Badboy of' Mine - Capítulo 6

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- Meu assaltante herói


SeuNome P.O.V's

Eu tive que sorrir quando ele me perguntou tão calmamente se estava tudo bem. Menti dizendo que tinha voltado do banheiro e David pediu que eu o ajudasse a levar as sacolas para a cozinha. Ficamos lá por um bom tempo, ele me fez um café enquanto conversávamos mesmo que a minha cabeça estivesse em outro lugar. Trancada no estúdio de pichações de Zayn. E isso porque eu não sabia o nome do sentimento que estava sentindo, talvez fosse uma espécie de raiva ou pavor, eu realmente não tinha traído David de maneira alguma porque fiz de tudo para não ceder e não cedi. Eu fui forte. Não havia porque ficar me sentindo tão mal, embora não pudesse simplesmente evitar. Comemos um bolo e eu lavei a louça. Anoite a irmã dele já tinha chegado, ela convidou David para jogar vídeo-game e ele me arrastou para o sofá também. Só que a surpresa foi completamente desagradável quando olhei para a sala e vi Zayn lá. Seus olhos foram da tv para mim e em seguida para a tv. A cena deve ter durado menos de um segundo mas eu senti como se fossem minutos. Eu me senti gelada, então vi David e Waliyha passando por mim conversando descontraidamente indo em direção a ele, mas então o puxei.

Eu: Já é hora de eu ir. -sussurrei perto de seu ouvido sentindo que deixei algo suspeito sem querer escapar.
David: Eu levo você.
Eu: Não precisa. -disse e me afastei após lhe dar um beijo, indo para a porta e vendo rapidamente o olhar frio de Zayn como se me mandasse embora logo.

Peguei um ônibus voltando para casa, a noite estava mais agradável do que eu imaginava e eu não estava tão cansada. Assim que cheguei, tirei meus sapatos vendo a sala com a luz acesa e a Maddie no sofá vendo tv e comendo, é claro.

Maddie: Onde você estava?
Eu: Ahm, você sabe onde. -sorri e coloquei minha bolsa em cima da mesa junto com as chaves. Ela bufou. -O que foi?
Maddie: Nada SeuNome, nada!-disse grosseiramente.
Eu: Fala sério, o que eu fiz agora?-falei na brincadeira mas ela parecia séria.
Maddie: Escuta SeuNome, é que você só fica com ele. Fica variando do trabalho para o David e do David para o trabalho, sua vida está sendo esse cara. -me aproximei, sentando ao seu lado no sofá. -Eu sei que namorar é legal e tal, mas você não tem a menor experiencia nisso e está parecendo uma louca viciada em David.
Eu: Por que está dizendo isso? Foi você que me empurrou para cima dele e agora não quer que fiquemos juntos?-ela se calou me olhando por uns segundos. -Responde! Por que eu acho que talvez você esteja com ciume dele.
Maddie: Ham, eu não sei da onde você tirou isso.
Eu: Pois eu sei, você anda estranha comigo desde que o David passou a vir aqui, não acha?-ela se calou novamente. -Eu...
Maddie: Achei que tivesse mais confiança em mim, é a minha melhor amiga! Porque eu acho que está ficando cega pelo David e vendo coisas onde não devem.
Eu: Não, eu...
Maddie: Acho melhor você ir dormir. -disse grosseiramente sem me olhar.
Eu: Vou embora amanhã. -disse apenas e me levantei indo para o meu quarto e me fechando lá.

[...]

