Badboy of' Mine - Capítulo 16

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- Ouvi dizer que você se apaixonou



Zayn Malik P.O.V's

Eu não sabia como me comportar diante daquele olhar completamente desconfiado que o tal Logan exercia enquanto eu terminava de explicar. Quem diria, as pessoas que tratamos mal podem ser a que precisaremos pedir ajuda dias/anos depois, ou até mesmo na tarde seguinte como estava acontecendo no meu caso. Me segurei para não rir desse pensamento enquanto ouvia Jack perguntar num suspiro "E então?" diante da expressão calada de Logan que apernas nos olhava com a mão agora no queixo vinda do desmanchar os braços cruzados. Eu apenas podia ouvir os meus pensamentos hesitantes e ouvir a bola de basquete bater no chão da quadra várias vezes seguidas ao fundo na qual os caras jogavam mostrando a mínima preocupação possível em relação a proposta.

Eu fiquei feliz em ir embora de lá, o clima estava muito estranho e além do Jack, os outros não estavam muito interessados em me ajudar a convencer o engomadinho de aceitar a proposta. Não que nós precisássemos exatamente dele, mas nós cinco éramos poucos segundo o sr.Payne, a casa era enorme e precisaríamos de pelo menos umas oito pessoas para controlar as drogas que futuramente iam entrar e sair de lá. Eu estava um pouco irritado na volta, pensando em tudo isso, uma das coisas que mais odiava era ter que fazer escolhas porque eu sempre escolhia errado e acabava com mais um pouco da minha alma me culpando por isso depois.
A resposta do cara não foi bem clara aos meus ouvidos, "Essa é sem dúvida a coisa mais estúpida que eu já ouvi na vida" ou "Eu já sabia que você era um mal-caráter, mas isso se superou" ok, eram bons elogios mas algo estava ótimo em não ouvir um 'não' logo de cara. Logan ficou parecendo realmente confuso, fiquei imaginando pelo jeito que agia e falava se ele devia ter algum emprego decente, amigos educados, uma namorada de boa família e tudo que os meus pais queriam que eu tivesse para se orgulharem de mim. Talvez ele não precisasse ganhar muito dinheiro com tráfico. Talvez ele só quisesse uma vida confortável com exatamente o que já tinha e isso me fez pensar que eu não devia tê-lo chamado para fazer a proposta. Ele apenas balançou a cabeça e falou que ia pensar, o Jack deu o telefone dele caso ele mudasse de ideia dentro dos 3 próximos dias.

Exatamente 3 dias.
Esse foi o prazo desesperado que o sr.Payne me deu para arranjar até oito pessoas confiáveis, tomar a decisão e ligar para ele dizendo que íamos para a casa. Era completa loucura, eu sabia. Enquanto diria de volta e dessa vez com calma, olhei rapidamente por menos de um segundo para SeuNome pensando que ela não sabia exatamente de nada que estava acontecendo ali, e o que faria se soubesse? Isso me fazia querer rir. Eu sabia que aquela garota se sentia completamente perdida e eu fiz isso com a cabeça dela.
Estava tudo junto na minha mente, e a maneira como as coisas eram tão embaralhadas me fazia querer fumar outra vez, e era assim, sempre que eu tinha que tomar uma decisão. Algumas pessoas não são fortes o suficiente mas eu já tinha me conformado com isso. Pobre caso perdido.

