Unfaithful - The End (Parte 2)

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The End. Parte 02

Leiam as considerações finais, por favor!

P.O.V's Harry

- QUE PORRA É ESSA, JADE?! – repeti minha pergunta enquanto jogava sobre a cama uma sacolinha de farmácia, contendo uma caixa de Digoxina, uma nota fiscal e um canhoto de cartão de crédito. 
- O que é isso, Harry? Estava xeretando as minhas coisas?! – ela pegou o saquinho e tentou, inutilmente, esconder de mim. 
- Eu já sei o que tem aí dentro. O que diabos isso faz aqui, escondido no 
seu banheiro?! 
- Não é da sua conta! – ela falava, evitando os meus olhos, e ficava cada vez mais pálida. 
- Não é da minha conta?! Foi você, não foi? Você matou o William!! 
- Eu não matei ninguém! 
- Então não vai ter problema nenhum se eu mostrar essa sacolinha para o tribunal, não é mesmo?! 
- Não! Você não pode fazer isso!!! 
- Por que diabos você fez isso?!! Ele era seu patrão!! 
- Eu não queria matar o Will, seu idiota! Eu queria matar aquela vadia que te roubou de mim!!! – ela gargalhou com escárnio. 
- O quê?! Você queria assassinar a minha SeuApelido?! – rapidamente senti o meu rosto esquentando, tamanha a raiva que eu estava sentindo. 
- Isso mesmo! Desde o dia em que eu descobri que você estava me traindo descaradamente! 
- Você mandou as fotos... Você pagou o garçom pra mentir... O que mais você fez? Você é monstruosa! 
- É, você se achava esperto demais para achar que eu não fosse desconfiar do seu casinho. Pois saiba que eu desconfiei desde o primeiro dia! Você nunca me rejeitava na cama e passou a rejeitar. Você nunca tinha reuniões de trabalho e passou a ter, você até dormiu fora!!! – ela gargalhou – Qual é, Harry? Quem você queria enganar? 
- Você me levou à galeria de propósito... 
- E à festa de aniversário do Will também. Eu queria ver a sua reação quando a visse com outro. Eu queria ver a reação dela quando te visse ao MEU lado!!! 
- Você é louca... – sibilei ainda embasbacado. 
- Eu te amo, Harry! Por que você não entende isso? Por que você não enxerga que ainda me ama também? Olha, nós podemos passar uma borracha nisso tudo, uh? Nós podemos vender tudo isso aqui e viajar pelo mundo! Só eu e você, o que você acha? Não seria maravilhoso? – ela sussurrava com uma feição extremamente extasiada e paranóica. 
- Eu não vou a lugar algum com você! Ou melhor, eu vou sim, vou te levar para a audiência e você vai confessar todos os seus crimes! – falei acidamente e comecei a vestir as minhas roupas. 
- Nem morta! – ela falou apavorada. 
- Oh, sim, você vai! 
- Você não pode me obrigar a falar!!! E quer saber? Uma hora dessas, ela já deve ter recebido o veredicto!! – ela gargalhou e eu olhei assustado para o relógio. Faltavam apenas dez minutos para o fim do recesso. 
- Inferno! – resmunguei enquanto terminava de fechar o zíper. 
- Harry, eu não vou confessar nada. Desista! 


Devaneei por um breve instante e realmente eu não poderia fazer nada a não ser levar a sacolinha de farmácia pra lá, que por si só, não iria provar nada. Ela tinha que confessar. Como eu faria isso? 


