porta e, voltando para a frente da cama, onde SeuNome me olhava excitada. 
SeuNome: Foi mal Zayn, eu não queria soltar daquele jeito. Não imaginava que ia disparar...-fiquei por cima dela, e lhe dei um beijo rápido nos lábios. 
Eu: Vou te ensinar o estrago que uma dessas pode fazer. -tentei ficar o mais atento que meu estado chapado permitia, verificando novamente se tinha tirado o pente. 

SeuNome P.O.V's

Zayn pegou aquela algema que tinha tirado do policial depois que o prendemos no depósito, e se aproximou de mim. Eu estava num estado de não estar mais aguentando. O olhava curiosa e tensa, até o momento em que ele prendeu meus braços na algema e talvez eu estivesse bêbada demais para me preocupar. Seus olhos me secavam dos pés a cabeça, e minhas pernas levemente abertas -uma delas balançando devagar ansiosamente de um lado para outro nos lençóis deviam lhe parecer um convite e tanto pela sua expressão. Zayn recuperou a garrafa em mãos e tomou um gole, antes de começar a passar delicadamente o cano da arma dos meus pés, até minhas coxas onde começava o vestido com as pontas horríveis pelo seu rasgo mais cedo. As mãos que o fizeram antes rispidamente, agora, pareciam ter toda a suavidade e calma do mundo. Meu peito subia e descia completamente tenso, com minha respiração já meio descontrolada só de imaginar o que ele devia estar pretendendo fazer. 

Não havia pressa, inadequações ou olhos estranhos bisbilhotando assuntos que não lhes diziam respeito. Apenas meu garoto louco e eu. O cano passeava agora mais rapidamente por minhas pernas, gelada e me fazendo estremecer, até chegar em minha entrada. Ali sua ponta roçou, fazendo com que eu precisasse mexer minhas mãos presas e apertadas nos objetos metálicos. Zayn sorriu completamente sem vergonha.

Zayn: Confie em mim. -a voz alterada de rock pornô que tanto me arrepiava voltou a soar mais perto do que eu imaginava. Ele estava tentando me ensinar uma lição por ter disparado a porra da arma? Ou por tê-lo feito se masturbar com a minha dança improvisada? Meu cérebro não funcionava naquele momento. O cano se moveu circular no meu ponto sensível e gemi sentindo minha respiração parar. Ele podia me ver por inteiro, devia estar se divertindo com meu sofrimento. Eu não queria que parasse. E como se Zayn tivesse lido tal pensamento, empunhou o cano circularmente para dentro de mim. Havia um grito preso em minha garganta, minhas mãos se debateram nas algemas. Gemi, contorci o tanto que podia. Ele fez movimentos que até eu sem poder ver, duvidava que podia. Sentia que ia gozar mais rápido do que gostaria. Senti espasmos em minhas pernas e logo ele tirou, para me torturar ainda mais. Zayn veio por cima de mim, segurou meu rosto suado nas mãos e me olhou silenciosamente, empurrando nossos lábios e esticando a língua devagar. Debati minhas mãos e ele tirou meu vestido completamente, beijando cada canto do meu corpo e me mandando ficar em silencio. Chupou meu quadril e o mordeu em seguida, subindo seus lábios para minha cicatriz no pescoço, onde beijou naquele gesto silencioso, sua mensagem sublime. O cheiro do lugar, misturado com a bebida, com o cheiro dele me inebriava de modo que achei que enlouqueceria de vez, o medo misturado com prazer inundava cada célula do meu corpo, eu engolia em seco esperando aqueles lábios subirem para os meus. Quando fizeram, dançaram com leveza nos meus. Ele já tinha tirado a camisa e a calça, minhas mão coçavam para tirar sua boxer, mas eu simplesmente não podia mexe-las e isso me deixava nervosa a ponto de querer bater nele. Suas mãos apertaram meus seios fortemente me causando dor e em seguida, abriram minhas pernas. Sua respiração entrecortada batia contra minha bochecha. Se eu pudesse lhe surrar por demorar tanto, eu faria. Minha urgência misturada a pegada de tirar o fôlego de seus atos me deixava ainda mais encharcada. Zayn apertou minha bunda dando-me um pequeno tapinha e por fim, me penetrou. Gemi tão alto que ele calou meus lábios com os seus, beijando-me com maior volúpia enquanto investia lentamente dentro de mim, deixando-me louca. Queria arranhar suas costas, mordê-lo, me apoiar em suas costas mas não podia. Minha raiva fez com que lhe dissesse as coisas mais sujas que queria fazer, e isso não o perturbou, pelo contrário, o fez rir e ir ainda mais fundo. Os choques elétricos cresciam e tudo que eu podia fazer era pedir por mais. Rebolava, me contorcia e chocava o máximo que podia nossos quadris. Quando Zayn gozou, ouvi seu gemido transparecer, alto até desaparecer, como o maior alívio de sua vida. Ele não me deixou na mão, na verdade, deixou, no melhor sentido da frase. Seus dedos habilidosos fizeram meu ápice chegar violento, relaxando meus músculos e minha mente aos poucos. Seu sorriso maldoso já não existia mais. Ficou quieto me encarando e depois sorrindo para o nada com lábios fechados. 
Eu: No que está pensando?
Zayn: Em você, vício. -lhe encarei com uma sobrancelha levantada. -Tá bom! Estava pensando que podíamos estar com as pilhas de dinheiro que os meninos contavam bem aqui, agora. Rolar nele nesses lençóis de seda, nós dois pelados, seria divertido. 
Eu: Você tem cada ideia! -ri imaginando a cena. Senti o aperto de suas mãos na minha cintura, agora que já estávamos cobertos. Lhe selei, seus lábios estavam molhados e macios, como sempre. -Zayn?
Zayn: Não se preocupa que não vou atrás de dinheiro pra por nessa cama. -ri de sua idiotice. -O quê? -suspirei com um sorriso de satisfação no rosto ignorando o aperto das algemas.
Eu: Já pode me soltar agora. 


