Badboy of' Mine - Capítulo 21

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- Eu quero tanto você


Zayn Malik P.O.V's

Quando abri a porta para descermos, SeuNome parecia paralisada olhando para a frente do hotel. Ela estremeceu quando minhas mãos acariciaram seus braço lentamente, eu estava com receio de que ela travasse e desse para trás com plano, mas por outro lado isso não seria nada mal. Eu não a queria ali, porque era loucura. "SeuNome, nós temos que ir", eu sussurrei tentando tira-la daquela espécie de transe, então finalmente seus saltos tocaram no chão um de cada vez saindo do carro, quando eu percebi que todos os outros já desciam e como sempre, exalando confiança pura.
Jack e Alex iam na frente como de costume, tão bem vestidos quanto eu naquele terno caríssimo e com relógio de ouro. SeuNome estava do meu lado, e segurou firme meu braço de modo que me causou um arrepio intenso antes que pudéssemos avançar no estacionamento, começando a sussurrar perto de mim.

SeuNome: Ninguém me falou nada que seria no hotel em que...aquilo aconteceu.
Eu: É só não pensar sobre isso. -respondi frio e Alex se aproximou de nós com um sorriso.
Alex: Agora a garota vem comigo.
Eu: Isso. -murmurei com certa irritação sobre isso. SeuNome soltou seu braço de mim e a vi passar na minha frente dando-me a visão de seu corpo de trás, das penas até suas coxas e bunda apertados naquele vestido dourado sexy enquanto caminhava até Alex. Eu olhei para trás vendo a fila de carros e Danny terminava de trancar o nosso se aproximando com as duas malas cheias de dinheiro falso, uma em cada mão. Quando voltei novamente minha atenção para eles Alex discretamente e cheio de classe repassava o plano para SeuNome.
Alex: Então é isso. -me olhou como se precisasse de confirmação para ir e assenti. -Ok, então vamos maravilhosa. -SeuNome segurou o braço dele e virou a cabeça pra mim com sua expressão irônica de hoje cedo antes de irem. O que ela queria dizer com isso? Que ele a elogiou e eu não? Filha da puta, aquela expressão. Idiota, estúpida. Ela sabe que isso me deixa perturbado, é claro que sabe. Ela faz de propósito. Os vi entrarem no hotel bem lotado e agitado, no mesmo momento que Jack que estava falando com um funcionário dali parou do meu lado com as mãos no bolso. Aquela cara dele era de quem queria me irritar. Fiquei apenas esperando a provocação, porque diferente dos outros caras as vezes ele não aceitava as coisas muito bem e discutíamos pra valer.
Jack: Você tá caidinho por ela né?
Eu: Não seja idiota bro, você tá falando merda.
Jack: É, mas você ainda tá puto porque ela veio.
Eu: Nada a ver. -olhei em volta e suspirei. -Tá tão na cara assim?
Jack: Com certeza.
Eu: Isso aqui é muito perigoso pra ela, se der errado sabe que...
Jack: Olha só, o cara de nome estranho Malik se importando com outra pessoa que não é ele mesmo. E o melhor de tudo, uma garota. -disse como se estivesse prestes a rir de mim.
Eu: A filha da mãe sabe e ainda provoca. -exclamei com uma vontade imensa de fumar. -Ela só aceitou vir pra provocar, tenho certeza. E o que eu podia fazer? Alex e Débora ainda deram força pra ela.
Jack: Ela que quis entrar no acordo.
Eu: No acordo pra virar traficante! Ela não tem nada a ver com as nossas trapaças. -ele revirou os olhos se dando por vencido. Não tínhamos tempo pra ficar discutindo isso naquela hora. -Ao trabalho?
Jack: Demorou, babaca. -bateu no meu ombro e saiu em direção ao elevador para o primeiro andar onde haviam os bares e cassinos.

