Unfaithful - Capitulo 07

| | |
- Sem limites
Quando você cresce, seu coração morre.

Harry P.O.V's
- Me dê uma ótima razão pra não tacar esse celular na parede e voltar a dormir. – resmunguei quando atendi a droga do celular que insistia em tocar na melhor parte do meu sonho.
- Credo, amor, que mau humor é esse?
- Aquele que eu tenho quando sou acordado às 6 horas da manhã!!!
- Hazza, larga de drama, eu avisei que ligaria cedo.
- Não tão cedo, né!! 
- Levanta essa bunda branca daí que estou te esperando no carro.
- Pra que?!
Harry, você vai experimentar o seu smoking, já esqueceu disso também?
- Claro que esqueci, não acha que tenho coisas mais importantes pra fazer, não? E precisa ser tão cedo?!
- Você quer que eu suba aí e te puxe pelos cabelos?
- Muito engraçado! Sério, preciso dormir mais um pouco, trabalhei até tarde!
- Porque quis! Te dou 10 minutos pra descer. 
Ela falou e desligou o telefone na minha cara.
Ótimo, ser acordado às 6 horas da manhã pra provar roupa! Fala sério. 
Levantei rápido e vesti uma roupa qualquer. Saí apressado e lá estava ela, linda como sempre, com seus cabelos cor de fogo e olhos verdes, me esperando dentro do carro.
Entrei no carro e lhe dei um selinho.
- Espero ser muito bem recompensado por estar acordando a essa hora. – murmurei enquanto colocava o cinto de segurança.
- Não se preocupe com isso, querido, sabe que virei mestre em recompensas... - ela respondeu graciosa.

Fomos em silêncio até a maldita loja. Na verdade, apenas eu estava em silêncio, já que minha noiva não parava. Ela tagarelava e eu fingia que prestava atenção. Eu estava perdido em minhas lembranças, para aquele momento que me trouxeram ao meu atual status: noivo.

Flashback on:

Voltei da joalheria ainda suando, trazendo aquela “caixinha” nas mãos, e morrendo de medo de ser rejeitado. A pergunta é: será que ela me quer tanto quando eu a quero?
Não sei como reagiria caso ela simplesmente dissesse que não está preparada pra um casamento. Ou que simplesmente não me ama tanto assim, ou que não me quer como esposo. Acho que pediria a morte caso ela me dissesse não. Eu definitivamente não estava preparado pra receber um não. Eu quero um sim. Mas e se ela disser não?
Entrei no meu apartamento carregando aquela caixinha incrivelmente “pesada” e me joguei no sofá. 
Ela tinha que dizer sim.
Mas se por acaso ela disser não, eu tenho que estar preparado, né?
Ela vai dizer sim. Fato. Estou preparado para um sim, e não aceito nada além de um sim.
Ok, agora eu preciso pensar numa forma legal de fazer o pedido.
Merda! Eu não sei como fazer o pedido.

Duas horas depois...

Fudeu! Não faço ideia de como fazer isso. Agora é que ela vai me dizer não mesmo. Isso se eu conseguir fazer esse maldito pedido.
Ah, desisto. Vou pedir ajuda aos universitários. Digo, ao meu amigo.
Disquei o número do cidadão e esperei.
- Alô, Louis? Cara, preciso de ajuda! Não sei como fazer o pedido de casamento!
- Hein? Amor é você?
Um buraco pra me enterrar, por favor? 
- QUE MERDA VOCÊ TÁ FAZENDO COM O CELULAR DO LOUIS?
- Credo, Harry, esqueceu que trabalhamos juntos? Eu hein! Ele foi no banheiro e largou o celular aqui. E que história de pedido de casamento é essa, hein?
Morri.
Por que essas coisas só acontecem comigo? Por que ela tinha que atender a desgraça do celular?!
- Amor? Ainda tá na linha? Amor, está me assustando!
- Merda! Você sempre estraga tudo, sabia? Eu ia fazer uma coisa legal e agora você já sabe!
- Sei o que, amor? Não estou entendendo nada!
- Do casamento, droga! Era pra ser um pedido legal e não por telefone!!!
- Você não está falando sério, né? Ou está?

Ah merda, agora é a hora que ela diz não. 

Preciso de uma garrafa de uísque pra afogar minhas mágoas. Nunca mais saio de casa. Ela vai dizer não. Céus, que espécie de namorado pede uma garota em casamento pelo celular?!

