Unfaithful - Capitulo 15

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- Um Feliz Natal no galpão!

SeuNome P.O.V's
Pi Pi Pi...
Pi Pi Pi...
Pi Pi Pi...
 
Puta merda! Onde está aquela empregada imprestável que não desliga a porra desse despertador?! Girei meu corpo na cama à muito contragosto. Olhei em volta e peguei o meu celular na cabeceira da cama, e nenhuma mensagem daquele infeliz. Ótimo, é véspera de natal e nada do meu namorado. Qual a graça de namorar com um homem que nem te faz companhia ou manda uma mensagem quando você acorda? Poxa, e ainda por cima em véspera de natal! Ok, eu confesso, não estou nem aí se meu namorado não está aqui. A verdade é que eu preferia mil vezes que meu adorado estranho estivesse aqui comigo, coladinho, de conchinha... Isso sim, seria o meu melhor presente de natal... 

Presente?! Céus!!! Esqueci completamente de comprar um presente pra ele!! Levantei num pulo e corri para o banheiro. Tomei uma ducha rápida, escovei os dentes e corri para o closet. Escolhi uma roupa apropriadamente quente para suportar o inverno londrino. Saí apressada do quarto e me sobressaltei com a figura do meu namorado segurando uma bandeja que sustentava um belíssimo café da manhã. Ah é, já via me esquecido que minha querida mãe fez o favor de dar uma cópia da chave de casa para ele. Parabéns mãe. - Hei! O que faz acordada tão cedo? Desse jeito nunca vou conseguir fazer uma surpresa de natal! – meu digníssimo namorado resmungou. E eu pensando que ele tinha me abandonado... Sério, eu sou a pior... O coitado iria me fazer uma surpresa na cama... Tão fofo... Senti uma dorzinha esmagando meu peito. Ressentimento. Mas como eu disse antes, era apenas uma dorzinha... Bem pequenininha... Que por sinal, já passou. 

- Ah, bom dia, querido! – sorri amarelo. 
- Bom dia, meu bem. Vamos voltando pra cama? – ele falou enquanto andava e me empurrava pra trás. 
- Er... Bem... É que... Bom... Eu preciso dar uma saidinha, mas juro que volto rápido! – menti. 
- Sair, SeuApelido? Perdeu o juízo? Você faz alguma ideia da quantidade de neve que caiu essa madrugada? Está impossível trafegar, querida. Eu tive que vir andando até aqui, minhas roupas ficaram em um estado deplorável, inclusive eu quer.. - ele deu uma pausa e começou a me encarar - você não ouviu o que eu disse né? 
Droga! 
- Eu ouvi amor, e, não deve estar tão ruim assim. Eu realmente preciso ir! – retruquei impaciente. 
- Nem pensar! Você não sai com esse tempo. Bem capaz de você derrapar na pista. – ele negou imponente. 
- Por favor, por favor, por favor! – supliquei. 
- Não. Você vai tomar o seu café da manhã comigo, em nossa caminha quente, e depois veremos o que podemos fazer com a sua súbita necessidade de sair, ok? - Nossa? Só se for amigão. 

Mas que homem chato! Ele não entende! E nem pode entender... Imagina se eu iria dizer pra ele que eu quero sair pra comprar um presente pra meu amante... E depois passaria no apê dele e teria o meu jingobell maravilhoso grudada naquele corpo dos deuses. E agora? O que eu faço pra ter um natal feliz com meu estranho perfeito? Eu ia retrucar novamente, mas a campainha da casa começou a tocar insistentemente. 
- Eu atendo. – falei de cara amarrada e segui para a porta. Observei pelo olho mágico e constatei ser algum tipo de entregador. Abri. 
- Bom dia, tenho uma entrega para a senhorita, SeuApelido. 
- Sou eu mesma. Do que se trata? – perguntei enquanto ele remexia na sua bolsa e tirava de lá um envelope vermelho. 
- Aqui, apenas uma carta, senhorita. – ele me estendeu o envelope. 
- Não precisa assinar nada? 
- Não será necessário. Um feliz natal pra senhorita. – ele me cumprimentou e adentrou o seu veículo. 
Ok, encomenda pra mim. Quem me enviaria uma carta nos tempos de hoje? Não era mais fácil um e-mail? 
Fechei a porta e caminhei até o sofá. Observei o envelope por fora, não havia remetente, tinha apenas duas letras escritas numa caligrafia impecável “B. B.”. Sentei enquanto rasgava a lateral do envelope. 
- Quem era, SeuApelido? – meu namorado perguntou enquanto sentava-se ao meu lado. 
- Alguém me enviou uma carta... - murmurei. 
- Carta? Eu, hein, que antiquado... – ele sibilou com os olhos pregados no envelope. 
- Hei, tira o olho! A correspondência é pra mim, portanto, pessoal. – resmunguei enquanto abria a carta e escondia dos olhos dele. 
- Até parece que temos segredos, SeuApelido... 
Há Há! Quase tive uma crise de risos com essa. Mal sabe ele que eu tenho sim segredos e dos mais podres possíveis... Ignorei meu namorado e comecei a ler a carta. 