O melhor de tudo era que conhecíamos o hotel como a palma da mão, assim como vários outros de Las Vegas. Mas na minha opinião havia um brilho diferente em Bellagio, já consegui extorquir fortunas nesse lugar. E eu tinha que admitir, não era nada fácil bancar o durão egoísta na frente da SeuNome e fingir desde aquela noite que eu não me importava com a morte do David, ele era meu irmão. Éramos completamente diferentes mas eu vi um dos meus melhores amigos atirar no peito dele na minha frente. E a verdade era que eu demorei para superar aquilo. E talvez eu nem tivesse superado.
Peguei um dos três elevadores após atravessar o térreo do hotel, mais conhecido como recepção, mas eu não era tão chique assim. Assim que as portas douradas se abriram tive a visão do meu habitat natural, aquele mundinho repleto de confusão, mesas de jogos e também o melhor jeito de conseguir dinheiro fácil. Saí junto com as várias pessoas e caminhei para dentro do andar extenso cheio de luzes por toda a parte, mulheres bonitas servindo bebidas, pessoas agitadas se divertindo em caça níqueis, jogos de dados e pôquer, em mesas pessoas bebendo e conversando. Aquele sim, era o real paraíso na terra. Eu pedi uma bebida no bar enquanto observava cuidadosamente o movimento das pessoas, ficava imaginando em que ponto do hotel SeuNome devia estar e o que devia estar fazendo. Devia estar confusa, mordendo o lábio inferior e imaginando se está fazendo certo. Eu daria todo o dinheiro dessa noite para poder ver isso.
Mas eu tinha tudo que eu quero.
Devia olhar pra mim mesmo, estava em algo importante, não dependia de ninguém e tinha uma carta na manga para os jogos, para as mulheres. E agora eu estava parecendo um viadinho, deixando uma me irritar por estar de quatro por ela. Me fazia perguntar a mim mesmo quando foi que eu me apaixonei pela SeuNome, em que maldito ponto dessa história isso aconteceu? Eu não sabia dizer. Só sabia que queria estar sempre por perto para vê-la brava, curiosa, para ver seu sorriso, suas gargalhadas altas e sua ironia. Para vê-la me enfrentar e dançar daquele jeito, eu queria cuidar daquela idiota, ouvi-la dizer algum dia que era minha. Agora eu via os motivos do meu irmão de ter lutado tanto por ela, tinha algo diferente a seu respeito. E agora eu sentia o mesmo. Só que diferente de tudo, isso não podia ser real.
       Terminei minha bebida mandando esses pensamentos para longe antes que perdesse o foco, caminhei entre as mesas indo em direção a última no canto esquerdo naquela área reservada onde geralmente os ricos gostavam de jogar para não se misturarem com as pessoas normais, uma garota passou por mim mordendo o lábio e eu retribui piscando antes de finalmente chegar a mesa mais importante e de maiores apostas do cassino. Das dezenas de vezes que estive nesse hotel e joguei, apenas uma ou duas foram nessa mesa.
Assim que me aproximei dois homens com charutos se levantavam deixando seus lugares vagos enquanto um deles com um sorriso enorme no rosto comemorava sua vitória.

Eu: Temos um vencedor!-disse com um sorriso.
XX: Eu conheço você?-o cara pediu.
Eu: Se me conhece? Por favor, faço parte do jogo desde sempre. Ouvi dizer que hoje é a noite do GoldRisck. -ele e os outros ali apenas me encaravam. Um deles tinha uma garota de vestido vermelho e colado sentada em seu colo e me lembrava muito aquela garota de um desenho, Jessica Rabbit. Esse pensamento subitamente me fez rir baixo.
Xxx: Qual é a graça?-me olhou um ruivo atrapalhado com as cartas em sua mão. Rico e inexperiente, meu tipo preferido de otário.
Eu: Ah, nenhuma. -me sentei em uma das cadeiras vagas. - Apenas o modo como está fazendo isso. Você pode pensar que as cartas ficam ali paradas e sem nenhuma função, mas tem que fazê-las trabalharem pra você. Está tudo no que faz com elas. Dois milhões duzentos e quarenta e oito mil, trezentos e sessenta maneiras de mãos de cinco cartas, dois milhões de jeitos de se fazer dois pares e assim por diante. -tirei meu maço de cigarros do bolso enquanto me olhavam surpresos.
XXX: Entende muito de pôquer, senhor...
Eu: David Jawaad.
XXX: Eu tenho chances de já ter ouvido esse nome antes?-meus olhos se direcionaram para Danny no fundo do cassino que carregava duas malas. Ele fez um sinal com a cabeça que confirmava ele já ter entregue á SeuNome as duas malas falsas e estava ali com as duas verdadeiras para entregar ao Jack.
Eu: Por aqui? Talvez. -murmurei meio distraído.
XX: Acho que ele quis dizer se tem condição financeira para entrar nesse jogo. -disse a garota atraente no colo do cara.
Eu: Senhores, eu garanto que sim. -os olhei. -Meu assistente pessoal já está com o meu dinheiro em direção ao andar de cima.
XX: Ótimo! Vamos começar então.

Os caras ali se apresentaram assim como eu, muitos tinham fichas coloridas nas mãos mas ali seria um jogo diferente, e conhecido por todos por ser mais arriscado por isso era jogado apenas uma vez por semana e apenas naquela mesa Vip no Bellagio.
Até onde eu sabia, as pessoas enganavam as outras o tempo inteiro para conseguir o que queriam. Enganavam até a si mesmas com promessas, palavras, gestos, nos convencemos a fazer coisas de que não queríamos, comprar outras de que nem precisamos, para agradar ou impressionar as pessoas de quem não gostamos. Então eu sabia que era enganador de qualquer jeito. Talvez só de uma maneira melhor. E isso era o suficiente para me livrar de qualquer remorso.
Qualquer um que me conhecesse tão bem quantos os caras sabia que eu conhecia técnicas infalíveis de anos, trapaças, blefes, ângulos. blind steal, cut-off, desde as mais fáceis até as mais difíceis e eu era modestamente o que eles poderiam chamar de profissional.
Os pessoal da mesa chamou um garçom e pediram tipos diferentes de bebidas, no meu caso foi um Jack Daniels e outra garrafa de vodca. Em alguns minutos, a mesa se tornou um mar de conversas paralelas e descontraídas que eu fazia questão de participar e parecer o mais simpático e formal possível, me misturando e ganhando aos poucos a confiança deles e nisso eu podia dizer, eu era. Mas no fundo era completamente cômico ver todos se gabando tanto de si mesmos sem nem desconfiar que em pouco tempo suas altas quantias viriam para mim.

SeuNome P.O.V's

{28 minutos antes...