- Jade... – suspirei – Você me ama tanto assim? – engoli em seco, nervoso, pois essa era a minha única chance. 
- Eu amo, Harry, amo mais do que tudo no mundo... – ela atravessou o curto espaço entre nós e me abraçou. 
- Então você faria qualquer coisa por mim? 
- Qualquer coisa... 
- Contanto que você fique comigo no final... 
- Claro, Harry! Eu faria qualquer coisa pra ficar com você... Você ainda me ama, não é mesmo? Eu sempre soube disso! – ela começou a chorar copiosamente. 
- Você sabia que se você confessar o seu crime, você não pegará prisão perpétua? Você terá a regalia de ficar em casa... – menti, eu nem sabia se isso era realmente possível. 
- Eu não vou confessar, Harry! – ela tentou se afastar, mas eu a apertei contra mim. 
- Jade, meu amor...Você não faria isso nem mesmo se eu ficar com você na prisão domiciliar? 
- Co-como assim? 
- Como eu disse... Se você confessar, você ficará presa em sua casa, mas eu poderei ficar com você... 
- Você está falando sério? 
- Eu não mentiria pra você, minha querida... – mordi meus lábios para tentar sustentar aquela máscara. Ela tinha que acreditar! – Então... O que me diz? – afaguei a sua cabeça. 
- Mas... Nós poderíamos fugir... Por que não jogamos essa caixa fora e deixamos como está? Quem se importa? 
- Eu me importo! – falei um tanto mais alto. – Não é justo deixar uma pessoa pagar pelo crime que não cometeu... 
- Mas ela te roubou de mim... Ela merece apodrecer na prisão!!! 
- Não, Jade... Por favor, me escuta. Se você confessar, todos nós sairemos ganhando. Ninguém vai pagar por algo que você fez e nós ficaremos juntos pra sempre! Isso não é ótimo?! 
- Mas... 
- Por favor? Por mim? 

Eu queria gargalhar. Queria gritar feito louco, assim como queria jogar aquela vadia de cabelo vermelho do alto de uma ponte. Como ela poderia ter feito algo assim? Uma assassina!! Um monstro!! Pergunto-me quando foi que ela ficou tão alucinada... Não sabia exatamente como tinha conseguido fazê-la concordar comigo. O fato é que ela estava transtornada demais para saber o que estava fazendo. Eu tinha quase certeza de que ela não teria regalia nenhuma por confessar esse crime. E eu ficaria muito feliz com isso, queria mesmo é que ela apodrecesse na cadeia. Infelizmente eu gastei muito tempo tentando convencê-la de que nós viveríamos felizes para sempre numa prisão domiciliar. E o tempo de recesso já havia acabado quando nós finalmente saímos do apartamento dela. Entramos no carro e eu acelerei com vontade em direção ao tribunal. O apartamento ficava próximo, mas ainda teria que passar por alguns sinais de trânsito, faixas de pedestres... coisas que eu realmente não tinha tempo para esperar. Quando estávamos a uma quadra de distância, avistamos um bloqueio da rua. Aparentemente, ocorreu um acidente no local. Eu não poderia ser tão azarado assim!! 


- Desce do carro, Jade, vamos correndo mesmo! 


Não esperei por resposta e me adiantei em arrancá-la do banco e sair correndo, puxando-a pelo braço. 


- Ai, Hazza, meus saltos! 
- Então tira essa porra!! – gritei exasperado. 


Corremos mais alguns metros e seguimos pela escadaria mesmo. Avistei a porta da sala de audiências e não hesitei em abrir com brutalidade e gritar a todos pulmões... 


- PAREM ESSE JULGAMENTO!!! - me apoiei nos joelhos e tentei respirar – E VOCÊ! – apontei o dedo para SeuApelido - NEM PENSE EM ABRIR ESSA BOCA!! 
- Senhor Styles, o que pensa que está fazendo? – o presidente da Corte se levantou e perguntou rispidamente. 
- Nós temos uma declaração a fazer! – respondi enquanto andava e puxava a Jade pelo braço. 
- Senhor Styles, você não pode simplesmente invadir a audiência dessa maneira e ainda fazer exigências! 
- Por Deus, é importante! – me adiantei até eles e atravessei a portinha que separava a corte dos expectadores. 
- Você não pode entrar aqui sem que seja chamado, Senhor Styles. 
- Essa mulher tem algo de suma importância para revelar. Isso decidirá o rumo desse julgamento. Por favor, deixe-a falar. 
- Sr. Stout, Sr. Jones? 
- Nenhuma objeção – responderam ambos advogados ao mesmo tempo. 
- Você tem cinco minutos, Senhorita...? 
- Jade O´Donell. – ela respondeu com a voz tremida. 
- O que você tem a nos dizer, Senhorita O´Donell? 
- Eu matei William Uley. – ela respondeu prontamente. 