- Amor, diz que não é brincadeira! 
- Não é brincadeira. Você sabe que é tudo pra mim, não sabe? Eu só queria fazer com que isso durasse pra sempre. Eu quero muito que você seja minha esposa...
- OH MY GOD!!!!!!! Isso é sério né? AHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!! – a maluca deu um grito histérico, quase me deixando surdo.
- É pra eu considerar isso como um sim, ou como um não?
- SIMMMMMMMMMMM!!!!! CLARO QUE SIM!!! Ai meu Deus! Não acredito que vou me casar! GENTE, EU VOU ME CASAR!!! – e novamente a histérica grita no meu ouvido. E pelo visto toda a revista já sabia do nosso futuro casamento.
- A senhorita poderia, por favor, dar uma passadinha na minha casa pra pegar a aliança?
- Chego aí em 1 minuto!

Flashback off.

Depois desse pedido as avessas minha mulher gostosa não me deixa em paz. É arrumação pra lá, arrumação cá. Terno, vestido, convite, etc, etc e etc... O casamento seria daqui a dois meses e incrivelmente, já estava quase tudo pronto.

Harry?! Estou falando com você! Você não ouviu nada do que eu disse, né? – minha linda noiva me acariciou com um murro no ombro.
- Desculpe, querida, estava distraído...
- Eu percebi, né! Anda, levanta essa bunda branca daí e vem.
- Quer parar de esculhambar minha bunda? Ela é sexy, ok?
- É, eu sei, mas ainda assim é branca...
- Vou considerar isso como um elogio. 

Depois de provar a porcaria do smoking, ela me alugou o resto da manhã, olhando coisas pra decoração da festa e afins. Resumindo: um saco.

Deixei-a no trabalho dela e parti pra meu cafofo. Fiquei assistindo porcaria na televisão. 

“Os meteorologistas informam que uma grande tempestade ameaça a cidade de Londres nesse final de tarde. Para a sua segurança, evite sair nas ruas e mantenham-se em abrigos seguros e aquecidos”

SeuNome P.O.V's

Que merda eu estava fazendo?! Indo pedir desculpas para um estranho que quer me pegar á toda hora em que me vê? Ou então para o meu delicioso amante? Quer dizer, ele não é meu amante nem nada, mas, eu pulei a cerca por causa dele, então .. 

O Niall me deu o endereço do apartamento dele. Ficava no centro de Londres, era alto e bastante largo, mas adiantei o processo, e toquei a droga da campainha. 

- Oi! - Ele falou surpreso. - Não te esperava por aqui .. - ele parou para pensar - Não! Não como se eu não te quisesse aqui, muito pelo contrário .. 
- Harry! - Eu ri o interrompendo. - Posso entrar? - Falei como se fosse obvio. 
- Ah, claro, claro. - Ele fechou o portão e saí do transe, dando um sorrisinho sem graça, então, subi as escadas.

Entrei acanhada no apartamento dele, e fiquei a observar a decoração. Típica de apartamento masculino. Tudo em preto e branco, alguns detalhes em azul escuro. Poucos enfeites, uma televisão enorme no que seria a sala, um mega aparelho de som, sofá e nada de flores.

- Oh, você gosta de arte? – perguntei enquanto fitava um quadro que eu conhecia muito bem.
- Eu? Arte? Não entendo nada de arte. Por que?
- Esse quadro... Conheço a pintora...
- Ah, esse aí eu ganhei de presente. Quem me deu é uma grande fã dessa artista!
- Bom, vim aqui por um motivo. É claro. Harry, eu só queria te pedir desculpas tá? - Falei sensata. - Sinto muito por ter te tratado daquela maneira, me desculpa, sério. - Pausei a mão sobre o ombro descoberto dele.
- Tudo bem! - Ele falou com um sorriso sacana nos lábios. 

Tentei não ficar próxima demais dele e nem fitá-lo nos olhos. É difícil explicar, mas havia algo realmente estranho quando ficava perto dele. Um tipo de ímã, algo que me puxava na sua direção. Estranho. 

De repente, começou a cair uma chuva forte. Droga! O universo não vai com a minha cara mesmo né? Oh meu Deus! A fome já estava atacando o meu corpo, e agora? De novo isso, que merda cara.

- Harry, estou com fome. - Falei sorrindo, tentando parecer o mais natural possível.
Ele me conduziu até a cozinha e se sentou no banquinho próximo ao balcão.
- Pegue o que quiser. – ele falou e ficou me observando.