Não havia sido nada fácil entrar no hotel como se nada tivesse acontecido antes, aquela memória, a briga, o tiro ainda estavam muito vivos pra mim. Alex havia me deixado quando chegamos ao elevador, eu respirei fundo e entrei com várias pessoas. Logo o mesmo parou no quinto andar e algumas delas saíram conversando ou passando em silencio para o corredor. Então dei de cara com Danny que entrou com um sorriso discreto pra mim e as duas malas nas mãos. As portas fecharam e ele passou as malas com dinheiro falso pra mim, e então, saiu no terceiro andar me deixando ali com duas mulheres. Enrolei um pouco como disseram que deveria fazer, até finalmente ouvir a voz de Danny de forma chiada em um dos meus ouvidos.

Danny: Tudo pronto, é agora. -Era o sinal. Continuei parada e sem responder já que haviam pessoas ali. Elas logo saíram me deixando sozinha e apertei o botão para o primeiro andar, como combinado. As portas se abriram e eu saí me sentindo preparada, andei pelo corredor vendo um casal passar e esperei que entrasse em um dos quartos para a barra ficar limpa. -Ei, SeuNome!-meu ouvido doeu e eu fui para trás com o susto.
Eu: Ai cacete, tudo bem, já ouvi!-sussurrei perto do meu ombro no microfone quase microscópico em formato de broxe que Zayn colocou na minha manga. Dei a volta no corredor, e me aproximei com cuidado, pisando firme até a última porta, ou melhor quarto 97. Parei em frente ao segurança bonitão que havia ali parado.
Ele: Oi moça, posso ajudar em alguma coisa?-larguei as malas uma de cada lado e cruzei os braços de modo que apertasse meus seios.
Eu: Quem sabe?-abri meu melhor sorriso sedutor. -Eu estou com um pequeno problema. -ele arqueou a sobrancelha.
Ele: Ah é? Qual?
Eu: Bom, é que estou de férias com as minhas amigas e a gente estava preparando uma festinha. Eu vim aqui mais cedo e acabei esquecendo uma coisa.
Ele: No quarto 97? Acho pouco provável, ele é trancado para dias de apostas.
Eu: Você não sabe?-mordi o lábio. -Ryan Collin deu uma festa aqui mais cedo quando o quarto ainda estava reservado por ele. -disse o nome falso que Jack falou.
Ele: Ahm...é mesmo?-agora parecia confuso. -Eu não fui informado que... -me encarou de cima a baixo. 
Eu: Então deveria. Será que eu posso entrar um minutinho?-seu olhar revezava do meu rosto para o meu decote na forma mais descarada possível. Eu me senti suja. E apesar de estar visivelmente atraído por mim, ele não fez nada continuando de pé na frente da porta. Eu também não queria que fizesse.
Ele: E para que as malas?
Eu: Para colocar os objetos do sr.Collin, se é que me entende. -disse maliciosa- Sabe, ele também não teve tempo de pegar antes de sair e nem nenhuma das garotas.
Ele: E ele te deixa vir aqui assim sozinha?
Eu: Por quê?-ele me secou novamente na maior cara de pau.
Ele: Pelos motivos óbvios?
Eu: Então vai me ajudar, certo?-pedi com uma voz sexy.
Ele: Sei, é que daqui a alguns minutos as pessoas da aposta vão começar a aparecer e eu tenho que me certificar de que essa porta esteve trancada até lá. -explicou. -Além do mais as malas que carrega são bem parecidas com as das apostas.
Eu: Eu seria muito grata a você se pudéssemos esquecer isso. Eu acho que poderia te ajudar também...-deixei essa frase morrer no ar esperando que ele mordesse a isca.
Ele: Me ajudar, é?-mordeu seu lábio. Bingo! Sorri pra ele. -Como?-me inclinei com cuidado até seu ouvido e comecei a sussurrar.
Eu: Passa lá no quarto 36 daqui a meia hora. -me afastei sentindo sua mão discretamente alisar uns 2 centímetros da minha coxa. Por mais gato que fosse eu estava com nojo dele, e principalmente de mim. Mas aquela altura não podia dar para trás. Ele pigarreou e eu me afastei. 
Ele: Bom, então...-ele se virou, destrancando a porta e me dando passagem. Peguei novamente as duas malas e passei por ele com um meio sorriso, o cara fechou a porta e eu finalmente estava sozinha naquela sala. Olhei em volta percebendo o sofá verde que Alex falou, coloquei as duas malas ali uma do lado da outra encostadas no braço do sofá e tirei uma calcinha nova da bolsa. 
Danny: Conseguiu?-ouvi o chiado em meu ouvido. 
Eu: Sim, estou saindo da sala. Já deixei as malas. -respondi baixo. 

Suspirei dando duas batidas na porta e o cara abriu pra mim, me deixando passar enquanto eu colocava a calcinha extra em seu ombro. Ele sorriu e em seguida fechou a porta como se nada tivesse acontecido. Lhe direcionei uma piscadela antes de sumir no corredor. 
Eu: Tudo pronto Danny. 
Danny: Caralho, isso aí garota! -disse animadamente e dei risada enquanto apertava o botão. -Você é uma de nós agora.

Ele tinha razão e saber disso fazia meu sangue ferver e circular mais rápido. Eu queria despertar meu lado rebelde, queria fazer participar disso e queria fazer merda. Mas não tanto quanto queria provocar Zayn por tudo que ele me fez passar até aqui. Eu sentia que tinha perdido o juízo, mas a sensação era indescritível, e com esse pensamento entrei no elevador.