CONTINUA...
Posteeei! O/ Presentinhos aparte nesse capítulo por ser o 40 já. Tambores!
Kiss, kiss.

27 comentários:

  1. Primeiro de tudo: VAI SE FODER :D
    Esse capítulo entrou para a minha lista de melhores capítulos do universo ;3
    qqissu. Fiquei chapada junto com o capítulo e tenho que admitir que essa foi a sex scene mais quente de todas que eu já li ou vi (hehe). ELES SÃO PANCADINHA CARA, CASAL OUTRO NNÍVEL QQISSU
    SHIPPANDO ZAYN E SN REAALLY HARD. ELES SÃO O MELHOR CASAL KRSA. OTP FOREVER.
    NTE M UM ERRO DE PORTUGUÊS SEQUER! CARA, VC É MT PERFEITA ESCREVENDO. EU RI PAKAS COM ESSE CPÍTULO TB, SEM CONTAR QUE FOI O MAIS SEXY QUE EU JÁ LI.
    E OS OUTROS TROUXAS PROCURANDO POR ELES AHAHDDDSJHDJSHDJSHDJSHD T R OU X A S
    AMEI, CONTINUA

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  2. to sem palavras
    se tivesse um award de fanfics vc ganharia mew
    vc é muito talentosa nigaa seja menas
    meça o seu talento para a escrita parça

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    1. VADEAA SUA ILUSTRE PRESENÇA POR AQUE SZ
      As suas né, as minhas nem se comparam. Obrigada viada, n me deixa sem graça aqui em publico obg dnd.
      TE AMO.

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  3. OMJ! SABIA QUE O CAPITULO IA SER FODA QUANDO LI HIT ME LIKE A MAN DO TPR NO INÍCIO! AMO ESSA BANDA! ♡ TIVE QUE POR ENQUANTO LIA. MEU DEUS QUE CAPÍTULO PERFEITO! E TIPO HIT ME LIKE A MAN É A MELHOR TRILHA SONORA EVER! COMBINOU MUITO! AMEI, CAP MAIS QUE PERFEITO! CONTINIA LOGO, VOCÊ ESCREVE INCRIVELMENTE BEM CARA! OMG CONTINUE, RI DEMAIS AO NOTAR QUE OS TROUXAS LA NA CASA PREOCUPADOS COM ELES ATOA EUEJEUEJ CONTINUA LOGO! ♡♡♡♡

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    1. AWW, NEM ME FALA, essa música é ♥♥ e a banda mais ainda. Sério? Mds, espero que tenha combinado com todas as partes! KK Como vc tá Camila? Vc ilumina sempre meus comentários, já te agradeci? Bom, obrigada meu amor. Fico tipo mt mtooo feliz de saber, e pode deixar que já estou escrevendo.
      KKK vdd, tava relendo e rindo disso agora pouco tbm, tudo trouxa.
      Okay babe, apareça viu? ♥ ♥ xx

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  4. Amei o capitulo 😝 a fic fica melhor a cada dia kk

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  5. Ja quero continuaçao 😂😍 isso ta pft

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    1. Está em andamento babe, espero que goste. Obrigada sz
      xx

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  6. Que que isso lizzy? Capitulo mega super pft pqp

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  7. WOW CARA ESSE E O MELHOR CAPÍTULO DE TODOS AMEI❤❤❤!!!!!!FICOU PERFEITO NUNCA LI UM CAPÍTULO TÃO F-O-D-A COMO ESSE ADOREI VC É ÓTIMA NO QUE FAZ PARABÉNS :D
    XX:Ana❤❤❤bjs

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    1. AWW que isso! Mt mt obrigada meu amor, fico feliz que gostou <3
      xx

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  8. Essa capitulo ta muito cute 😳amei

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  9. Que capítulo divo <3
    Você escreve muito bem *u*
    Eu comecei um blog de fanfics esses dias, e queria saber se vocês aceitam afiliação com o meu blog ^,^
    Eu e minha amiga fazemos fanfics com vários temas, 1D, 5SOS e etc..
    Rafaela I http://vas-happenin-fanfics.blogspot.com.br/
    Xx


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    1. Obrigada princesa, que bom que gostou. É claro, vou dar uma olhada e entro em contato!
      xx

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  10. Sua fic é tão pft
    Continua ❤

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  11. Posta o proximo capitulo

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  12. Lizzy, uma perguntinha: Pq vc geralmente faz (na maioria dos seus imagines) q a principal mora ou que aparece mais o pai do que a mãe? Desculpa a dúvida, to amando esse fanfic acho que é o melhor que vc ja escreveu.

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    1. Que isso amor, tiro as dúvidas de vcs com o maior prazer, pode perguntar sempre que quiser. Bem observado, geralmente eu faço isso né? KKK. Olha, não sei ao certo o porquê, acho que pessoalmente eu acho mais confusamente interessante o relacionamento entre pai e filha (sem reprimir o mãe-filha pldd) mas acho q é por isso. Acho que dá pra tirar mais gargalhadas daí, n sei kkkk.
      Obrigada meu amor <3

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  13. bom é a melhor fic, sério, aquelas fics famosinnas cliches tão fodas não sabem prender um leitor como vc, vc escreve uma drama sádico romantico muito bom

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