Badboy of' Mine - Capítulo 1

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- Piloto 



SeuNome P.O.V's

Estava tudo calmo na minha cabeça. Não havia um barulho sequer, nenhum sonho, nenhum pesadelo, nada com que me importar. Eu estava claramente descansada. Silencioso, escuro e nada precipitante, tudo que eu sentia era minha cabeça roçando com cuidado numa maciez inexplicável. Se fosse mais maluca diria que poderia até ronronar, mas na verdade faziam anos que não dormia daquele jeito. Até que, senti algo realmente muito frio tocar meu braço nu por cima do cobertor. Ignorei sem pensar duas vezes e voltei a limpar minha mente, deixa-la em braco. Aí a mão fria me tocou de novo, dessa vez mais rispidamente querendo chamar minha atenção. "SeuNome, por favor..." Meus olhos pareciam estar grudados. Ignorei.

-SEUNOME COMPLETO!-pulei da cama gritando ao sentir água extremamente gelada ser jogada sobre mim sem dó nem piedade. Meus olhos estavam estralados, e eu agora de pé ao lado da minha cama, enquanto minhas roupas e cabelos pingavam formando uma poça aos meus pés. Olhei friamente para Madison que estava de pijamas, segurando um balde vazio em uma das mãos e que continha um sorriso abafado como se estivesse tentando conter uma gargalhada. Maddie era minha colega a três anos, dividíamos o apartamento. -Achei que você não fosse acordar...-a encarei- Desculpa?
Eu: Saí da frente. -passei por ela tentando chegar ao banheiro.
Madison: Por que está de mau humor?
Eu: Por quê?-ri- Eu não consigo dormir desse jeito a meses! E você jogou um balde d' água em mim!-agora o gelado da água grudava meu pijama curto no meu corpo me fazendo tremer.
Madison: Olha, não teve jeito, você não ia levantar de jeito nenhum. Eu não aguento mais todo dia é isso, tem que fazer um ritual pra te acordar, abrir cortina, puxar cobertor, cutucar, passar gelo em você, nada funcionou! Mas achei essa maneira.
Eu: Haha. -disse irônica. -Eu tenho dormido muito mal ultimamente. E você vai pagar os analgésicos.
Madison: Minha vez de rir amiga. -disse em tom de brincadeira e eu bufei, fechando a porta do banheiro com força.

Entrei no box logo depois de me livrar daqueles panos molhados e coloquei o chuveiro bem quente para me fazer parar de tremer daquele jeito. Fiquei um bom tempo contemplando a água, pensando e lutando para não dormir de novo no chuveiro quente. Assim que terminei de me lavar e tinha aquecido, tomei coragem e desliguei o chuveiro, em seguida já me enrolei na toalha e saí do banheiro sentindo o frescor ridículo da manhã. O nosso apartamento era um tanto pequeno, haviam dois quartos e apenas um banheiro, uma cozinha e uma sala grandinha até comparado ao resto, eu me mudei jurando que ficaria apenas três meses quando concordei que pagaria a metade das contas e a Maddie a outra metade. Mas isso foi a dois anos. Entrei no meu quarto encontrando um rastro de poças d' água nele, minha cama tinha virado uma lagoa, edredom, lençol, travesseiro, tudo molhado. Madison não estava mais ali, o que a poupava de ter que ouvir mais sermão. No geral, nos dávamos bem. Ela sempre foi uma boa amiga quando precisei, e principalmente por me oferecer para dividir o apartamento quando eu mais precisei sair da minha casa por causa de encrencas com o meu pai. Antigamente eu fazia o tipo que arrumava encrenca demais, mas nos últimos anos melhorei muito nesse aspecto.
Olhei no relógio me aliviando, escolhi uma calça jeans e uma blusinha casual verde-água, com uma sapatilha e deixei o cabelo solto. Quando ia pegar o secador após me vestir, Madison adentrou meu quarto bebendo um suco de caixinha e com a menor cara de preocupação.