Zayn Malik P.O.V's

As cartas eram embaralhada por mãos profissionalmente ágeis, logo após estávamos jogando um pôquer descontraído e sem importância a algum tempo e logo no final da rodada eu fiz minha mágica para ganhar. Mas nem de longe, isso desiludiu os outros jogadores, para ser sincero eles ficaram ainda mais competitivos direcionando algumas palmas um tanto irônicas pra mim. Eu fiz um sinal agradecendo com a cabeça do mesmo jeito e então um deles chamou um funcionário dali para ligar a tela presa a um raque na parede. Olhei em volta percebendo que a agitação no cassino era ainda mais intensa a essa hora, e nem sempre isso era bom mas eu estava muito confiante. 

Dylan: Então senhores, a hora esperada é agora. Vamos começar o GoldRisck. -uma das garotas saiu do colo do velho e saiu andando pela cassino, os outros concordaram já direcionando sua atenção para a tela da tv. Eu tinha visto uma das atrações começar a se apresentar a alguns minutos, um cara que eu costumava conhecer a alguns anos, ele havia se tornado um cantor de cassinos. Orgulho da mamãe. Se bem que eu não estava em posição de julgar.
Chris: Meu cara já está lá. -os outros assentiram assim como eu, dizendo que seus assistentes capachos já estavam na fila da porta 97. 
Xx: O Jack já está pronto. -ouvi baixo no aparelho escondido em meu ouvido. 
Eu: Sim, o meu também, senhores. -um deles balançou a cabeça. 
Dylan: Qual desses seria o seu, sr.Jawaad?
Eu: Ryan Collin, que está na direita da tela. -apontei após dizer o nome falso de Jack. Começamos a assistir os representantes passando com suas malas de dinheiro um por um pelo segurança que verificava por uma máquina de luz ultravioleta se os maços eram legítimos. Depois que as malas de Jack passaram na boa, foi a vez dos outros. Ele trocou as malas pelas falsas de forma tão cuidadosa quem nem eu mesmo percebi. Então agora um por um eles iam á frente da câmera com as malas abertas dizer os valores que estavam apostando. Jayme Thrill 6 mil, Rick Stevy 10, Dan Ridder 5, Robert West 8 mil, meus olhos deviam estar brilhando enquanto escutava. Então foi a vez de Jack. 
Jack: Sou Ryan Collin, apostando atualmente 8 mil dólares. -os via apertarem as mãos e simplesmente queria revirar os olhos mas não o fiz. 

Logo o jogo começou e já nessa etapa comecei a colocar meus truques em prática, em alguns momentos tenho que admitir que achei que iria ser pego mas deduzi ser efeito químico da bebida porque tudo estava correndo perfeitamente bem. Quando chegou a pausa, alguns dos caras se levantaram da mesa para ir ao banheiro, pedir mais bebidas ou namorar com suas mulheres, eu pedi licença indo rapidamente em direção a porta bem escondida perto dos elevadores, o depósito. Assim que entrei e fechei a porta achando Danny agachado olhando duas pequenas telas que mostravam a filmagem das câmeras que ele colou no teto de dois corredores do hotel mais cedo, a parte da SeuNome e do Alex. Me agachei ao lado dele com cuidado para não sujar a minha roupa e depois não levantar suspeitas e começamos a ver juntos depois que nos cumprimentamos com rapidez. Vi o Alex deixar a SeuNome no elevador como era sua parte na filmagem, e depois Danny colocou a dela. Não havia som, apenas dava para vê-la chegando bem confiante no corredor e parando na frente do segurança enquanto deixava as malas de lado. Eles começaram a conversar e logo pareciam tão íntimos que só de assistir eu me sentia desconfortável. Muito desconfortável. Então ela colou seu corpo no dele sussurrando alguma coisa e o filho da mãe ainda alisou a coxa dela. O pior era não ter som, só de imaginar as coisas sujas que eles deviam estar falando me deixava ainda mais irritado. Então a vimos entrar no quarto e demorar um tempo lá dentro, então quando saiu jogou sua calcinha pra ele que depois que ela saiu, cheirou-a com gosto. 
Eu estava a ponto de vomitar. 
Eu odiava me sentir desse jeito. E odiava mais estar morrendo de ciumes daquele desgraçado.

Eu: Ahm, tenho que voltar brother. -ele assentiu continuando a assistir enquanto eu levantava e saía dali da mesma forma que entrei torcendo para que fosse um dos primeiros a chegar a mesa para a próxima jogada.

Com todos de volta a mesa, o jogo volta e agora mais tenso. Um por um, suas expressões, as posições de suas mãos e corpos, eu notava tudo e usava a meu favor. Havia blefe em toda parte mas eu era melhor, e sabia disso. Só conseguia pensar em como devia ser pra eles, perceberem que estavam ficando encurralados e não saberem ao certo o que fazer, eu já sentia minha testa começar a suar, meu corpo estava ficando mais quente ainda dentro mais naquele terno, eu descreveria como um jogo perverso, em chamas e prestes a explodir. Era tudo pelo dinheiro mas no fundo eu era viciado na emoção de arriscar. Quando a última rodada começou, eu dei o meu último e mais importante golpe enquanto dava toda a minha atenção á aquilo. Assisti-o funcionar me sentindo embargado e aquilo foi algo maravilhoso, assim como as expressões deles de vencidos. 
Fim. 
Acabou.
Eu tinha ganhado.
Eu sairia dali com 37 mil dólares.