Olá, querida, você deve estar se perguntando “que porra é essa?”, acertei? 

É, acertou. 

Não se preocupe, tudo será devidamente esclarecido quando estivermos cara a cara. Mas primeiro preciso que você venha me visitar na empresa em que trabalho, Fanfic Directioners Team. Vá até o terceiro andar e procure pela sessão de Livros/Interativas, depois procure a sala Infidelidade e entre sem bater. O endereço? Bem, você saberá na hora certa. Espere na porta de sua casa, passará um táxi vermelho, entre e aguarde. Não se preocupe com seu adorável namorado, darei um jeitinho nele. E também não se preocupe com a neve, ou com o seu presentinho de natal para o Hazza. Tudo será resolvido no seu tempo.

Passar bem, senhorita, SeuApelido.
B. B.
 

MAS QUE PORRA É ESSA?!! 
Como assim ela sabe do meu caso com o Hazza? E meu namorado, e a neve? Isso está ficando estranho, muito estranho... Embolei aquele papel assustador e levantei determinada a não seguir essas instruções malucas. E se for um psicopata? Deus me livre!!! É claro que não vou atrás do perigo, até parece... Que brincadeira de mau gosto... 

- Querido? – olhei para os lados e constatei que estava sozinha na sala. 
Quando foi que ele se levantou?! Não é possível que eu estivesse tão distraída a ponto de não notar o movimento. E sem contar que meu namorado, curioso do jeito que é, não sairia do meu lado sem saber o que realmente tinha na carta. 
- Querido, você está aí? – insisti enquanto andava pela casa a procura dele. 
Silêncio... 
- Ok, parou a brincadeira. Não gosto de pique-esconde e você sabe disso!!! – resmunguei com a voz tremida. 
Silêncio... 
Comecei a ficar nervosa. Como assim meu namorado some do nada? Evaporou? 
- Apareça logo, seu idiota! Eu sei que você está aí em algum lugar! – vociferei agora mais nervosa. 
Vasculhei todos os cômodos da casa e nada. Ele sumiu. E eu tenho absoluta certeza de que ele não saiu pela porta da frente. 
Que caralho está acontecendo?!! 
Um estalo passou pela minha cabeça e logo eu me lembrei daquelas palavras: “Não se preocupe com seu adorável namorado, darei um jeitinho nele”. 
Certo. Certo. O que exatamente essa carta quis dizer com dar um jeito nele? Como ela simplesmente o fez sumir?!! 
Oh my God! Alienígenas? Abduziram meu namorado? Não pode ser!!! Pelo amor de Deus, é véspera de natal, eu preciso de um pouco de paz!!! 
Bi Bi!! 
Um buzina de carro ecoou na rua. 
O táxi!!! Ai, senhor, devo ir? Será que eles devolverão o meu namorado? Inteiro?! 
Bi Bi!! 
A buzina insistiu e eu decidi que deveria averiguar. Seria rápido, eu iria para a tal empresa, que eu nunca tinha ouvido falar, e pegaria meu namorado de volta. Pronto, coisa simples! 
Abri a porta de casa e avistei o tal táxi vermelho. Caminhei até ele com as penas meio bambas e a porta do fundo se abriu automaticamente. Entrei relutante e me acomodei no banco de couro. Ok, desde quando existem táxis vermelhos? E puta merda, com banco de couro? Coisa estranha... Olhei para o retrovisor e encarei duas orbes castanhas me observando. 
- O que?! – perguntei nervosa. 
- Não precisa se assustar, senhorita, você vai adorar o passeio. – o taxista falou brincalhão. 
- O que vocês fizeram com meu namorado?! – vociferei. 
- Nada que você não vá agradecer no final do dia. Relaxe, moça, chegaremos na empresa em instantes. 
- Não conheço essa empresa. O que ela faz? – perguntei agora mais calma. 
- Você não sabe? Hum... Isso vai ser interessante. – ele sibilou malicioso. 
- Posso saber pra que tanto suspense? – insisti impaciente enquanto o carro seguia por vias que eu nunca tinha passado. 
- Relaxe, dona moça. Tudo no seu tempo... - ele respondeu e começou a assobiar indiferente. 
Ai, que ódio!!! Só espero não estar me metendo em alguma roubada! 