Passei no supermercado que avistei no caminho e a SeuNome hesitou em querer descer do carro para entrar comigo, eu conseguia sobreviver sem comida em casa por dias apenas fazendo algumas refeições quando estava na rua, mas ela não. Se ia ficar no meu apartamento eu devia pelo menos deixar a geladeira cheia. Se ela estava pensando em fugir estava completamente enganada em achar que eu daria alguma chance para isso, após encara-la e assistir aquela atitude de garota mimada cruzando os braços e virando a cara, revirei os olhos e saí batendo a porta, travei o carro por fora e ela estava balançando a cabeça lá dentro como se não acreditasse que eu tinha feito aquilo. Joguei a chave para o alto e a peguei em seguida colocando no bolso e tentando arranjar alguma paciência para fazer compras naquele mercado cheio.
Tentei demorar o menos possível, apenas fui colocando as primeiras coisas que achava que ela ia gostar naquele carrinho e...tá bom, não era o que parecia, eu não estava tentando agradar a SeuNome, eu nunca fiz isso pra ninguém, por que ia fazer agora? Quem me conhecia sabia que eu não era o tipo sensível e mal sabia cuidar de mim mesmo, ainda mais de outra pessoa. Apesar de toda a pose que eu passava de não me importar com nada, não podia deixar que alguém realmente passasse necessidade na minha frente sem fazer nada. Por que eu estava tentando explicar isso mentalmente a mim mesmo enquanto empurrava o carrinho pelo mercado?
Por quê?
São tantos "porquês" nos últimos dias, nos últimos anos.
Dias ruins, década ruim.
Isso me cansa, talvez minha aparência mostrasse um cara cansado. Talvez eu parecesse estar morrendo aos poucos. E talvez algumas garotas até achassem isso atraente.
Com certeza elas achavam.

Após me certificar de que tinha pegado comida o suficiente para uma semana, fui enfrentar a fila do caixa. Droga, não queria deixa-la sozinha por tanto tempo. Bati o pé várias vezes olhando em volta e tentando ser menos apreensivo, havia um cara que acabava finalmente de pagar dando lugar a uma velhinha que demorou quase uns dez minutos só para que aceitassem o cartão. Não consegui me controlar e comecei a puxar o meu carrinho na frente das pessoas passando por elas e furando a fila, alguns reclamavam furiosos mas eu não estava nem aí. Disse um "Dá licença, gracinha" para a velha enquanto entrava em sua frente, subornando a mulher do caixa e ela deixou que eu passasse as coisas na frente de todo mundo, é por isso que eu amava essa cidade. Paguei as compras ouvindo os comentários e xingamentos atrás de mim, saí dali o mais rápido que pude indo direto para o carro na qual a SeuNome ainda estava, parecendo entediada. Coloquei as coisas no banco de trás e entrei. Ela não fez tantas perguntas como eu imaginava que faria, apenas tive que responder a um "Pra que tudo isso?" e "Você é louco, que tipo de cara não tem comida em casa?". Chegamos ao velho prédio e tentei pegar todas aquelas sacolas nos braços, e é claro que a SeuNome não iria me ajudar nem que eu me humilhasse para pedir. E é obvio que eu JAMAIS faria isso. Coloquei tudo na cozinha e falei que ela podia se servir do que quisesse e mesmo depois de negar eu sabia que o estômago dela já devia estar roncando então tirei algumas coisas prontas da sacola e deixei mais perto de SeuNome que me direcionou um olhar terno, e se não me odiasse eu até poderia encarar aquilo como um "Obrigada". Eu queria perguntar isso na verdade, "você ainda me odeia?"
Mas que tipo de cara pergunta isso? Eu não tinha mais oito anos.
E não ia me humilhar para mulher nenhuma.

Eu: Tenho que sair. -parei de rondar a cozinha e falei de uma vez.
SeuNome: Você não para nesse apartamento. -riu sem humor.
Eu: É verdade...-procurei um maço de cigarros nas sacolas e coloquei no bolso. Ela estava me olhando.
SeuNome: Nossa você é mesmo viciado nessa merda de cigarro. Logo vai acabar morrendo de câncer como todos os outros otários que dão o dinheiro por esse lixo.
Eu: Você adoraria que eu morresse. -pensei alto e seus olhos me olharam cerrados. -Hum, isso é problema meu.
SeuNome: Vai me deixar aqui?