Alguns deles ainda encaravam perplexos a mesa redonda na qual as cartas a alguns segundos haviam sido jogadas. Eu me levantei fingindo um sorriso de surpresa já esperando seus comentários desagradáveis em relação a mim e a si próprios. Ou então alguns me parabenizando de forma irônica.

Eu: Ótimo jogo senhores, boa sorte na próxima vez. Até mais ver...
Chris: Ei, ei. -me encarou. -Pode sentar espertinho. 
Eu: Desculpe, mas eu tenho que mandar pegar o acúmulo das apostas, ir a outras mesas para jogar e...-senti uma presença mais alta bem atrás de mim me fazendo pensar "Porra..." imediatamente. Vi o cara tirar com descrição uma arma de seu terno e apontar para mim sem que ninguém mais visse. Eu não fazia ideia, realmente me pegou de surpresa, eu tinha certeza absoluta que não tinha sido pego. Aí notei que haviam me visto entrando no depósito. Merda, eu entreguei o jogo. Agora na minha mente rodavam um turbilhão de pensamentos. 
Luke: Senta aí. -ordenou me encarando. 
Eu: Tudo bem, calma aí cara. -me movi com cuidado me soltando do grandão atrás de mim e simulei que ia me sentar novamente, no mesmo instante dobrei meu braço para trás com força acertando o cara no rosto e o fazendo cair para trás e me abaixei ouvindo um disparo passar por mim que foi o bastante para causar um tumulto em todo o cassino. O tal do Chris se levantou da mesa pegando a arma do seu segurança do chão e vindo na minha direção com pressa enquanto eu comecei a correr dali. Meu coração parecia ter sido lançado contra a espinha, mas não parei. Ouvia gritos por todo o lugar principalmente de mulheres, as pessoas se jogavam no chão tentando não serem acertados, eu corri o mais rápido que pude em direção as escadas de incêndio já que as portas do elevador estavam fechadas, ouvi passos rápidos atrás de mim e meu coração estava disparado batendo violentamente contra o meu peito, quase tropecei em um degrau me sentindo ofegante, assim que cheguei no primeiro andar disparei pelo corredor quase esbarrando em algumas pessoas, as portas douradas do elevador acabavam de se abrir e ali estavam Alex e SeuNome conversando. Olhei para trás vendo o homem furioso empunhando a arma, ele atirou novamente e eu desviei quase ficando de joelhos e voltando a correr, SeuNome me olhava adiante com os olhos arregalados de pavor e Alex acabava de tirar sua arma da calça e sair do elevador. Eu entrei no mesmo como um raio sem poder perguntar nada a Alex, o homem chegou até mim mas as portas se fecharam. 
Chris: VOLTA AQUI DESGRAÇADO!-ouvi seu grito mesmo enquanto o elevador subia. A SeuNome apertava os botões desesperadamente e eu me encostava no espelho completamente ofegante, sentindo minha testa e cabelo molhados de suor.
SeuNome: QUE PORRA FOI ISSO?-eu quase podia ouvir seu coração batendo no mesmo disparo do meu. -AQUELE HOMEM ESTAVA TENTANDO TE MATAR! O QUE HOUVE?!
Eu: Não grita, cacete. -disse meio em choque e ficamos em silencio, apenas tentando nos recuperar.
SeuNome: O Alex ficou lá. 
Eu: Vai ficar tudo bem, ele tem uma arma. -expliquei tentando convencer a nós dois. -E ah, belo trabalho sendo uma vadia. Que ótimo sussurro foi aquele!
SeuNome: E o que você queria que eu fizesse? Era a droga do plano. -me analisou antes de continuar. -Como você descobriu do sussurro?
Eu: Se não sabe tinha uma câmera naquele andar assim como em outro. Para o Danny te monitorar.
SeuNome: Tá, mas e daí, hein?

Ela me olhava enrijecida com uma cara feia mas provavelmente não sabia o quanto estava linda. Fodidamente linda. E também não devia nem fazer ideia da minha fúria. Ela provavelmente nem imagina o quanto eu estou puto, e por um momento isso me anima mesmo que tenha um rico no mesmo hotel que eu inconformado por ter perdido tanta grana tentando abrir um buraco na minha cara, por um momento eu sentia apenas que éramos só duas pessoas no elevador.

Eu: E daí? Isso não é pra você!-disse alto. -Olha só, eu quase acabei de levar uma bala na cabeça e estamos em um cassino! Isso é vida para uma garota?-fixei meus olhos nela. Na garota gostosa de seios fartos apertados naquele vestido.
SeuNome: Eu sei o que é pra mim e não você, então não tenta ficar mandando no que eu quero e na minha vida, eu faço as minhas escolhas!-berrou.
Eu: Droga, será que você não percebe que eu sou louco por você porra?-aumentei o tom de voz- É isso aí! Eu já estou cansado disso, você finge que nós não sentimos nada um pelo outro, que a nossa química não é perfeita porque está com medo. 
SeuNome: Do que você está falando, isso não é verd...-as portas se abriram e percebi dois caras vindo na direção do elevador, a puxei para cima rapidamente jogando seu corpo metade nas minhas costas de modo que eu pudesse segura-la melhor para correr. -ZAYN!-ignorei seu grito ouvindo alguns xingamentos atrás de mim que vinham dos caras que me perseguiam, eu não tinha visto qual andar estávamos agora e aqueles corredores estavam parecendo labirintos enquanto eu passava por eles em disparada. Senti minhas pernas doerem mas não parei, eu só queria achar uma saída logo. Tive que pegar um atalho para chegar finalmente a recepção, eu estava ofegante de tanto correr quando finalmente coloquei-a no chão. A SeuNome é tipo magra falsa, sabe? Pesada pra cacete. Ou talvez também tenha sido a pressa em que eu estava de me safar de morrer. Ela estava reclamando quando vi o Danny no estacionamento, agarrei a mão da SeuNome e corri para fora do hotel -que diga-se de passagem se eu nunca mais visse na vida não faria nenhuma diferença- chegando até ele. 