Passou-se alguns minutos até que o táxi parou. 
- Está entregue, senhorita. – ele falou e saiu para abrir a porta pra mim. 
Desci do carro e olhei para um prédio imenso, daqueles do tipo arranha céus. Era lindo. Tinha um slogan da empresa pregado num ornamento na entrada do prédio. 
“Fanfic Directioners Team, todos os direitos reservados.” 
Ok, não estou entendendo bulhufas. Peguei a carta para olhar o restante do endereço e segui pelo saguão da empresa. Não havia um pé de pessoa. Um perfeito deserto. Assustador, devo ressaltar. Peguei o elevador e parei no terceiro andar. Logo na saída do elevador havia uma placa com letras garrafais: Livros. 
Segui pelo imenso corredor e avistei duas portas de lados opostos, em cada uma havia uma plaquinha. Na do lado esquerdo tinha: Interativas. Na do lado direito tinha: Não interativas. Entrei na porta da esquerda e avistei outro corredor, bem maior, e repleto de portas. Cada porta tinha uma plaquinha com um nome diferente. 
“Accidentally in Forks”
“A Oitava Styles”
“Blood Mary”
“Crazy Friends”
“Da magia à Sedução”
“De simples sonhos e pedidos à eternidade”
“Encontros”
“Fate”
“Haunted”
“Infidelidade”


Observei bem a porta que eu deveria adentrar. Respirei fundo e abri a porta. Era uma sala totalmente branca. Quase sem móveis. Havia apenas uma poltrona branca encostada na parede esquerda da sala, dois puffs também brancos perto da poltrona, uma mesa imensa na parede em frente à porta. E o mais importante, apenas uma mulher sentada de frente pra mesa, de costas pra mim. Engoli em seco e dei dois passos pra frente. A mulher não se moveu, ela apenas digitava insistentemente em seu notebook. 

- Você veio, bom, é claro que veio. Não teria outra opção a não ser vir. Afinal, sou eu quem decide isso. – ela falou numa voz melodiosa e absurdamente tranquila. 

Aquilo me irritou. Como assim não havia outra opção? Eu estou aqui porque eu quis, não foi? Ninguém me obrigou a vir! E ela falou como se soubesse de tudo, que merda ela pensa que é? Enquanto eu divagava pelos meus pensamentos nada natalinos, ela digitava e digitava... 

- Ok, chega! Vamos esclarecer logo as coisas. O que você fez com meu namorado? E como você sabe sobre o Hazza? – esbravejei irritada. 
A mulher gargalhou alto enquanto prendia os seus longos cabelos lisos em um coque frouxo. 
- Por que você não se senta? Vamos conversar com calma, meu bem. – ela falou num tom divertido. 
- Posso saber qual o motivo da graça? – questionei enquanto me sentava no sofá e tentava buscar um ângulo que me permitisse ver o rosto dela. Sem sucesso, é óbvio. Me parecia que não era a intenção dela revelar sua aparência. 
SeuApelido, não precisa ficar com o pé atrás comigo. Você sabe quem eu sou, só não está lembrada. 
- Eu nunca te vi antes, tenho certeza! – afirmei rispidamente. 
- Exato. Você sabe quem eu sou, mas nunca me viu pessoalmente. As letras B. B. não te sugerem nada? – ela perguntou ainda digitando na porra do notebook. 
- Assassino, assustador, assombroso… - murmurei pensativa. A mulher bufou e balançou a cabeça negativamente. 
Bruna Brigth. – ela falou enquanto girava o corpo na minha direção. 
- OH MY GOD!!! – um estalo passou na minha cabeça e eu finalmente lembrei. 

Era ELA!!! É óbvio que era ela! Quem mais poderia ser? Quem mais poderia desaparecer com meu namorado? Quem mais poderia tirar toda a neve da estrada? Inventar um táxi vermelho? Me trazer até aqui? Céus, como posso ser tão lerda? 
- Vo-vo-vo-cê você…. OMG! É você! – pulei do sofá e corri na direção dela. 
- A própria. – ela respondeu sorridente. – Respire, SeuApelido. – Ela mandou, eu obedeço, né? 
- Estou tentando, estou tentando! Omg, é muita sorte estar aqui! Eu nunca saberia que eu poderia me encontrar com minha criadora! Isso é um sonho!! – falei empolgada. – Eu… Eu… Posso te abraçar? – perguntei receosa. 
- Pode, só não aperta, e não demora demais, não sou chegada a abraços femininos, se é que você me entende… - ela sorriu com malícia e piscou. Omg, ela piscou pra mim!!! Morri total! 
Não perdi tempo, me aproximei e dei uma super mega ultra abraço forte nela. Uh, quando eu acordar desse sonho eu vou levar um belo tombo da minha cama… 
- Ok, chega. Vamos aos negócios. – ela me afastou e voltou a digitar naquele notebook maravilhoso. Sim, ele era perfeito, e era com a ajuda dele que eu existia e estou aqui! 
- Certo. Posso só perguntar uma coisa? – perguntei relutante. 
- Seu namorado foi dar uma voltinha na lua, não se preocupe, ele voltará são e salvo. 

Credo, como é estranho conversar com uma pessoa que já sabe o que eu vou perguntar. Andei novamente até a poltrona e me sentei. Já era hora de descobrir o motivo disso tudo. Tinha que ser algo realmente importante pra ela me trazer aqui, né? Caraca! Estou na sede do Fanfic Directioners Team!!! Dá pra acreditar?! Babem!!! Eu posso, ok?! 