Eu não tinha mudado minha mente. Ultimamente as coisas estavam estranhas entre mim e a Madison e eu sabia que ela estava fazendo de tudo para me irritar, primeiro a carta da faculdade e depois isso. Esse ciume "estranho" do David, eu não estava sendo louca, qualquer outra garota suspeitaria. Não dava para continuar recebendo ele naquele apartamento com ela lá, ainda mais continuar deixando-os sozinhos algumas vezes. Mas eu não tinha dinheiro o suficiente para alugar outro apartamento sozinha, não com o que me pagavam na cafeteria. Por isso, eu não tive outra alternativa a não ser, voltar a morar com o meu pai. Eu sei que isso é regredir completamente, mas não tinha mais para onde ir, e ele não estava mais bravo comigo. Eu ainda tinha meu quarto lá, só tinha que levar minhas coisas. Meu pai não fez cerimônias e ficou até feliz de eu estar voltando para casa, mas eu não quis explicar o porquê e ele também não insistiu. Disse que eu poderia ficar o tempo que quisesse. Dois dias depois, eu já tinha levado boa parte das minhas coisas, e no meio do expediente recebi uma ligação que atendi de qualquer jeito. Mas então quando começaram a falar, era a revista na qual me inscrevi levando minhas fotos e eles falaram que eu havia sido a escolhida. Eu seria contratada! Simplesmente não estava acreditando, fiquei agitada no balcão e meu coração bateu mais forte. Essa era a sensação que eu devia ter sentido na carta da faculdade. Aquela só podia ser a melhor notícia do mês! Falaram que eu devia ir lá buscar a minha ficha e uns papéis para levar no banco e já estaria contratada.

Eu: Meu Deus, isso é um sonho. -murmurei.
XXX: Falando sozinha?-virei-me largando o telefone e era Cindy de braços cruzados. -O que falei sobre atender telefone durante o expediente?-ela quase gritava. -Olha em volta mocinha, está todo mundo trabalho menos você, SOLTA ESSA DROGA E VAI ATENDER OS CLIENTES!-todos em volta olharam pra mim, inclusive os clientes nas filas.
Eu: Escuta aqui sua velha rabugenta, quem pensa que é para gritar comigo? Eu saquei que você me odeia mas deixa eu te contar uma coisa, ninguém aqui é seu capacho, eu sou uma das suas melhores atendentes e você só pega no meu pé sua cara de cavalo imbecil. -falei metralhando tudo que tinha engasgado por meses. Ela me olhava indignada até abrir a boca.
Cindy: Sua viborazinha, demit...
Eu: Cala a boca baranga, eu me demito!-andei até o balcão pegando minha bolsa e saí batendo a porta daquele lugarzinho medíocre. Fiz questão de passar no Starbucks bem na frente dela e desfrutar de uma café melhor. Da rua, pelo vidro dava para ver os clientes a olhando e ela totalmente envergonhada. Eu estava agitada, talvez fazer as coisas no impulso dessa maneira nunca tenha sido uma coisa boa, mas eu estava esperando por isso a muito tempo. Ela mereceu.

Peguei um ônibus após terminar o meu café, rodando a cidade e chegando ao prédio onde era a divulgação das fotos, entrei e subi os mesmos degraus daquela noite, tendo aquelas lembranças ruins novamente, parei por um instante segurando-me no corrimão. Assim que umas garotas passaram por mim conversando eu voltei a subir e cheguei na sala que mais parecia um estúdio. Haviam algumas pessoas ali, parecia que pediam informação. Um cara veio até mim perguntando se eu era a SeuNome e quando eu assenti, começou a fazer desesperadamente um monte de elogios ás minhas fotos, o que me surpreendeu. Fiquei agradecendo a oportunidade e falei que não iria decepcionar, ele pegou com outra mulher a minha ficha e uns papéis. Falou que eu podia começar na editora da revista na segunda feira. Agradeci mais uma vez e segui para o banco, tendo que voltar para a parte da cidade onde eu estava antes, até aí já era quase meio dia e eu tinha que me apressar. Assim que cheguei, agradeci mentalmente pelo ar-condicionado e entrei na imensa e típica fila de banco. Aproveitei para tentar relaxar colocando os fones de ouvido enquanto segurava os papéis na mão aguardava minha vez de ser atendida, de certa forma estava tão feliz que ainda quase não podia ficar quieta, eu não teria que ir para aquele trabalho que eu odiava! Logo teria um dinheiro juntado para alugar um apartamento sozinha e sair da casa do meu pai.
Enquanto eu estava ali, ouvindo minha música e fazendo esses poucos planos, percebi um barulho tão algo que pude ouvir mesmo com os fones. Vi as pessoas ficarem agitadas na porta do banco e logo as da minha frente também e quando olhei adiante, pela porta estavam passando vários caras vestidos de preto e com armas na mão, isso fez-me sentir a espinha gelada ao mesmo tempo uma quentura febril no pescoço. Tirei os fones rapidamente enquanto três deles se espalhavam pelo banco, gritando com as pessoas apontando as armas, ao meu lado as pessoas se deitavam no chão assustadas.