Instantaneamente o lugar virou um pandemônio e o juiz teve que pedir silêncio. 


- Você tem como provar, Senhorita O´Donell? 
- Sim. Eu tenho a caixa da droga que foi usada, a nota fiscal e o canhoto do meu cartão de crédito, com a minha assinatura. 


Todos ficaram chocados, inclusive o Meritíssimo.

 
- Senhor Stout, recolha as provas e mande para perícia. 
- Senhorita O´Donell, ficará detida até que possamos averiguar as provas do crime. Senhorita Owen continuará detida até que possamos provar a sua inocência. A audiência está encerrada por hoje. Retornaremos amanhã, no mesmo horário. 
- Tudo ficará bem, eu estarei com você, sim? – sussurrei no ouvido de Jade, antes que ela fosse levada pelos guardas. Dei um beijo no canto de seus lábios e esperei até que ela sumisse do meu campo de visão. Eu havia conseguido... Em pouco tempo tudo estaria acabado. 



SeuNome P.O.V's

Não consegui acreditar quando aquela vadia confessou o crime. Como nós fomos cegos!! Quem mais teria motivos para querer me matar? Eu não conseguia imaginar que tipo de persuasão Harry teve sobre ela, para fazê-la confessar. O que ela estaria ganhando com isso? Uma vida inteira enclausurada? Não entendi também toda aquela proximidade entre eles... Ele falava algo em seu ouvido enquanto massageava os seus braços. Não gostei nada aquilo, muito menos quando o vi dar um beijo no canto dos lábios dela. Desde quando ele tem uma queda por assassinas?! Fechei a cara e esperei que me guiassem de volta para a cela. Duas horas depois, o meu advogado me avisou que me conseguira alguns minutos para uma visita. Logo eu fui encaminhada para uma saleta, onde Harry, é claro, me esperava com um sorriso estonteante. Ele veio me abraçar, mas eu cruzei os braços e virei a cara. 


- O que foi? – ele perguntou confuso. 
- O que foi aquele chamego todo na sala de audiência? – perguntei ríspida, ele olhou pra mim, tentando processar a pergunta, e gargalhou. O miserável ainda ri da minha cara! 
- Aquilo fazia parte do meu teatro, SeuApelido... 
- Não sabia que tinha virado ator... – debochei. 
- Como você acha que eu consegui fazer com a Jade falasse? – ele cruzou os braços e adotou uma expressão séria. 
- Isso é uma ótima pergunta, por que não me responde? 
- Eu contei um monte de mentiras pra ela e ela acha que vai ficar em prisão domiciliar, morando comigo. 
- Não brinca! Ela acreditou nisso?! 
- Você está duvidando do meu super poder de persuasão? – ele perguntou divertido enquanto descruzava os meus braços e os jogava por cima de seus ombros. 
- Você já usou comigo? – perguntei, entrando na brincadeira. 
- Eu sempre uso... – ele riu e eu o estapeei de leve. 
E então ele me beijou. Oh céus, como amava aqueles lábios sobre os meus... Tão quentes... Tão carinhosos... Perfeitos... 

- Preparada para a sua liberdade, senhorita Owen? 
- Só se você estiver comigo, senhor Styles. 
- Eu sempre estarei com você. 
- Eu amo você, Harry... 
- Eu amo você – ele apontou para a minha testa – e você – ele apontou para a minha barriga. 