Madison: Poxa você ainda tá aí, achei que tinha saído a 15 minutos!
Eu: Sabe que sou lerda de manhã.
Madison: Sabe que horas são né?
Eu: Sei, 5:17. -ela riu. Tomou o suquinho e depois abriu a boca.
Madison: SeuNome, hoje acaba o horário de verão, são 6:17. -meus olhos se arregalaram e eu procurei minha bolsa rapidamente pelo quarto enquanto tentava lembrar de um milhão de coisas.
Eu: Bolsa, carteira, celular-tirei do carregador quase derrubando-o e murmurando enquanto pegava outras coisas-, chaves, ahm, tá, tenho que estar lá em três minutos, com um sorriso no rosto para atender aqueles metidos e hoje é uma quinta-fe...
Madison: É segunda. Não quinta. -fechei a cara e saí do quarto em direção a sala enquanto Maddie me seguia com seu suquinho. -Ei, espera! Antes de sair você tem que ver a correspondência.
Eu: Por quê? Eu estou atrasada!-disse sem dar muita importância.
Madison: A resposta da faculdade chegou!-eu parei e virei para ela surpresa. Andei até a mesa e vi uma pilha de correspondências e revistas. Peguei a que dizia remetente "San Diego State University Nevada". Abri rapidamente o envelope grande tirando de dentro o papel que mais parecia uma ficha com um monte de inscrições e informações, meus olhos desceram até a parte em que finalmente li...Entrada Recusada. Li de novo, e de novo. afastei o papel decepcionada. -SeuNome! Fala!
Eu: Não passei. -falei tentando absorver o baque. Eu tinha certeza absoluta que entraria. Ela me abraçou, disse palavras bonitas e então, eu saí de casa sem dizer mais nada. Porque não estava sabendo nem o que pensar.

  Minha mãe sempre me disse, que quando não é para ser não será. E por tanto como eu acreditei nela. Já agora não tenho muita certeza. E eu sempre me perguntei se existe um destino traçado para todos nós, se existe karma que nos garante fazer algo grandioso na vida. Ou se apenas somos nós mesmo que fazemos nosso próprio caminho, escolhemos onde percorrer. Peguei-me pensando novamente. E tudo parece confuso de novo. Eu não havia entrado na faculdade, o que aconteceria com os planos que fiz? Quer dizer, como eu ia evoluir daquela vida que eu estava cansada? Suspirei o ar gelado da rua enquanto caminhava apressadamente, aquela era a minha San Diego, movimentada, com cheiro de poluição e pessoas atarefadas, apressadas como eu, com som alto de transito e pessoas geralmente hospitaleiras ao mesmo tempo que difíceis, vamos dizer assim. Era maravilhoso estar ali. Quer dizer, todo mundo julga esse pedaço de terra como perigoso demais as vezes, principalmente pelas ruas que eu ando para chegar no trabalho. Conhecia San Diego como a palma da minha mão, depois de ter vivido aqui por toda a minha vida. Fui atravessar a rua junto com um monte de pessoas e desatenta ouvi uma buzina bem alta atrás de mim, um cara xingou e me mandou andar logo. O táxi passou raspando na minha perna, me apressei segurando para não xinga-lo também. Eu costumava ser delicada, simplesmente amava isso em mim mesma mas ultimamente anda difícil. Eu não estava querendo ser pessimista, odeio drama e fazer drama mas qualquer um que estivesse assistindo minha vida de camarote concordaria que...ela está uma merda. 

Virei a esquina chegando ao Starbucks, não demorou muito para que eu fosse atendida, disse simplesmente "Hey Billy, o mesmo de sempre", ele piscou e preparou meu cappuccino. Saí de lá um pouco melhor bebericando meu café, mas ainda pensando nos problemas. Atravessei a rua rapidamente após esperar os carros e adentrei a cafeteria Cafe 21, me preparando psicologicamente para mais um maravilhoso dia de trabalho com meus colegas simpáticos. 