Assaltante¹: FICA NO CHÃO, TODO MUNDO NO CHÃO, SE AFASTEM DAS BOLSAS!-gritou apontando a arma, eu me abaixei ficando no chão com a barriga para baixo como todos. Olhei em volta vendo uma mulher com um bebê de colo que chorava sem parar. Um dos assaltantes foi até ela ameaçando de lhe dar uma coronhada se não fizesse o bebê parar.
XX: Não faça isso!-alguém no chão falou.
Assaltante²: Quem disse isso?-algumas pessoas estavam chorando, principalmente crianças. -QUEM DISSE ISSO QUE EU VOU MATAR AGORA!-um homem se mexeu e o assaltante foi até ele dando-lhe uma coronhada. -VOU ATIRAR EM VOCÊ, VOU ATIRAR EM TODOS VOCÊS SE NÃO CALAREM A BOCA. -o outro de preto foi até o balcão apontando a arma para a atendente que estava com as mãos para cima com cara de choro.
Assaltante³: Abre o cofre. -destravou a arma apontando para ela. A garota parecia muito apavorada para se mexer. -ANDA, ABRE LOGO!-ela assentiu com medo e dois dos caras foram com ela. Um único ficou nos mantendo ali, eu estava muito assustada, parecia até que onde eu ia o azar ia atrás. Com esse pensamento meus olhos se fecharam e eu desci muito lentamente a minha mão até minha bolsa a abrindo devagar, olhei o assaltante se agachar recolhendo as bolsas de umas mulheres e abrindo-as, umas pediam por favor para que ele parasse.
Assaltante¹: Solta a bolsa, se não vai morrer. -a mulher soltou. Um cara do meu lado sussurrou se eu estava bem e assenti assustada com a cabeça. -SUA VADIA, MANDEI NÃO SE MEXER!-eu ouvi um disparo que me fez fechar os olhos e quando abri tinha derramado algumas lágrimas, uma mulher loira chorava com a mão no ombro enquanto ele sangrava muito. -EU AVISEI. AGORA VOCÊS DESSA FILA ABRAM AS BOLSAS E COLOQUEM OS CELULARES AQUI DENTRO!-apontou uma mala preta igual a dos outros que haviam entrado lá atrás nos cofres. Eu fiquei olhando os movimentos do assaltante e aproveitei para alcançar meu celular enquanto ele estava virado pegando as coisas e gritando com as mulheres. O cara que me perguntou se eu estava bem mexeu a cabeça como se dissesse que me daria cobertura e ficou deitado na minha frente para que o assaltante não me visse. Eu fiz um sinal de silencio para uma moça ao meu lado que chorava baixo e coloquei meus dedos sobre o aparelho, meus dedos estavam frios e tremiam demais. Eu só conseguia pensar em medo e angústia, não conseguia lembrar de número nenhum e por um segundo isso me desesperou, então apertei na discagem rápida rezando para que fosse da polícia.

"Alô? Mentira! Você ligou para a casa dos Malik, provavelmente não estamos, deixe sua mensagem que retornaremos."-disse a voz de Trisha eu eu estava desesperada a cada segundo, apenas ouvindo os gritos a minha volta. Apertei de novo e de novo, olhava sem parar para o lado do assaltante e ele ainda recolhia as coisas enfurecido, quando finalmente alguém atendeu.