Danny: Ah Deus, vocês estão aí!-colocou a mão no peito- Chega desse lugar, vamos pra casa por favor. -ele e Jack estavam com as mãos cheias de malas lotadas de dinheiro. Ah meu deus, eu estava animado. 
Eu: Dinheiro, dinheiro, dinheiro!-gargalhei. 
Jack: Dude, você bebeu?
Eu: Bebi. -gargalhei meio anestesiado por termos conseguido ficar com a grana e ainda eu ter me safado de morrer. Aliás, não que eu não tivesse acostumado a fugir constantemente de homens com boas razões para me matar. -Vamos logo!-dei a volta no carro e SeuNome com um sorriso sapeca entrou depois de mim, eles colocaram o dinheiro no porta malas e entraram também. 
Jack: Caras, onde está o Alex?
Eu: Ele ficou para trás. 
Jack: Esperamos?-minha cabeça deu dezenas de voltas, eu não sabia. -Ele sabe o caminho de casa. 
Eu: Ele ficou para atirar no homem pra mim. 
SeuNome: Vocês tem que esperar!-olhei para trás vendo o infeliz do Alex correr para fora do hotel rapidamente procurando o carro com os olhos, Danny manobrou até ele e abriu uma das portas dando a chance de Jack ao seu lado puxa-lo para o banco da frente. Eles gritaram em vitória e desaparecemos daquele inferno. Eu soltei aquele suspiro que tanto esperava que dizia algo como "conseguimos" e joguei minha cabeça para trás no banco. Senti a da SeuNome então cair sobre o meu ombro, em seu rosto havia um quase sorriso.
E foi traindo o meu irmão e lutando contra tudo que eu conhecia e me definia, que coloquei um braço em volta dela lhe fazendo carinho e esquentando seu corpo gelado. Eu talvez me sentia arrependido por ter dito aquilo sem dúvida na pior hora a ela. "Eu estou louco por você", ah por favor. 
Mas como dizia um cara foda que eu conhecia, as noites de Las Vegas foram feitas para dizer o que você não tem coragem pela manhã.

SeuNome P.O.V's

Eu havia acabado de sair do banho mais relaxante da minha vida, depois daquele...episódio no Bellagio. Eu só sabia que nunca mais queria voltar lá. Fui para a sala tranquila, havia apenas uma tv ligada no volume mais baixo possível enquanto Logan dormia profundamente estirado no sofá. Eu a desliguei e fui tomar água antes de pensar em voltar ao meu quarto para relaxar. Mas é que...algo involuntariamente perturbava meu sossego, meus pensamentos e minha sanidade. 
Achei a droga daquele bilhete do Zayn ainda dentro da geladeira me fazendo revirar os olhos e logo após abrir um sorriso. Aquelas palavras dele ecoavam como uma praga na minha cabeça. 
         Como se isso não bastasse, novamente havia me levado ao seu estúdio. Mas eu parei na porta, não queria entrar. Não sabia se queria, se devia. Ultimamente eu tenho vivido uma variação bizarra do certo e errado. 

- Procurando alguma coisa, espertinha?-dei um pulo ao ouvi aquela voz atrás de mim. -Veio tirar mais fotos das minhas maravilhosas obras de arte?
Eu: Pelo jeito ganhar aquela grana preta fez bem para o seu humor. 
Zayn: Pois é -riu-, você sabe o que eles dizem. 
Eu: Não, o quê?
Zayn: Ahm...esqueci. -murmurou confuso me fazendo rir. -Ainda estou meio bêbado, me dá um desconto. -passou por mim empurrando a porta e entrando em seu estúdio. Eu me senti também convidada a entrar. 
Eu: Vai passar a noite aqui?
Zayn: Provavelmente. -colocou o copo de bebida que segurava em cima da escrivaninha e ficou em silencio por um tempo. -Olha, SeuApelido, sobre o que eu falei lá no elevador, aquilo foi...
Eu: Bizarro? Idiota? Impensado?
Zayn: Tudo isso e mais um pouco de tudo que é ruim. A verdade é que...-o olhei esperando suas próximas palavras. -É que se apaixonar é um porre. 
Eu: É verdade. 
Zayn: Olha só, concordamos em alguma merda. -ironizou. 
Eu: Finalmente. 
Zayn: É. -me distrai olhando seus desenhos nas paredes. 
Eu: Sabe de uma coisa?-ele sinalizou pra mim continuar. -Eu falei para aquele cara que era pra ele me encontrar em meia hora no quarto 36. -Zayn gargalhou, finalmente. 
Zayn: Acho que outra pessoa teve uma surpresa desagradável. 
Eu: Na verdade bem agradável, o cara era um gato. -ele veio até mim pegando meu braço e simulando irritação. 
Zayn: Ah, não! Some daqui, não quero gente falando de macho nesse estúdio. -eu gargalhei soltando meu braço dele que me olhou e espalmei minhas mãos em seu peito coberto apenas pelo finíssimo tecido de sua camiseta. -Eu disse saí chata. 
Eu: Por que será que bad boys não abraçam?-o ignorei olhando para cima e encontrando seus olhos. Ele deu risada e apertou os lábios um no outro, em seguida colocou seus braços em volta de mim me apertando contra si. Eu achei forças para o soltar e me afastei com um passo. -Bom, o dia foi longo. Acho melhor eu ir descansar. -o vi assentir e me preparei para sair, mas então ouvi meu nome que me fez virar novamente. 
Zayn: Eu não quero que você vá. -ele veio vindo até mim enquanto me olhava daquela forma que poderia me fazer gozar, pisando firme. Havia alguma coisa na voz dele que me fazia querer ceder naquele exato momento. Como se sua voz prometesse que nada no mundo seria tão bom como experimentar novamente aqueles lábios que agora soltavam as palavras lentas e deliciosamente. Mas o meu orgulho insano me obrigava a lutar um pouquinho mais. Só um pouquinho mais. -Não agora. 