Preparei um chocolate quente e sentei no banquinho na ponta oposta a que ele estava sentado.
- Isso tudo é medo? – ele perguntou divertido.
- Medo de que? De você? Claro que não. – ele franziu o cenho, incrédulo, e eu suspirei derrotada. – Ok, talvez um pouquinho de medo. – Ele deu um sorriso torto e sentou no banquinho ao meu lado. Arrepiei até os cabelos da piriquita.
- E agora? – ele sussurrou bem próximo do meu ouvido, me fazendo arrepiar os fiozinhos que ainda não estavam em pé. Sério que se ele se aproximar mais eu caio dessa cadeira.
- He He, acho que está na minha hora... - tentei levantar, mas fui impedida por sua mão que segurou o meu braço, me fazendo sentar novamente.
- Relaxa, ok? Seu eu quisesse te fazer mal já teria feito. – ele falou calmamente. O que não mudou muito minha situação. Eu já conseguia sentir meu corpo em brasas sem motivo aparente. Como isso é possível?
- Tá. – respondi num fio de voz.
Ele levantou bruscamente da cadeira e girou o meu banquinho de frente pra si. Ok, mais um movimento e morro do coração!
Ele ficou na minha frente, colocou um braço de cada lado e chegou perto, muito perto...
- Sabe... Não consegui deixar de reparar, eu pensei que fosse medo, mas tem algo mais aí, não tem? – ele sussurrou no meu ouvido. E eu já estava arfando, respiração descompassada, o coração a mil batimentos por minuto.
- Não sei do que você está falando... - tentei me libertar, mas ele manteve os braços rígidos no mesmo lugar. E chegou mais perto...
- Não mesmo? – ele se aproximou mais e colocou a cabeça encostada no meu peito esquerdo. Morri!
- O que pensa que está fazendo? – empurrei-o com força e levantei da cadeira, cambaleando. 
- Só estava checando seus batimentos... Não quero que morra do coração, sabe?! - ele respondeu cínico e veio andando em minha direção.
- Não se aproxime!!! – berrei amedrontada e vasculhei em minha mente o tempo em que havia aprendido defesa pessoal. Ok, se ele chegar perto eu bato nos países baixos!
Ele arqueou as sobrancelhas e gargalhou. Medo!
- Céus, decida o que você quer! Medo ou tesão. Os dois não está dando muito certo, sabe?! - ele falou calmamente e me deu as costas, andou de volta pra sala. 

Ok, tesão? Eu ouvi isso mesmo? Tesão? Quem ele pensa que é pra dizer que estou com tesão? Eu nem o conheço!!!
Andei, pisando fundo, em direção a sala.

- Quem você pensa que é pra ficar falando essa coisas absurdas?! Você nem me conhece! – berrei exasperada, apontando o dedo em sua direção.
- Eu? Ninguém muito importante... - ele falou calmo e se jogou no sofá. Babei alguns segundos naquele peitoral divino.
- Fecha a boca pra não entrar mosca – ele riu divertido e eu corei. Sério que ele me viu babando nele?
- Muito obrigada pelo abrigo, estou de saída. – falei com o pouco de dignidade que ainda me restava e fui andando até a porta.
Mas o infeliz do Harry segurou meu braço, me fazendo virar pra si.

Ele me pegou no colo e me carregou até o seu, presumi, desconhecido quarto. Me jogou com força na cama grande, e ficou por cima de mim, com as pernas encaixadas lado a lado com os meus quadris. Ele  beijou o cantinho da minha boca e depois passou a língua pela linha dos meus lábios, como se estivesse saboreando cada pedaçinho. Ele pediu passagem e eu segui um impulso mais forte do que eu. Enfiei minhas mãos pelos seus cabelos e puxei seu rosto até selar nossos lábios. Abri minha boca para um beijo molhado e cheio de desejo. Enquanto nossas línguas travavam uma batalha sem perdedores, nossas mãos brincavam de explorar o corpo do outro. Apertei com gosto aquela bunda gostosa e ele fez o mesmo, mas me puxando pra cima e me fazendo enlaçar minhas pernas em sua cintura.

Ainda sem desgrudar nossos lábios, ele passou as mãos por dentro do meu vestido até chegar na minha fonte de calor. Por cima da calcinha, acariciou meu sexo com o polegar. Enfiou toda mão por dentro e estimulou meu clitóris com movimentos circulares.

- Oh... Não... Não pára... - gemi num frenesi enquanto ele enfiava dois dedos no meu sexo encharcado.
- É assim que você gosta? Hum? O que mais você quer, hein? Diz... - ele sussurrou enquanto ele estocava seus dedos em mim.
- Vo-cê... Eu quero você... Oh... - sussurrei e gemi alto quando o orgasmo me alcançou.

Ele abriu o zíper da calça e baixou sua boxer até as coxas. Direcionou o seu membro rijo e latejante pra minha entrada e me penetrou com força. Enfiou até o limite e retirou pra entrar com tudo outra vez. Eu gemia e ele urrava, chocando seu corpo contra o meu. De movimentos bruscos e fortes, ele passou a mexer rápido me fazendo delirar de prazer. Revirei os olhos e gemi quando meus músculos contraíram em volta do seu membro, me fazendo gozar. Ele continuou bombando, repousou sua cabeça em meu ombro enquanto gozava e diminua os movimentos até parar. Ele retirou lentamente seu membro, fazendo escorrer todo aquele fluido branco em minhas pernas agora vacilantes.