XXX: Atrasada. -resmungou do outro lado do balcão. 
Eu: Horário de verão. Não ajustei o relógio. -sorri amarelo para minha chefe Cindy enquanto caminhava ao lado da fila imensa de gente que ia da porta até o balcão até chegar a ela. A mulher me encarou feio e entrou na cozinha. Mandy veio mascando chiclete até mim com a cara de metida de sempre e pegou alguns copos, me encarou de cima a baixo e voltou a atender a multidão. Eu deixei minha bolsa num balcão ao lado para os funcionários e vi Rick com mais alguns outros atendentes passando para ajudar. Eu sei, eu sei, é um emprego medíocre, mas serve para pagar as contas e eu não precisar depender de ninguém, e eu esperava sair desse inferno assim que entrasse na faculdade. Suspirei, bebi meu café e vi a Cindy saindo da cozinha e se direcionando para mim com sua cara feia. 

Cindy: Sem uniforme? 
Eu: Pois é, estava para lavar. -disse com desdém. Ela resmungou. 
Cindy: Só hoje vou te deixar atender sem uniforme, mocinha. -ela cruzou os braços diante de mim. -Hum, por que é que você tem que pegar café de lá sendo que tem aqui?
Eu: Lá tem qualidade?-disse irônica. Ela revirou os olhos e anuiu para não se estressar, com certeza. Virou-se e sumiu após me mandar trabalhar. Deixei meu café após mais um gole e fui atender aquela gente. 
XXX: Me dá dois cafés para a viagem. -disse mexendo ao celular, uma dondoca loura e arrogante. 
Eu: Sou sua empregada por acaso?
XXX: Você trabalha aqui. -respondeu do mesmo jeito. 
Eu: Ah. é. -disse num suspiro e fui fazer. Atendi mais algumas pessoas, já tinha até perdido a conta, quando apenas ouvi uns barulhos. A cafeteria estava bem movimentada, pessoas sentadas, bebendo e conversando enquanto tomavam seus cafés da manhã. Mas aquele barulho era agudo, como se a porta da frente fosse chutada ou algo assim, e risadas se misturaram com as vozes das pessoas. Enquanto atendia um homem vi a Cindy ir de péssimo humor até a porta onde estavam alguns caras altos e mal vestidos, eu não olhei muito apenas o bastante para saber que estava brigando com eles, continuei a contar o troco sem nem dar bola. Quando ia ver o pedido do próximo a Mandy mascadora de chicletes veio até mim com o Rick, eu continuei meu trabalho até que eles se pronunciaram.
Rick: SeuNome, você pode ir até a porta por favor? 
Eu: Por quê? Estou ocupada. -disse atarefada, pegando mais copos. 
Mandy: A Cindy mandou você ir até lá e expulsar aqueles caras, estão assustando os clientes. 
Eu: Por que é que tem que ser eu? Vão vocês. 
Rick: Já tentamos, ela mandou você. -enfatizou o mandou. É claro que a velha rabugenta mandou eu ir envés deles, ela me odiava completamente. 
Mandy: Se não for vai perder o emprego. -sua voz era fina e estralada a ponto de irritar qualquer um. -Eu assumo os clientes, vai. 
Eu: Isso não é meu problema, eu...
Rick: Vai SeuNome, precisa do emprego. -disse baixo perto de mim num tom amigo. Eu anui com a cabeça, Rick tinha razão. Ele me conhecia melhor que ninguém naquele trabalho que agora sem a faculdade eu não podia perder. Saí do balcão e caminhei até onde estavam os caras, enquanto me aproximava prestei mais atenção. Eram altos, bem mais altos que eu, três tinham cabelos escuros e dois claros, tinham péssima postura e pareciam rir de tudo. Fiquei a sua frente e cruzei os braços. 
Eu: A dona da cafeteria mandou vocês e seus skates sujos se retirarem. -tentei mostrar firmeza. 
Moreno1: Wow, calma gracinha, a gente só está olhando o pessoal. 
Eu: Se não vão comprar nada, saiam antes que EU arrume problemas. -ele riu.
Moreno2: Que brava. -um dos morenos me encarou mas eu o ignorei. 
Loiro1: E se dissermos que estamos esperando nosso amigo esquilo power ranger?-riram e eu sorri irônica. 
Eu: Venham comigo agora, vou mostrar a saída dos fundos antes que vejam maloqueiros saindo daqui. 
Moreno1: É porque você é muito chique né, garota?-fiz um gesto com a cabeça e eles riram. Mas me surpreenderam por terem me seguido, os guiei passando por trás do balcão, entramos na cozinha e eles ficaram olhando tudo, revirei os olhos mostrando a porta da cozinha que dava para um beco para a rua. 
Eu: Fora. 
Loiro2: Ham, "fora"-imitou uma voz fininha. Eles saíram pela porta e alguns subiram nos skates. 
Moreno2: Escuta, nós só vamos embora porque gostamos muito de você, bonitinha. Mas a gente vai voltar. -fiquei na porta até que tivessem desaparecido conversando, fumando e rindo. Esses caras são impossíveis. 
Mandy: Ah olha, você conseguiu coloca-los pra fora. -apareceu atrás de mim. -Ponto pra SeuNome. -disse com ar de ironia. 
Eu: Se ponha no seu lugar. -ela torceu o nariz, voltei para o balcão. Atendi mais 15, 20, 30 pessoas naquela manhã. Na hora do almoço, tudo que eu queria era voltar para casa e sentar. Talvez preparar rapidamente uma massa e depois voltar ao trabalho para não ter que ouvir mais reclamações sobre comportamento, não que eu não merecesse. Mas hoje queria que tudo e todo mundo se danasse, pois não havia acontecido uma só coisa boa para mudar meu conceito de dia ruim. Todos saíram para almoçar e o Rick colocou a placa de "voltamos em 30 minutos". Eu peguei o ônibus para chegar mais rápido em casa, fiquei alguns minutos nele que pareciam incontáveis pela minha fome, aí lembrei que não tinha comido nada de manhã. Quando o ônibus parou e eu saltei, entrei na minha rua larga e agora bem mais ensolarada do que estava mais cedo, com aquele sol ardente típico da Califórnia. Na frente do meu prédio, havia uma mini van estacionada, alguns caras puxavam dela uma televisão antiga, eu passei por eles entrando no hall, exatamente na hora em que ouvi alguns gritos ali mesmo, era de uma velhinha que realmente batia com uma bengala na barriga de um cara, ele tentava falar alguma coisa enquanto outros homens ali levavam um quadro pelas escadas. Eu me aproximei da velhinha e do rapaz, surpresa. 