Suas mãos viraram meu corpo para o seu e eu fiz um sinal negativo com a cabeça, eu sabia que estava a ponto de chorar e querendo socar e bater em Zayn ao mesmo tempo que queria incrivelmente beija-lo até deixar sua boca dormente. Em uma rápida briga em minha própria mente enquanto seus olhos abaixados encarando meu rosto sério, me dei por vencida aceitando o fato de que eu já estava completamente com a cabeça enterrada na areia. Não havia mais volta para os meus sentimentos, e nem pra mim. Como ele tinha coragem de me olhar daquele jeito? Eu não entendia como podia, hipnotizante. O desejo por seus braços tatuados me pareciam tão familiar a ponto de me sentir normal em estar febril e querê-lo. Seus olhos não queriam me perguntar qualquer maldita decisão que eu havia tomado, eles apenas me queriam. Meus dedos roçaram a lateral de seus braços, eu sentia que podia cair de joelhos se seus lábios se aproximassem mais e encostassem nos meus que imploravam por isso. Eu o achava um idiota e ele sabia disso. Sabia também que eu gostava de nós dois juntos, sabia que eu já tinha imaginado como seria pertencer a ele. Achei que ia desmoronar naquela hora e beija-lo mas suas mãos seguraram minha cintura e desceram pelas laterais da minhas pernas, senti sua respiração no meu pescoço e ali foi onde seu beijo iniciou, eu fechei os olhos nem percebendo quando fui prensada contra a parede pichada ao lado da sua cama e me assustei, suas mãos seguraram meus braços e ele me olhou com certa fúria nos olhos e malicia no sorriso, tão perto de mim que eu mal podia respirar. Nossos corpos estavam grudados, joelhos e quadris, fazendo com que eu sentisse que ele estava tão excitado quanto eu. Seus lábios tomaram os meus rapidamente enquanto senti seu amiguinho pulsar sobre mim e me fazer gemer baixo em seu ouvido e levantar uma perna envolta de sua cintura. Ele sorriu safado, vendo a chance de me pegar no colo e levar até a cama onde me jogou com força fazendo-me afundar nela, e melhor, com ele sobre mim. Minhas pernas estavam em volta de sua cintura, o mantendo preso em mim.