Eu: Eu vou.
SeuNome: Eu sei que você não confia em mim, ouvi você dizendo para o seu amigo. Mas...
Eu: Tem razão, eu não confio. O que mais você ouviu?
SeuNome: Só isso. -a encarei tentando parecer intimidador, mas ela realmente não parecia cair na minha. -Eu juro. -falou firme.
Eu: Eu não acredito em você. -me afastei soltando fumaça pelas narinas. Não acredito que ela ouviu as minhas conversas -Que ótimo. -disse ironicamente e ela olhou para a mesa tentando não fazer mais contato mais visual.


Virei para sair da cozinha e então virei de volta para ela que me olhava em interrogação. Eu queria contar da proposta, será que ela ainda estaria ali quando nós aceitássemos? Eu sabia que SeuNome não sabia quanto tempo teria que ficar ali, e eu também realmente não sabia quanto tempo teria que priva-la de sua vida. Mas se fosse para não ser preso, eu a manteria o tempo que fosse preciso. Então, ela tinha que saber? Passei a língua nos lábios e balancei a cabeça dizendo a ela que não era nada. Então saí do apartamento trancando-o, e esperando que as coisas dessem certo. 
No caminho eu estava pensando na forma como todos os caras aceitaram de primeira, eles estavam desesperados pela ganancia, pela ideia de terem dinheiro para fazer qualquer coisa que um dia já foram privados, eu também, isso não poderia ser ruim. É claro que eu estava ciente de todos os riscos que correríamos naquela casa, nas trocas, naquele dinheiro sujo, mas eu simplesmente só conseguia pensar no quanto nossas vidas poderiam mudar. 
Eu tinha que fazer algo grande na minha vida. 
E de qualquer forma, sempre soube que se fizesse, seria algo pelo mau.

Já eram algumas horas da tarde quando cheguei no Marquee Nightclub, e é claro que naquela hora do dia estava tudo vazio, com as cadeiras todas em cima das mesas enquanto algumas mulheres limpavam o chão colorido, com custo me deixaram entrar á aquela hora, sorte que eu conhecia um dos caras que estava na porta por ir a anos á aquele lugar. Era uma das minhas boates preferidas de Las Vegas, eu conhecia bastante pessoas ali. E era por uma delas que, bom, eu estava ali. Andei pelo local vazio e um tanto pouco iluminado por lâmpadas fracas, segui para um dos bares ali de dentro e encontrei ela no mesmo lugar de sempre, atrás do balcão comprido limpando a madeira com um pano esfarrapado e na frente daquele monte de garrafas de bebidas de todos os tipos. Débora cantarolava uma canção triste enquanto seus cabelos lisos e castanhos quase escapavam do rabo de cavalo, aquele lugar de dia era literalmente deprimente. Me aproximei com passos calmos ouvindo meus sapatos baterem naquela parte de mármore que era feita a frente do bar enquanto de longe a via colocar um cd para tocar num aparelho de som pequeno, assim que me sentei Brooklyn Baby tocava e ela não parecia muito surpresa de me ver.
Débora era uma velha amiga que tive o desprazer de conhecer.
E não, eu nunca dormi com ela.