Ele enlaçou nossos dedos e saiu do recinto em direção a 
nossa liberdade. Quando passávamos pela entrada do prédio, uma multidão de repórteres nos esperava. Passamos alguns minutos respondendo as perguntas e finalmente chegamos ao nosso carro. Estranho foi encontrar o promotor Stout em pé, encostado no carro de Harry. 

- Algum problema, Senhor Stout? - Harry perguntou apreensivo e o cumprimentou com um aperto de mão. 
- Problema nenhum, Senhor Styles. Eu não tive tempo de parabenizá-los corretamente. Fico muito feliz que tenham conseguido. Eu só queria que não ficassem ressentidos, eu só estava fazendo o meu trabalho... 
- Não ficaremos, Senhor Stout. Agradeço a sua preocupação. 
- E eu gostaria de te contar uma coisa. – ele olhou para os lados, como se estivesse prestes a contar um segredo que ninguém poderia saber – Você não seria condenada. – ele falou baixinho e sorriu timidamente. 
- Você está falando sério? – perguntei curiosa. 
- Você não poderia ser condenada por falta de provas. Você sabe, a “arma” do crime não havia sido encontrada até momentos antes de Harry invadir o tribunal. 
- Nossa... E eu quase mudei minha declaração pra culpada... 
- Seu advogado sabia dessa possibilidade, ele não falou nada com você? 
- Ele tentou... Mas eu fui muito cabeça dura... – respondi sem jeito. 
- Obrigado, senhor Stout. - Harry concluiu. 
- Disponha, qualquer coisa, estamos as ordens! – ele se afastou do carro e saiu em direção ao tribunal. 


Seguimos em silêncio para algum lugar que Harry não queria me dizer. Ele havia preparado tudo. Arrumou nossas coisas e deixou tudo no carro para que pudéssemos partir logo após a audiência. Enquanto ele dirigia, eu me lembrava da expressão horrorizada que a Jade fez quando o veredicto saiu e ela foi condenada à prisão perpétua, sem direito a condicional. Assim como os gritos histéricos e os xingamentos direcionados a mim e Harry. Que culpa eu tinha se ela fez merda e ainda caiu na ladainha que Harry inventou? No final das contas, ela saiu como a louca obsessiva que fez tudo por amor. Pra mim ela continuava a mesma assassina fria e calculista. Além do julgamento dela, ocorreu o julgamento do garçom, acusado de cúmplice dela. Ele teve mais sorte e pegou 30 anos de cadeia. Eu não lamentava por ele. Mentiu porque quis... Harry me olhou de canto e enlaçou as nossas mãos, enquanto mantinha a outra no volante. 

- O que se passa nessa cabecinha? – ele perguntou curioso. 
- Eu estava pensando que eu quero fazer amor com você, onde quer que esteja me levando. 
- Oh... Não precisa se preocupar com isso. Nada vai lhe faltar, eu posso garantir. – ele piscou e voltou a sua atenção para a estrada. 
Duas horas depois, ele estacionava o carro numa bela casa de praia. 
- Estamos em Bournemouth? – perguntei enquanto admirava a imensa 
praia azul à nossa frente. 
- Gostou? Ficaremos aqui o tempo que você quiser. – ele me abraçou por trás e depositou um beijo singelo em meu pescoço. 
- Eu adorei a praia, mas podemos ir para o quarto? 
- Sim, senhora! 

Horas depois nós decidimos aproveitar a noite na praia. Era tudo tão magnífico, a iluminação era perfeita, o vento frio era reconfortante... E o calor dele era o melhor de tudo. Estávamos de mãos dadas, andando pela margem, enquanto brincávamos de chutar a água. Ele me puxou bruscamente, fazendo meu corpo se chocar com o dele, e me deu um abraço esmagador. Colocou uma mão em minha cintura e a outra entrou nos meus cabelos e puxou a minha nuca para selar nossos lábios. 