- Pode porque eu deixo, não esqueça disso. – Ela me deu um banho de água fria. 
- Eu sei, eu sei, deixa eu me achar um pouquinho, tá? – resmunguei, fazendo birra. 
- Certo, SeuApelido, você certamente quer saber o motivo de sua visita. 
- Exato. – confirmei. 
- Bom, uma abelhinha me disse que você queria muito um feliz natal ao lado do amado Hazza. Estou certa? 
- Certíssima. – respondi ainda sem saber onde ela queria chegar. 
- Então, você deveria já ter imaginado que eu posso te dar esse feliz natal, não é? 
OMG! É verdade!! Como não pensei nisso antes?! 
- Você vai me dar o meu feliz natal com Hazza?! – perguntei com a minha melhor carinha de cachorro pidão. 
- Lembra daquela historinha do gênio da lâmpada, SeuApelido? – ela parou de digitar e me encarou profundamente. 
- Dos três desejos?! 
- Sim, essa mesmo. Me imagine como o gênio da lâmpada, mas dessa vez você só terá direito a um pedido. – ela falou pausadamente. 
- Certo, eu tenho direito a um pedido. Pode ser qualquer coisa? – perguntei animada. 
- Qualquer coisa que seja condizente com o Natal, claro. Nada absurdo, obviamente. 
- Certo, acho que entendi. Eu já sei o que eu quero. – falei determinada. 
- É, eu também já sei, mas quero ouvir da sua boca. – ela pediu pacientemente. 
- Eu quero Um Feliz Natal com o HAZZA!!!! – Falei super empolgada enquanto quicava no sofá. 
- Não se esqueça que tudo tem seu preço... - ela me encarou maliciosa. 
- Preço? Você não tinha falado nada disso... – falei, fazendo bico. 
- Calma, tudo o que você precisa me dar em troca são comentários
- Comentários?! Como assim? O que é isso? – perguntei desnorteada. 
- Não se preocupe, meu bem, na hora certa você saberá. Tudo tem seu tempo... 

Harry P.O.V's

Ew! O dia está tão chato sem minha gostosa aqui… Porra, é véspera de Natal e eu não comprei nada pra SeuApelido, e nem faço ideia de como vou escapar da minha família pra ficar com ela. Esse definitivamente será o meu pior Natal. Logo minha noiva grudenta chega e me monopoliza. E eu perco meu Natal ao lado dela. Que saco! O que eu posso fazer pra ter um feliz Natal ao lado de SeuApelido? A campainha tocou, me tirando dos meus devaneios. Levantei do sofá a muito contra gosto e segui pra porta do apê. Observei o olho mágico e não havia ninguém. Que estranho. Será que têm moleques brincando nesse tempo frio? 

Abri a porta pra dar uma olhadinha e me sobressaltei com uma caixa embrulhada com um imenso laço vermelho, parada na frente da porta. Peguei a caixa e entrei novamente. 
Segui para o sofá enquanto retirava a fita vermelha. Rasguei o restante do embrulho e abri a caixa. Dentro havia mais uma caixinha embrulhada, uma carta e um engradado de Red bull. Isso está ficando cada vez mais estranho. Peguei a carta vermelha e abri. 

“Caro, Hazza, espero que aprecie o meu presente pra você. Mas para que tudo dê certo, preciso de sua colaboração. Você só terá que abrir o embrulho menor e vestir a roupa que tem lá, tomar todo o red bull que você conseguir, esperar até 23:30 e atravessar a rua em direção ao galpão. Não se preocupe com a vizinhança, ninguém verá você. Não me decepcione, fiz tudo com muito carinho.
Beijo molhado, de sua gostosa, SeuApelido.”
 

Wow! Bom, o que eu achei de tudo isso? Muito louco. Deu tesão só de imaginar o que minha linda está aprontando pra mim. E bem, pequeno Hazza já deu sinais de vida... Eu só não entendi o lance do Red bull, por um acaso ela acha que eu não vou dar conta do recado? Piada, né? Até parece que não me conhece... 
Bom, mas não vamos contrariar os planos dela, né? Melhor eu tomar esse troço. Peguei uma latinha e segui para meu quarto com o embrulho menor em mãos. Sentei na cama e abri o embrulho enquanto bebericava da bebida. Joguei o conteúdo na cama e engasguei quando percebi do que se tratava. Havia uma sunga marrom de tecido aveludado, uma coleira parecida com um cabresto de trenó, e o pior de tudo, chifrinhos de veado. Isso era uma fantasia de Rena de Papai Noel? 
Ridículo. 
É óbvio que eu não vou vestir isso! 

Certo. São 23:30 e eu estou aqui parado na frente de minha casa, vestido pateticamente de rena, exceto pelos chifres. Olhei em volta com medo que alguém me visse vestido assim. E por incrível que pareça, não havia um pé de pessoa na rua. Todas as casas estavam fechadas, não havia carros, não havia absolutamente nada. Parecia uma rua deserta. Estranho... Um vento frio me assolou e só então eu percebi que poderia congelar ali parado. É chegado à hora de esquentar o meu Natal... 