Eu: David? Alô?-sussurrei-Amor, me ajuda, por favor chame a polícia, eu estou no banco Wells Fargo, estamos sendo assaltados, por favor chame a polícia!-ouvi outro tiro e voltei a ter aquela sensação horrível de tentar segurar o choro. -Eu não quero morrer, por favor David. -eu ouvia uma respiração mas ninguém respondia-Socorro...-senti alguém na minha frente e quando levantei a cabeça era o assaltante me olhando. Eu não podia ver o seu rosto mas se seu olhar dissesse algo, seria "Te peguei". Antes de deixar o celular cair ao meu lado ouvi-o ficar mudo.
Assaltante¹: Pedindo ajuda? Sua vagabunda!-apontou a arma pra mim e antes que eu rolasse para o lado, o disparo pegou no cara a minha frente que soltou um gemido após um xingamento. -CALA A BOCA OU VAI LEVAR OUTRO!-ele pisou no meu celular que esmigalhou a tela. -SE MAIS ALGUÉM TENTAR PEDIR AJUDA EU VOU ATIRAR!-ele me puxou mas eu continuei no chão. -DESGRAÇADA PARA QUEM VOCÊ LIGOU? PARA QUEM?
Assaltante²: Rocky, vem aqui, é importante!-gritou do fundo do banco. Outro cara veio até nós enquanto o outro foi até lá. Esse então estava em silencio depois de mandar todo mundo ficar quieto. Todos ali estavam apavorados, eu achava que não aguentaria nem mais um minuto. Enquanto o cara a minha frente suspirava de dor pelo tiro, o assaltante andava a nossa volta, terminando de recolher as coisas e botando na mala. Eu estava totalmente sem esperanças a aquela altura, antes jurava que tinha ouvido uma respiração do outro lado da linha mas agora, achava que meu pedido de socorro tinha sido em vão. Após alguns minutos de mais ameaças e silencio, meu corpo estava todo frio e eu ainda não conseguia parar de lacrimejar de angústia.
Assaltante³: TUDO PRONTO!-gritou lá de trás e em seguida caminhou até nós seguido do outro, cada uma com uma mala farta de dinheiro roubado e um deles trazendo a atendente com uma arma na cabeça, nessa mesma hora a porta de vidro fez um barulho fazendo todos olharem para ela na qual outro cara entrava, com uma roupa cinza e justa, também usando uma mascara preta no rosto e com uma arma diferente na mão. Ele varreu o lugar com os olhos e eu fixei neles assustada, meu coração pulava dolorido dentro de mim, e eu tentei me abaixar ao lado do garoto baleado antes que o cara de cinza começasse a gritar.