Débora: Salve! Se não é o fantasma de Zayn Malik vagando por aqui, que surpresa. -mentiu. -O que faz aqui a essa hora?
Eu: Vim porque sabia que ia te encontrar aqui, você vem limpar esse maldito bar cedo demais a semana toda, sabia?-ela riu.
Débora: Uhm, sem insultos, parece que não te vejo a meses.
Eu: Voltei. Sabe como é, fugir da realidade é bom ainda mais aqui em Las Vegas, sou sempre tão bem recebido. -disse irônico me referindo aos caras com quem fazia aposta. Aqueles com certeza me queriam longe. Ela já me servia um copo com uísque. -Você só tem esse cd, é?
Débora: Você veio aqui a essa hora só pra criticar a minha Lana Del Rey, Zayn?
Eu: Você sabe atirar, não é?- pedi, ignorando seu comentário anterior e tomando a bebida.
Débora: É, eu sei sim. Meu irmão me ensinou, por quê?
Eu: Vai parecer completa loucura o que eu vou te pedir, mas você me conhece a um bom tempo e vai ver que eu não estou brincando. Eu vou aceitar uma proposta de um gangster. -ela riu balançando a cabeça sem acreditar. -Me ouça. -ela mal conseguia me encarar sem não rir após eu dizer isso, eu sabia que era meio difícil de levar a sério a não ser que aquele homem tivesse te chamado na sala dele após você ter bebido muito e ainda com um segurança pronto para te matar na ala Vip se você bobear, mas eu estava tentando. Levei um pouco mais de tempo do que esperava para explicar a ela exatamente como fiz ao outro cara. Já tinha virado uns quatro copos enquanto falava. Quando terminei ela apenas me encarava, debruçada no balcão e com os olhos um pouco arregalados.
Débora: Onde está querendo chegar?
Eu: Como eu disse, preciso de mais pessoas de confiança. Preciso que você aceite.
Débora: Olha só, eu sei que você se acha o dono do perigo, sei os joguinhos de azar que você faz nos cassinos e até aí tudo bem. Mas tráfico?!-sussurrou a ultima palavra. -Isso é coisa séria Zayn.
Eu: Eu já pensei nisso!-sussurrei também. -Os caras já aceitaram.
Débora: Não me diga. -nos encaramos. -Como ele está Zayn?
Eu: O Jack? Ele está ótimo, melhor impossível. -disse rindo. -E também nisso tudo tem...tem uma garota.
Débora: Ah, tem uma garota é?-disse maliciosamente. -Então você finalmente arrumou alguém depois do que acontece...
Eu: Chega!-interrompi. -Já disse para não falar sobre essa merda nunca mais! Qual o seu problema?-ela o encarou séria. -Não tem nada rolando entre a gente, e muito menos tem uma garota só nos meus planos. Até parece. -ri da estupidez da garota- É...eu ia dizer que eu não sei bem como dizer que vou ter que arrasta-la para uma casa de tráfico de drogas. Eu acho que vou libertá-la pra casa.
Débora: Tá, isso é meio engraçado. -sorriu. -Sempre cheio de surpresas, não é?-me encarava. -Você vai ter que contar a ela de qualquer forma.
Eu: É, eu sei.
Débora: Mas eu fico feliz que arranjou alguém. -bati a mão em punho com força no balcão.
Eu: Porra, falei que não tem nada acontecendo!-ela me encarou e eu não aguentei e comecei a rir também.
Débora: É, eu espero que a gata goste de caras bem canalhas igual a você. Se não gostar está ferrada. -eu a encarei feio.
Eu: Cala essa boca e me dá outra bebida, sim? -disse autoritário.
Débora: Não vou colocar na minha conta de novo, vou a falência desse jeito.
Eu: Essa eu pago. Serve uma pra você também, engraçadinha. -ela assentiu e fez.