Atravessei a rua e me sobressaltei com a visão absurda que estava bem na minha frente. galpão que outrora fora escuro, sujo e silencioso, agora parecia mais um motel. Ele estava incrivelmente limpo, exalando o odor de ervas afrodisíacas; estava iluminado por uma porção de pisca-pisca e velas aromáticas; tinha tecidos vermelhos e brancos espalhados estrategicamente por todo o local; uma árvore de natal branca e recheada de bolinhas vermelhas e outros enfeites também vermelhos ostentada no fundo dele; uma série de espelhos distribuídos estrategicamente; e o principal estava bem no meio do “salão”, SeuApelido sentada de pernas cruzadas, no meu sofá branco, e vestindo uma roupa de Mamãe Noel sexy pra caralho. 
Acho que entendi o porquê do Red bull, afinal, a noite vai ser longaaa.... 

- Hum, você está gostosa demais, SeuApelido!! – falei com a minha melhor cara sacana. 
- Hum... Onde está os seus chifres, Hazza? – ela perguntou ainda sentada no sofá. 
SeuApelido, minha linda, eu tenho cara de corno pra usar chifres? – perguntei enquanto me aproximava sorrateiramente dela. 
- Fazia parte da fantasia, Hazza... E eu não disse que poderia tirar – ela falou com um tom levemente ríspido. 
- Minha querida, posso lhe garantir que os chifres não vão fazer diferença... - me aproximei mais. 
- Nem mais um passo, Hazza! – ela ordenou e eu obedeci – Sabe que vai ser punido por isso, não sabe? – ela perguntou mordendo os lábios sensualmente. 
- Sim, senhora, vou aceitar toda a punição que você achar necessário – respondi também mordendo meus lábios. 
Ela levantou sensualmente do sofá e só então eu percebi que ela tinha a porra de um chicote na mão. 
- Você foi um menino muito mal, Hazza... Sabe o porquê de você estar vestido de rena? – ela perguntou e eu apenas neguei com a cabeça – Eu sou sua mamãe Noel e você é minha rena, minha propriedade, entende? Então nada mais justo do que eu aproveitar de minha montaria e cavalgar em você... – ela falou e eu deixei escapar um gemido em antecipação. Hum, só imaginar minha garota cavalgando em mim... Pequeno Hazza já gritava dentro da sunga, um pouco mais e ela estoura com o volume. 