- Não sei você, mas eu preciso de bis. – ele falou com sua voz rouca enquanto arrumava os “documentos” na calça.
- Eu... Não posso... Desculpe, mas não posso... – gaguejei, tentando segurar as lágrimas que ameaçavam cair.

Isso lá é hora de chorar, SeuNome? Você acaba de fazer sexo gostoso, com um cara gostoso e vai chorar?
Certo que o remorso sempre ataca na hora errada. Eu não tenho que pensar no meu namorado agora! Merda! Tudo bem que ele não merece esse tipo de traição, mas deixo pra pensar nisso em casa, né? 
- Você não pode ou não quer? – ele sussurrou rouco me fazendo perder a linha de raciocínio. Do que a gente tá falando mesmo?
- Não posso... - ele me olhou decepcionado e fez um biquinho fofo. Quase cedi.
- Não quero que vá... Não percebe que preciso de ti? – ele sussurrou e me apertou contra si, me fazendo sentir sua nova ereção. 
Oh God, esse homem não cansa, não? E ainda fica se esfregando em mim, isso é golpe baixo!
- Fica, vai? – ele pediu manhoso e me apertou ainda mais. Ave Maria, ainda tenho um treco perto dele...
- Desculpe... Eu... Preciso ir... Não espere que eu apareça mais por aqui... Essa foi a última vez, ok? Foi só um acidente de percurso... - falei embargada e tentei não fitá-lo nos olhos, mas ainda assim podia sentir sua feição triste com aquelas palavras.
- Acidente? Eu não acho que tenha sito só um acidente! Você veio até a minha porta, ok? Fizemos tudo por vontade própria, e você me diz que foi só um acidente de percurso? 
- O que você quer que eu diga, hein?! Que é maravilhoso estar com você e que seremos felizes pra sempre?! – berrei, já deixando as lágrimas despencarem.
Ele enxugou minhas lágrimas com os dedos e suspirou.
- Do que você tem medo? Que eu te ache uma vagabunda? Que eu quero você só por sexo? Se é só isso, pode ficar tranquila, ok? Eu já te disse que você é transparente, e eu sei perfeitamente que tipo de mulher é você... E eu te quero pra mim.
- Hã?! Você acha que é tão simples assim? Eu não posso! Não dá pra mim. Tenho que ir...
Ele engoliu em seco e fez uma cara decepcionada. Se afastou de mim, me dando passagem.


Procurei minhas vestes em algum canto do quarto, quando ás achei finalmente, peguei as minhas sacolas, e fui até a sala. Harry apareceu como um vulto perto de mim, ele estava triste, realmente triste. Me deu um aperto no coração, mas não pudia fazer nada, a não ser acabar com a minha vida. Suspirei, e abri a porta. Pela qual nunca mais voltaria a passar. 

 Adeus, Hazza. – falei ríspida e andei até meu carro. Entrei e saí dali cantando pneu.

Chorei litros até chegar em casa. Eu não podia ficar com ele. Mas eu queria.
Era um completo estranho, mas ainda assim eu o queria. O desejava. Hazza. A única informação substancial que eu tinha dele, o apelido. Fora, é claro, o fato dele ser uma máquina de sexo, e lindo, gostoso, etc, etc e etc.

Ele me quer.
Isso nunca mais vai sair da minha cabeça.
Ele me quer. E não é só sexo.
Eu sabia que tinha destruído a minha vida. E agora eu estou definitivamente e literalmente fudida.
Eu quero um estranho. E um estranho me quer.
Eu tenho namorado.
Merda!

Tomei uma ducha fria e fui pro meu quarto, minha cama, meu refúgio. Daqui eu só saio quando aquele maldito sair da minha cabeça! 

Hoooooy gatinhas!! Bem, primeiro, queria agradecer pelos comentários fofos que vocês deixam *-* e que isso me motiva a sempre, continuar. Segundo, quero agradecer a fofuxa da minha amiga Aline, que me ajudou a escrever esse capitulo para vocês! Bem, qualquer coisinha, comentem okay?! Aceito todo tipo de comentário, até críticas, menos xingamentos, ninguém merece! Enfim, é isso hihi. Até mais gatinhas!! 

10 comentários:

  1. aiaiaiai de novo hahha esses dois ñ podem se olhar q dah nisso neh é muito tesão pra duas pessoas só mais espero q o Hazza largue da noiva dele, continuaaa bjos
    by:