Ela: Não quero saber, a música está muito alta!
Ele: Pô senhora, vai com calma! Me solta!-disse mais se divertido do que sentindo dor. 
Ela: Vai abaixar o som ou eu vou ter que chamar a polícia?
Ele: Escuta, é meio dia e a essa hora pode-se ouvir música alta no prédio. Além do mais estão trazendo encomendas suas e isso também incomoda a passagem, sabia?
Ela: Não estou nem aí, está me incomodando e você vai desligar. 
Ele: Não vou não. -ela voltou a bater nele com a bengala, mas dessa vez na cabeça. O garoto que parecia ter uns dezenove ou no máximo vinte anos, tinha cabelos negros e olhos também, tinha um rosto muito bonito e que por alguma razão me parecia familiar. Eu soltei uma risada sem querer parada ao lado deles enquanto esperava o elevador chegar. A velhinha resmungou e soltou vários palavrões para o cara que riu assim como eu, ela o ameaçou apontando a bengala pra ele e então subiu as escadas atrás dos outros homens. O rapaz com o rosto vermelho das bengaladas, parou ao meu lado e as portas do elevador se abriram. Nós entramos e quando se fecharam e apertei meu andar, lutei contra a primeira vontade de rir de algo realmente engraçado que vi hoje a poucos segundos. Ele me olhou de lado. 
Ele: Acha engraçado?-eu coloquei a mão na boca. 
Eu: Ahm...não. -ele me encarou parecendo sério. -Tá bom, sim!-ele riu. Tinha um lindo sorriso. -Sei lá, é que foi a primeira coisa que me fez rir hoje, não que ver um estranho ser ameaçado e apanhado de uma velhinha seja engraçado...
Ele: Aham, sei. -disse simpático. -Sou David. 
Eu: Você ouve música muito alta, David? Como eu nunca ouvi ou não fui reclamar de você?
David: Não moro aqui, só dormi na casa de um amigo essa noite, ontem tomamos um porre e acabei caindo duro aqui. Ah, esquece o que eu falei, eu sou legal. -eu ri. -Ficamos ouvindo música lá em cima. 
Eu: Parece legal. -olhei para as portas do elevador tentando não fazer contato visual. 
David: Não quer se juntar a nós?
Eu: Dois caras de ressaca? Obrigada, mas não. -rimos. -Ahm, e eu tenho que voltar para o trabalho em alguns minutos. -as portas se abriram. -Até mais. -saí. 
David: Espera me diz o seu nome. -ele pulou falando alto enquanto as portas se fechavam. 
Eu: SeuNome!-gritei e ouvi "SeuNome, 5° andar, não vou esquecer." antes que as portas se fechassem novamente, e eu tivesse que tirar o sorriso do rosto e ir almoçar. 