Eu: Eu não sei se...
Zayn: Shhh...-colocou o dedo em meus lábios. -Você me deixa louco sabia? Me arrependo de ter esperado tanto para fazer isso -dizia ofegante-, mas eu estava cego demais por você para fazer o que eu queria. Você é diferente e não sei como, mas sabia que devia te deixar escolher.
Eu: Eu quero. -ele apertou seu membro em mim nos afundando ainda mais na cama. -Ahh Zayn, eu quero tanto você. -vi em seus lábios agora um sorriso de lado, eu sabia que ele queria e eu precisava exatamente disso agora. Zayn me ajudou a tirar sua blusa num puxão só, agora ele estava sem camisa em cima de mim e eu sentia que seria minha morte súbita. Zayn puxou minhas roupas deixando-me apenas de lingerie e agora minhas mãos passeavam pelo seu corpo o fazendo se arrepiar, enquanto mal sabia que estava me fazendo salivar de desejo de beijar seu pescoço. Me mexi na cama colocando meus pés na barra de sua boxer e puxando-a para baixo na esperança de conseguir retirar de seu corpo sarado. Aquele corpo já era uma delicia vestido, mas sem...não havia homem capaz de levar alguém a loucura como Zayn Malik. Aquela sensação era intensa demais para apenas aqueles toques, aquele beijo apaixonante, eu o queria mais a cada segundo que passava em baixo de seu peitoral quente. Eu segurei seu membro nas mãos o apertando forte e ele gemeu baixo, depois comecei a fazer movimentos de "vai e vem" sem parar acelerando cada vez mais enquanto ele arfava por algum tempo e então suas mãos trêmulas juntaram forças para segurar meus braços presos na cama. Eu estava a encara-lo, Zayn juntou nossos lábios apertando as laterais do meu corpo e minha coxa. 
Zayn: Agora é a minha vez de brincar, afinal, eu sou o cara mau. -disse em um tom sensual no meu ouvido, em seguida retirou meu sutiã e senti suas mãos nos meus seios os massageando, me deixando arrepiada enquanto sentia seu membro grosso e duro sendo tocado em mim e me fazendo gemer e arfar. Eu sentia meu corpo em chamas, um fogo tão grande que sentia que podia corroer toda minha alma. Logo seus dedos já escorregavam para dentro de mim fazendo-me contorcer na cama, eu estava chamando seu nome e mordendo os lábios para não gritar. Um dedo, dois, brincando comigo como se fosse sua maior diversão, eu segurava seu pescoço sentindo que estava completamente submissa. Virei minha cabeça em busca de seus lábios, nos encontramos em um beijo agitado, cheio de excitação.
Eu: Eu preciso ter você. Agora! -pedi em seu ouvido, enquanto me empurrava na cama e puxava meus cabelos. Seus dedos brincavam com meu clitóris e uma onda de calor tomava conta de mim. -Zaynnn...-pedi relutante mas ele continuava a me torturar com os dedos, então finalmente me preencheu por completo e ofeguei de desejo. Logo Zayn começou a se movimentar e ficamos em sincronia, ele cavalgava cada vez mais forte e rápido até um momento em que eu simplesmente não podia evitar arranhar suas costas com tamanho prazer que eletrizava pelo meu corpo, nossos gemidos eram tão altos que eu estava me sentindo histérica, Zayn segurava na cabeceira da cama enquanto me estocava com toda sua força e me torturava com sua mão passando sobre meus seios. Eu não demoraria para chegar lá com tantos estímulos. 
Zayn: Gostosa... -senti meus músculos internos se contraírem, o ouvi gruir mais alto perto do meu ouvido, era tudo que faltava para eu liberar o meu prazer, gemi sem fôlego enquanto meus sentidos ficavam como loucos, senti que ele também chegava lá. Ficamos naquela posição por alguns segundos, até minhas pernas cederem e eu cair com cuidado de bruços sobre seu peito, ele nos cobriu com o lençol e olhei sobre meu ombro o vendo rir enquanto olhava para o teto. -Você é incrível. Meu Deus, a garota mais incrível do mundo. 
Eu: Você é um babaca. -seus braços me apertaram causando-me um arrepio. -Mas é o meu bad boy

Eu não conseguia pensar em outra coisa que não fosse ele. Que não fosse nós. 
Definitivamente não.


CONTINUA...
RÁ, AQUI ESTOU
Demorei um pouquinho (e sei que as safadas estavam esperando esse capítulo) porque me obriguei a fazer o trailer da fanfic porque não consegui o programa quando comecei ela. Aliás como eu me animei tenho fogo na xana não me contentei em fazer só um, então fiz dois. 
Enfim, antes tarde do que nunca, então quem quiser ver os trailers ENTRA AQUI.
Bezos

16 comentários:

  1. Capítulo perfeito, safado, tudo de bom *-*
    Continua logo :33

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  2. Ta perfeito como sempre! Um dos capítulos mais perfeitos e realistas que eu já li em toda a minha vida! Por favor, continua. Eu senti tudo, toda a emoção! Ta muito ação, perfeito, os personagens são todos maravilhosos. Isso parece um filme, um série muito foda...e como sempre, seus hots ficam MUITO HOTS E FODAS.
    Continua, por favor!
    XxSuaDean

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  3. Meu Deus que fanfic é essa ? Simplesmente perfeita ops muito mais de melhor do que perfeita . Nao consigo explicar acho que Badboy of mine sem duvida merece um osrcar ♡_♡

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  4. QUE CAPITULO DIWASTICO!!!!
    Simplesmente amei esse capítulo! Um dos melhores!
    Eu amo isso que você faz de mostrar os sentimentos e o que o Zayn e a S/N estão sentindo e pensando! Eu esperei tanto por esse capítulo! Finalmente os dois se declararam! Eu amei esse capítulo.
    Continua logo pleaseee!!

    Bjs xxMin

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  5. PORRA CARA O CAPITULO MAIS ESPERADO DA MINHA VIDA, PERFEITO

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  6. Ai Lizzy esse foi o melhor capítulo do mundooooo, amei cada parte, tipo muito, eles são perfeitos um para o outro! Lacrou pisou humilhou e detonou os outros fics ❤️

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  7. SNTO DEUS O QUE TODOS ESPERAVAM para de divar menina

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  8. Amei esse cap. tá demais
    vc é diva!!!!!!!!!!!!!
    - Lúh

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  9. Continuaaaaa ... Sua fic é a minha preferida :)

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  10. Melhor fic eveeeeeer.
    Ficou muitoo bom esse capítulo(e todos os outros),mas esse foi o melhor! Continua tá mt boa!!

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  11. Melhor fic eveeeeeer.
    Ficou muitoo bom esse capítulo(e todos os outros),mas esse foi o melhor! Continua tá mt boa!!

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  12. MDS continua rápidoo, tá muito perfeita cara, não demora pra postar please

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  13. PERFEITO AI O MELHOR E MAIS ESPERADOOO

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  14. moça amei o capítulo e tô babando até agora com os trailers ótimo trabalho viu queria que vc pudesse fazer o trailer do meu fic tb :/

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  15. Zayn tem que saber que ele tirou a virgindade da (Seu nome)

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