Ele: CADÊ A PORRA DA SEUNOME? ONDE VOCÊS A DEIXARAM?-um cara se aproximou dele. -TOMA DISTANCIA FILHO DA PUTA, OU EU ATIRO EM VOCÊ. -eu reconhecia aquela voz, mas...
Assaltante²: Quem? Escuta cara, abaixa isso, nós chegamos aqui primeiro!
Ele: SEUNOME SE LEVANTA AGORA OU EU ATIRO NESSA CRIANÇA! -mirou a arma em um menininho ali perto, o cara ao meu lado fez que "não" com a cabeça após perceber que era eu quem ele chamava, mas então o cara de cinza já tinha me visto. -FINALMENTE, LEVANTA PORRA. -disse apontando-me a arma e eu levantei, ele fez um sinal para que eu me aproximasse e assim que eu o fiz, ele me virou bruscamente me deixando de costas para ele e prendendo meu pescoço com uma das mãos, e com a outra apontava a arma para todos ali. -EU VOU LEVAR ESSA VADIA PORQUE QUEM VAI MATÁ-LA SOU EU, MORRER EM ASSALTO É POUCO PRA ESSA AQUI. -sua respiração ofegante estava perto de mim, eu vi que ele estava com medo assim como eu. -SE ALGUÉM SE MEXER EU ATIRO ENTENDEU?
Assaltante¹: Se é só ela que você quer pode ir mas o dinheiro é nosso!
Ele: ÓTIMO, FIQUEM COM ESSA MERDA. SE ALGUÉM ME SEGUIR EU VOU SABER!-gritou sem deixar de apontar a arma para eles, eu fui rapidamente arrastada para fora do banco por uma saída escondida, logo vi que estávamos em um beco na qual ele me puxava. -ENTRA PORRA. -gritou e eu entrei no carro que ele apontava. Em seguida entrou também e saiu queimando dali.
Eu: Escuta...você não tem que me machucar...-disse trêmula. Ele tirou a mascara enquanto dirigia. -Zayn?!-ele sorriu satisfeito.
Zayn: Não acredito que não tinha sacado. Conhece tantos caras assim com a minha voz de príncipe?
Eu: Vai se foder! Sabe o medo que me fez passar?
Zayn: Cala a boca, eu salvei a sua vida!-eu o olhei. -Sério que não sacou que era eu pela voz e pelos xingamentos? Nem pelos lindos olhos e como me referi a você?
Eu: Eu suspeitei, mas estava muito assustada para ter certeza. -retruquei- Você é igualzinho a qualquer bandido por aí, seria fácil pensar que era um deles.
Zayn: Até parece, eu sou muito melhor. -ignorei seu comentário.
Eu: Nós temos que voltar, temos que ajudar aquelas pessoas. -disse virando para trás no meu banco.
Zayn: Não, sem chance.
Eu: Mas tem duas pessoas baleadas lá, eles estão perdendo muito sangue, e as outras também estão em perigo!
Zayn: DANE-SE, NINGUÉM VAI VOLTAR PORRA!-gritou entrando em uma sinaleira. Ficamos em silencio absoluto por alguns minutos, eu olhei para suas mãos no volante e elas tremiam.
Eu: Você está com medo. Então por que é que foi me ajudar? -as coisas voltaram aos poucos na minha cabeça. -E se era você no telefone por que não respondeu alguma coisa para não me deixar achando que ia morrer?
Zayn: Uow, uow! Vai devagar nas perguntas!-riu. -Eu não consegui pensar no telefone e por isso não respondi, isso nem importa, não tinha ninguém naquela maldita casa então se eu decidisse NÃO ajudar você provavelmente não passaria de hoje e eu não teria mais ninguém para brigar enquanto estou em casa já que você vai lá todo dia e eu adoro te torturar. -continuou irônico- Deixar você morrer hoje de jeito nenhum.

Eu queria agradecer e lhe dar um soco ao mesmo tempo. Alcancei a arma no console tocando nela e vendo que era de...plástico?

Eu: Tá brincando que você entrou num banco cheio de criminosos com armas DE VERDADE que atiraram em pessoas com apenas uma arminha de plástico? -Zayn riu.
Zayn: Falando assim até parece que eu sou demais.
Eu: Você é ridículo! Louco! Psicopata, eu sei lá!-procurei a palavra certa. -Mas demais não.
Zayn: Você devia saber que eu não sou criminoso para usar armas. Como você disse, só um trapaceiro. -olhou para mim.
Eu: Ahm...tanto faz.
Zayn: Outras garotas diriam "obrigada por tudo, meu herói, como eu posso agradecer?", então eu diria, "Quero te comer", aí ela diria, "Oh, é claro". -disse rapidamente com uma voz fina.
Eu: Creio que obrigada vai bastar. -Zayn bufou. -E eu estou bem, obrigada por perguntar.
Zayn: Já fiz demais em salvar a sua vida. Se está bem é problema seu. 


CONTINUA...
Oi amores! 
Obrigada pelos comentários anteriores e já que vocês concordaram eu vou abrir as vagas para postadoras. Hoje anoite posto a ficha e explico melhor a data e como vai funcionar. 
Bjus!

8 comentários:

  1. Voce e muito perfeita *---* Essa sem duvida alguma é a melhor fanfic q eu ja li, voce escreve muito bem, continua logo pq eu preciso d mais kkk e sobre as vagas, obg por nos dar mais uma chance...
    XxxAna

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  2. Nossa , amei belo capítulo ♥

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  3. Mds eu sou Mrs.Malik e essa sua fic ta pft mds kk continua logo ♥♥

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  4. Mds perfeito, perfeito! Continue logo!
    xx Luh

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  5. oooooo continua logo!!!!!!!!!! *---*

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  6. eu iria comentar só quando terminasse, mas vc me faz bater palmas para Zayn nessa fic! ele é d+ e mt engraçado

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  7. Eu simplesmente to adorando essa fic , caralha vei , vc escreve muit bem / bia

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