- O que eu faria sem você? – ele sussurrou com a voz embargada. 
- Não pense nisso... Nós estamos aqui... – balbuciei, tentando conter as lágrimas. 
- Eu os amo tanto... – ele sussurrou e enfiou a cabeça no vão do meu pescoço e eu quase não acreditei quando senti suas lágrimas quentes escorrerem nos meus ombros. 
- E nós te amamos tanto quanto... – e agora ambos chorávamos como dois adolescentes. 
- Case-se comigo, SeuApelido… - ele afagou o meu rosto. 
- Eu já não tinha aceitado? – tentei parecer divertida mesmo com as lágrimas insistindo em despencar. 
- Eu não tinha perguntado oficialmente. 
- Então sim. Eu aceito, Harry! – ele sorriu e tirou do bolso uma caixinha de veludo. 
- Então, senhorita Owen, você aceita passar o resto da sua vida comigo? – ele fungou enquanto abria a caixinha. 
- Pra sempre e mais um dia, está bom assim? 
- Pra sempre e mais um dia está perfeito. – ele me beijou ao mesmo tempo em que colocava a aliança em meu dedo. 

E assim, juntos, estava feliz na perfeita sintonia, amando... e sendo amada. 


~~~~ Ainda não é o fim, pois o epílogo esta por vir. ~~~

[É realmente estranho voltar a escrever aqui depois de tanto tempo. Sinto muito por ter deixado a fanfic parada por tanto tempo sem sequer ter deixado um recado avisando sobre meu repentino e duradouro sumiço. Sim gente, resolvi tomar vergonha na cara e aparecer por aqui. Foi sacanagem da minha parte sumir assim sem dar explicações, eu sei. Mas agora estamos no último semestre e as provas finais começam a chegar, como sou por natureza uma aberração em matemática, física e exatas em geral, vocês devem imaginar como é. Eu amo muito escrever, e ler fanfics em geral. Mas do nada, parece que aquela paixão desvaiu-se de mim, fazendo que eu me dispersar e esquece-se de minhas obrigações dentro do blog. Outros interesses vem com a idade e a blogosfera é deixada um pouco de lado. Eu sinto mas tanto, tanto, tanto mesmo. Eu não queria ter deixado isso chegar a esse ponto. Mas nós crescemos. Temos uma vida a seguir. Nem tudo gira em torno disso. Eu amo o blog, amo as fanfics e escrever, mas não tenho todo o tempo do mundo. Se Deus me permitir, nessas férias que estão por vir, farei uma nova fanfic (que já está iniciada dentro dos meus arquivos), se não, bola pra frente, agradecendo sempre, por tudo que passei aqui com vocês. Eu quero realmente continuar, quero muito, mas nem sempre a vida te leva aos caminhos que você quer seguir. Agora só o destino pode dizer. Beijinhoooooos, Bru! + Junto ao epílogo, teremos uma surpresinha, hahah!

O nosso epilogo já esta prontinho. Só vou esperar um pouquinho pra postar para não ter que jogar um em cima do outro okay?! Obrigada de verdade por tudo, de coração. Por terem me aguentado, e aguardado taaaaanto. Se tudo der certo, continuarei aqui, e vamos caminhar juntos, na mesma direção.]


6 comentários:

  1. Amei gostei muito desse capítulo
    -Lú

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  2. OMG! Que bom que tudo deu certo pra mim, haha! *u* Bru, estou ansiosa para a sua nova fanfic! E se você se enrolar com ela e demorar pra postar, saiba que eu sempre vou ler e comentar, porque aqui é leitora fiel. ~2bj
    Gosto do seu estilo de escrever. :3 Pena que já acabou. ;w; amei.

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    1. Nossa, fico muito feliz com isso amoor, obrigada de verdade por isso. 😘

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  3. Posta mais por favor vc tem que postar o final

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  4. CADÊ O EPILOGO MOLIER?

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