Ficamos conversando um tempo, eu tentando convencê-la a aceitar pra mim pelo menos ter uma pessoa amais para confirmar para aquele homem. Coloquei algumas notas em cima do balcão que pagassem todas as doses que tomei, afinal eu já tinha dado prejuízo demais no salário de Débora nos últimos meses. Além de tudo, ela aceitou. Eu tinha conseguido e estava um pouco mais aliviado. Ao sair da boate, recebi a ligação do Jack que atendi na primeira, ele falou que o tal do Logan havia ligado pra ele a alguns minutos atrás confirmando, disse que a vida dele estava uma merda e que o cara quase chorava no telefone provavelmente de um bar, falou que aceitava depois de toda aquela pose. Eu o soquei, tive que pedir sua ajuda, ele fez pose, agora estava aceitando. Era engraçado, as voltas de poder estavam mais rápidas que eu imaginava. Jack também falou que conhecia uma garota, uma completa gata que seria perfeita para ajudar no tráfico, que ela já mexia com algumas coisas ilegais e não teria problema em ajudar por uma boa quantia, é claro. Ele não entrou em muitos detalhes mas disse que lembrava dela ter uma personalidade difícil de lidar mas daria conta. Eu concordei já que não estava em posição de ficar recusando, eu realmente queria esse acordo.
Não via a hora de chegar em casa e me trancar no meu quarto para telefonar para aquele homem aceitando oficialmente. Não via a hora daquele dinheiro todo nas minhas mãos.
           Segui para um estúdio de tatuagens, porque simplesmente me deu na cabeça aquela hora e eu fui. Os caras me atenderam muito bem embora eu não conhecesse ninguém de lá, aquele lugar era novo pra mim afinal minhas outras tatuagens eu fiz em San Diego. Esperei um pouco até que me atendessem e isso deu-me tempo de pensar no que seria dessa vez. Não precisei estar com tanto álcool no organismo para ter algumas boas imagens na cabeça. Aqueles lábios...aqueles lábios estavam na minha cabeça nas últimas horas me impedindo de pensar em outras coisas. O jeito que se mexiam, parecia até que poderiam voar.
      Tirei a camiseta na minha vez e deitei na cadeira. Fiquei lá um tempo até que terminasse mas não sabia quanto, recebi algumas mensagens da Débora -e eu achava que ela nem tinha mais o meu número- me provocando com frases do tipo "Ouvi dizer que você se apaixonou, quem é ela? :)" eu nem respondi e fiquei na hipótese de EU sendo EU me apaixonar por alguém. Aquela garota é louca, ela não me conhece. Eu nunca ia admitir me apaixonar ou amar mais ninguém além de mim mesmo. E talvez nem a mim mesmo eu conseguisse amar mais.

         Eu tinha que ir para casa logo, ver como a SeuNome estava. Levantei da cadeira assim que acabou, percebendo da janela aberta que estava escurecendo. Os caras pareciam contentes com o resultado da sua arte e eu fiquei na frente de um espelho que havia preso na parede vendo aquele desenho recém feito em cima meu peito, com algumas gotas de sangue naturalmente e o local vermelho em volta do desenho da marca de batom vermelho com asas a sua volta. Havia ficado exatamente como na minha mente.
Eu estava ficando apaixonado por agulhas perfurando a minha pele. 


CONTINUA...

6 comentários:

  1. TAA PERFEITO!! MEU DEUS, O ZAYN É MUITO FODA E PERFEITO. A SEUNOME É LINDA E MARAVILHOSA. VOCÊ ESCREVE MUITO BEM, A HISTÓRIA TA INCRIVELMENTE CRIATIVA, ÚNICA E FODA. O LOGAN NO TELEFONE KKKKKKKKKKKKKKKKK RINDO AQUI, SCRR, NO FINAL ELE NEM ERA O QUE O ZAYN PENSAVA. E A DÉBORA AWW EU AMEI ELA SUAHSUAHS MT PERFEITA. A SN E O ZAYN, SCRR CASAL MARAVILHOSO. VC É TÃO INTELEGENTE ESSA FIC TA FANTÁSTICA
    CONTINUAAAAAAAAAAAA A MELHOR DO MUNDO

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  2. AMEEEI!! Você é dez, espero que publique o proximo capitulo o mais rápido possivel!! @vanessacampbell

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  3. Continuaaaaaaaaaaaaa eu amei!!!! cara essa fic é perfeita,a melhor que já LI,AMO ESSA FIC,CONTINUA LOGO PELO AMOR DE DEUS!!!! VC ESCREVE MUITO!!! *-*

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  4. OMG ESTA MUITOOOOO PFT!!!! ESTOU #APAIXONADA PELA SUA FANFIC. VOCE ESCREVE SUPER BEM!!!! AI MDS KKKK CONTINUA PLEASE. ESTA MUITO CRIATIVA E PFT RSRS. UMA DAS MELHORES QUE EU JA LI!!! Bjss.
    Xx: Karine

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  5. MDSSSS QUE PERFEIÇÃOOOOOO <3 CONTINUA PLEASE

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