CONTINUA...
RELOU. 
Pessoal, aqui é a Lizzy! Aí está o primeiro capítulo. Eu não vou mentir pra vocês, eu estava super insegura de postar, por isso vou avisar que não sei se vou postar a continuação. Quer dizer, o que vocês acharam desse começo? Ainda tem que melhorar é claro, mas eu acho que ficou bonzinho. Eu estou meio sem tempo, mudei de escola e é tudo novo pra mim, tenho que me acostumar com gente nova, professores e tudo mais. Mas então, eu só quero mesmo saber a opinião de vocês em relação ao fic. 
Muito obrigada por tudo, amo vocês!

13 comentários:

  1. Continua! Tá perfeito!
    xx Luh

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  2. Aai pare com isso! Vc sabe q escreve muito bem, tah ótimo o piloto e eu estou esperando a continuação
    xoxo Duda

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  3. Meu Deus! Que perfeito! Amei! Você como sempre escrevendo como uma diva, né? Eu amei Badboy of' mineeeeeee! A SeuNome é perfeita haha, muito diva. Quem será esse David? HMMMMMMMMMMMMM. Amei tudo! Ta perfeito, continua se não eu choro!
    beijos, te amo!

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  4. Amei de mais! Você escreve tão bem, achei super legal esse capítulo. Continuaaa!

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  5. Você como sempre sendo minha escritora favorita. amei!

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  6. Solta o Kevin que lá vem fanfic boa \o/
    Cara, primeiro capitulo e o prólogo estão sensacionais, com toda certeza os próximos capitulos serão fantásticos!

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  7. Wow tá super legal, eu amei os caras q apareceram na lanchonet "a gente vai, mas só pq gostamos muito de vc" kkkk tomara que eles apareçam no capitulo 2,agora me responde lizzy, já esta escrevendo o 2° capitulo? Ham, bom q esteja.....kkkk zoa te adoro, acho q se um dia te visse até pediria um autografo u.u

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  8. continua, amei, ficou pft

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  9. Lizzy, ficou perfeito, continua pelo amor de deus!! *¬* não fique insegura, você escreve perfeitamente, é uma daquelas fanfics que da vontade de sempre passar aqui pra ver se tem algum novo capítulo! >.< quero muito ler mais, adoraria que você postasse!

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  10. Q n vai postar o q pode isso? N pode vc tem q postar ta mt foda continua pfff
    Vivi :3

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  11. Ai cara ta mt bom esse começo <3 continua pfvr *-* ~Emmy

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  12. Pleaseeee continue e com o zayn ?!?!?
    -juliana

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