- Então sinto lhe informar, mamãe Noel, que renas não são as melhores montarias, cavalos são bem mais eficazes do que veados. – falei maliciosamente encarando as suas orbes azuis. Ela me olhava tão profundamente quanto eu, e com um olhar carregado de desejo e luxúria. Oh céus, esse Natal seria definitivamente o melhor de todos... 
- Oh, Hazza, então você quer ser o meu cavalinho? – ela perguntou enquanto andava em volta de mim, arrastando o seu chicote. 
- Eu sempre fui, minha linda... Pode cavalgar em mim o tanto que quiser... 
- Uh, é mesmo? – ela falou com malícia e chicoteou o chão, fazendo um som agudo ecoar no local. 
- Pode ter certeza que sim... - retifiquei enquanto praticamente a comia com os olhos. 
Já podia imaginar o momento em que eu arrancaria aquelas meias com os dentes; partiria em dois aquele vestidinho minúsculo... E, hum... Faria tudo o que tenho direito... 
- Tomou o seu Red Bull direitinho, Hazza? – ela perguntou enquanto arranhava suas unhas em minhas costas. 
- Tudinho, minha linda... 
- Hum... Bom, muito bom... Sabe que o seu trabalho será árduo, não sabe? 
- Não tenho medo do trabalho, querida... 
- Hum... Sente-se no sofá, Hazza! – ela mandou e bateu o chicote no chão. 
Obedeci e me sentei no sofá. 
- Posso fazer uma pergunta, mamãe Noel? – perguntei calmamente. 
- Pergunte. 
- Como você arrumou isso tudo? Fechou o esse balcão, desapareceu com a população local, colocou o meu sofá aqui... 
Ela fez tudo. 
- Oh... Ela? Sério? Você conseguiu falar com ela? Como? 
- Uma longa história, querido. 
- Mas foi assim de graça? Ela não pediu nada em troca? – perguntei curioso. 
- Ela pediu comentários, mas não entendi direito. Não vamos pensar nisso agora, ok? 
- Você quem manda, delícia! – respondi sorridente. 
- Está pronto pra sua primeira punição, Hazza? 
- Estou sempre pronto, minha linda... 
- Hum... Você acha que consegue manter suas mãos quietinhas ou eu terei que prendê-las? – ela perguntou quando parou em pé na minha frente. 
- Não precisa prender, posso me controlar. – murmurei um pouco chateado. Detesto esse tipo de punição, não poder tocá-la é um pesadelo! 
- Cada vez que você perder o controle e me tocar é uma punição a mais, não se esqueça disso. – ela explicou com um sorriso provocante. 
- Sim, senhora. – brinquei e me acomodei melhor no sofá, tratando de deixar minhas mãos nervosas bem quietinhas no lado do meu corpo. 
Ela largou o chicote no chão e sentou-se no meu colo. 
- Hum... - gemi no instante em que seu corpo atritou com a minha ereção que estava pulsando dolorosamente. 
- Que foi, Hazza? Eu nem comecei e você já está assim? – ela perguntou enquanto se esfregava no meu membro aprisionado. 
- Hum, SeuApelido… Por favor? – supliquei enquanto ela mexia, rebolava e se esfregava cada vez mais em meu colo. 
- Por favor o que, Hazza? – ela sussurrou no meu ouvido, seguindo com beijos e mordidas no lóbulo da orelha. 
- Faz alguma coisa aqui... – peguei sua mão e levei até minha ereção, ela apertou forte e depois estapeou a minha mão. 
- Você quebrou as regras, Hazza! Vai ser punido de novo, querido... - oh merda! 
- Desculpe... - murmurei num fio de voz e levantei meus quadris em busca de fricção. 
Hazza… Hazza… Não me obrigue a te punir mais, você não pode fazer essas coisas, tem que ficar quietinho. – ela repreendeu minha tentativa falha e eu bufei impaciente. Pequeno Hazza estava chorando de tanto tesão. 
- Céus, SeuApelido… - balbuciei quando senti a forte pressão do seu corpo no meu membro. 
- Calminha, Hazza, eu só comecei... - ela se levantou do meu colo, me fazendo resmungar à falta do contato. 
Virou de costas pra mim e começou a rebolar e a descer até o chão, enquanto abria o zíper do vestido. Ela levantou, serpenteando o corpo, e se virou pra mim, me fazendo ofegar com aquela visão tentadora. Ela agora vestia apenas uma calcinha minúscula, transparente e fio dental, uma cinta liga pregada nas meias vermelhas e um adesivo de estrelinha vermelho colado em cada mamilo. Puta que pariu, estou quase tendo um orgasmo espontâneo com essa visão! 
- Caralho, SeuApelido, porra, vem aqui, vem… - chamei impaciente e suplicando pelo momento em que ela me deixar tirar essa maldita sunga. 
- Tá doendo aí, Hazza? – ela apontou para minha ereção explosiva – Quer um carinho? – ela perguntou, mordendo os lábios. 
- Oh sim, vem me fazer um carinho, pequeno Hazza precisa de você... - sibilei ofegante. 
- Eu posso te fazer um carinho, Hazza, mas tudo tem seu preço... E você ainda me deve duas punições, querido... - ela se ajoelhou entre minhas pernas e serpenteou suas mãos macias por minhas coxas, parando na minha virilha, sem tocar a fonte da minha agonia. 
- Eu pago qualquer preço... – sussurrei, ofegando. 
- Hum... Cuidado com o que diz, Hazza... - ela sorriu provocante e passou suas mãos pelo cós da sunga. – levante os quadris, meu cavalinho – ela ordenou enquanto fitava minha ereção. 
Levantei meus quadris e ela prontamente puxou minha sunga e a retirou por completo. Me senti aliviar quando meu membro aprisionado ganhou sua tão aclamada liberdade. 
- Qualquer preço, Hazza? – ela perguntou agora me fitando. 
- Qualquer preço! – retifiquei entorpecido com a ideia do “carinho” que ela poderia me propiciar. 
- Pois bem, você não pode gozar até que eu deixe, estamos entendidos? – ela perguntou e eu apenas afirmei com a cabeça. Só não sabia como iria conseguir cumprir o acordo, afinal, já estava quase explodindo só com a ideia da boca dela em mim. Uh... Magnífico... 
Logo suas mãos habilidosas estavam massageando meu membro pulsante, me fazendo gemer impulsivo. 
- Uh... SeuApelido… SeuApelido… 
- O que você quer, querido? – ela perguntou num fio de voz. 
- Sua boquinha nele... - pedi em meio a gemidos e lamúrias. 
- Mas você foi tão desobediente, Hazza... Você ainda não merece isso... 
- Ah... Não faz isso, SeuApelido... Me chupa, vai... 
- Não, não... Mas posso fazer uma coisinha legal... Você quer? – ela olhou para os seios e puxou os adesivos. 
- Oh... - arfei em expectativa. Hum... Uma espanhola era tudo o que eu precisava agora... 
Ela se aproximou mais e acomodou meu membro no vão dos seus seios, segurando e apertando-os firmemente em volta dele. Começou a movimentar o corpo pra cima e pra baixo de maneira que meu membro estocava seus seios com perfeição. 
- Ah caralho... Que delícia... - murmurei entre gemidos e urros. 
- Tá bom assim, Hazza? – ela perguntou com uma voz melodiosa. 
- Hum... S-sim... - gaguejei quando ela subitamente aumentou o ritmo das estocadas. – Oh... SeuApelido.... Eu posso...? – pedi suplicante. 
- Não, Hazza, você ainda não pode gozar... – bufei enquanto tentava segurar o orgasmo iminente. 
Ela me surpreendeu quando começou a estocar com os seios e a chupar a glande do meu membro. 
- Ah... SeuApelido… SeuApelido… Por favor? – pedi enquanto mordia com força meus lábios. 
- Ainda não, Hazza... 
- Oh céus... Oh... Por favor... – supliquei, me contorcendo quando ela tirou os seios e agora me abocanhou com vontade e chupava com força e com movimentos muito rápidos. 
- Vem, Hazza… Goza pra mim… 
- Uh... - urrei e me deixei levar pelo torpor propiciado pelo orgasmo avassalador. 
Quando voltei à lucidez, ela já estava terminando de limpar a lambança que eu fiz nos seus seios. Fiquei inebriado, observando cada um de seus movimentos, seus pequenos seios balançando em contato com o tecido que ela esfregava... Ela me fitou sorridente e serpenteou até ficar em pé. Levou as mãos até as costas e retirou as ligas e a calcinha, ficando só de meias. Sentou no meu colo e iniciou mais um momento tortura ao pequeno Hazza. Rebolava, mexia e esfregava seu sexo completamente molhado, enquanto mordia, lambia e beijava meu peito, pescoço e boca. Tudo ao mesmo tempo e em movimentos frenéticos e repletos de luxúria. 
- Hum... Pronto pra ser montado, meu cavalinho? – ela puxou o meu “cabresto” preso no pescoço e me direcionou até seus seios eriçados. 
- Sempre pronto, querida... - balbuciei enquanto abocanhava seu seio e massageava com as mãos o outro. 
Mordia, lambia e bulinava seus mamilos, o que a fazia gemer e lamuriar. Ela me empurrou com força contra o encosto do sofá e, num movimento brusco, deslizou sobre meu membro, me fazendo urrar. 
- Oh... Puta que pariu... Porra, SeuApelido... Que buceta gostosa... - gemi involuntariamente enquanto ela cavalgava habilidosamente. 
- Ah... Hazza… Uh… - ela gemia e rebolava mais e mais. 
Apertei seus quadris com minhas mãos e auxiliei seus movimentos, dando mais intensidade às estocadas. Em pouco tempo pude sentir seu corpo estremecer e vibrar com o orgasmo. 
Ela ofegou e pendeu seu corpo no meu peito enquanto eu me levantava ainda dentro dela. Inverti as posições e a deixei de quatro no sofá. 
- Posso? – perguntei antes de penetrá-la novamente. 
- Deve! – ela mandou e eu obedeci. 
Bombei com tudo enquanto a ouvia gemer alucinada. 
- Oh... Oh... Hazza… Não pára… 
- Porra, SeuApelido… Tão apertada… 
- Ah... Eu vou... Ohh... - ela balbuciou enquanto estremecia no segundo orgasmo, me fazendo gozar logo em seguida. 
Deitamos no sofá, ainda ofegantes. Trocamos carícias e nos olhávamos profundamente. 
- Feliz Natal, Hazza… 
- Feliz Natal, SeuApelido… 
SeuNome P.O.V's

Puta merda, preciso me lembrar de agradecer a ela por esse Natal mais do que feliz em um galpão! 
Claro que a noite não acabou aí, né? Ela foi longaaa... Muito longaa... Depois de beijos, amassos e muito sexo, caímos exaustos no sofá. E al dormimos abraçados de conchinha.Acordamos com o ecoar de uma música natalina. 

- Porra! Não se pode mais dormir em paz? É Natal! - Hazza resmungou irritado. 
- Acho que é ela. - sorri ao lembrar da noite proporcionada pela mesma. 
- Opa! Então é hora de acordar. – logo ele levantou e já estava se vestindo, apressado. 
- Hei, porque essa empolgação toda quando falo dela? – perguntei enciumada. 
- Tenho que fazer a média com ela, ué... Você faz ideia do que ela pode fazer comigo? Já pensou no que ela pode fazer com o pequeno Hazza? É só ela digitar naquele maldito notebook que eu viro broxa e de pau pequeno. 
- Ai credo, bate na madeira! 
- É por isso que temos que puxar o saco dela, querida, só assim nós poderemos ficar sempre juntos, e vivermos mil e uma noites de amor... - ele sussurrou manhoso e me roubou um beijo estalado. 
- Você tem razão. Acho que é hora de pagar nossa promessa, né? 
- Com certeza! 
- Ela disse que queria comentários... 
- Ah, isso é super simples, é só clicar no link Comentários! 
- Você sabia o tempo todo?! – dei um tapinha estalado nas costas dele. 
- Eu sempre soube, meu bem, e você também! Vamos? 
- Juntos?! 
- Sempre!! 


AI MEU DEUS!!! Ainda é natal não é? Sim, eu sei que é. A irresponsável aqui, ficou bem ocupada durante esses dias, por isso a demora, é, desculpa pessoal, não deu mesmo. Bem, antes de tudo FELIZ NATAL para todos!!! Que todos os seus sonhos (assim como os "seu" na fic) se realizem! Hehe' Bom, esse capitulo, foi feito para outra fanfic, que eu fiz com uma amiga minha, Aline, então, ela também fez e me ajudou com esse capitulo maluco da fic! Como eu não tive tempo, eu aproveitei, e apenas editei o capitulo que estava salvo no meu computador, mas o que não deixa que ser parte da fanfic! Bem, eu sei, eu sei, tô atrasada mas tudo bem, ontem foi o aniversário do BOO, e eu nem acredito ainda, nosso bundudo sempre vai ser aquele homem com cara e alma de criança, e iremos amar ele para sempre certo?! Bom, novamente, feliz natal, desculpem a demora, e que passem esse ótimo fim de ano juntinho da família e dos amigos, ganhem muitos presentes, comam muito (só não exagere) e aproveite tudo! Boas festas!! 

 

21 comentários:

  1. Feliz natal vc escreve muito nem de todos esse foi um dos meus favoritos.
    Perfect

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    1. Que bom que gostou, fico muito feliz por isso! :)

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  3. AHH A-M-E-I simplesmente e WOW 'O' , ah .... não sei o que comentar ficou muito perfeito , sua D-I-W-A , com W por que é Chic U.U hahaha

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    1. Awn, obrigada fofa *~~*
      Mas você que é uma Diwa u-u

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  4. nossa, amei, esse capítulo foi o melhor muito PEREFRITO, ESSA FIC É MARAVILHOSA

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  5. SUA DIVA CONTINUA LOGO POR FAVOR???? AMO ESSA FIC!

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    1. Continuarei sim amore :) Que bom, fico feliz por saber!

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  6. Cara n me mate mas eu achei meio estranho a parte da seunome se encontrar com vc e tals porem esta aq seu pagamento haha e q hot em menina foi o hot mais hot q eu li adorei safadenha n me odeie por favor foi soh uma e critica e construtiva ok? N esqueça q eu ti adolu continua please bjos
    by: Duda

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    1. Essa parte não foi real totalmente, a parte que ela "me encontra" vai ser meio que um sonho que ela teve. Mas no próximo capitulo tudo vai se resolver, rs. :)
      Sem problemas fofa! Tudo bem, continuarei sim :)
      Bjos!

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    2. Continua
      -Mariana Luiza

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  7. Vei de todos os capitulos esse foi o mais perfeito de todos,e que HOT em Woou!!! adoreiii :))

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    1. Fico bastante feliz por saber disso!
      Verdade, haha ;)
      Obrigada mesmo!

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  8. Oii! Feliz Natal, um prospero Ano Novo pra você e pra sua familia. Adorei esse cap, depois do que eu li aqui você virou minha diva de inspiração pra quando eu for caps hot na minha fic (que ainda não existe) rsrsrs... Amei e cap Bruna fico tão fofo e tão hot ao mesmo tempo... A-M-E-I... Bom um Feliz Natal, um prospero Ano Novo pra você e pra sua familia (de novo hahaha) Bjus XOXO Mariana H. Bonofacio (@MarihBonifacio

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    1. Oii! Muito obrigada, desejo o mesmo para você e para sua família, assim como para todas as leitoras!
      Fico bastante feliz em receber comentários como o seu, eles que me motivam a continuar, obrigada mesmo!
      Obrigada novamente, haha! Beijos *~~*

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  9. Oii! Feliz Natal, um prospero Ano Novo pra você e pra sua familia. Adorei esse cap, depois do que eu li aqui você virou minha diva de inspiração pra quando eu for caps hot na minha fic (que ainda não existe) rsrsrs... Amei e cap Bruna fico tão fofo e tão hot ao mesmo tempo... A-M-E-I... Bom um Feliz Natal, um prospero Ano Novo pra você e pra sua familia (de novo hahaha) Bjus XOXO Mariana H. Bonofacio (@MarihBonifacio

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  10. Oi! Adorei esse cap, você acabou de virar minha diva inspiradora de caps Hots. Bom, um Feliz Ano pra você e pra sua familia.
    XOXOX Mariana H. Bonifacio (@MarihBonifacio)

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  11. OMJ!!!! Simplesmente ameeeei , tava morrendo de curiosa como ia terminar ( lendo isso OMJ)
    Cara vc é uma OTIMAAAAAAAAAAA escritoraaaa mds mds mds mds cara to amando a FIC e VC amoooore >< awwwwwwwwwwwwwwn' vc é mt perfeitaaaaa , e amei esse capitulo ( como não amar >< )
    Biia Styles ><

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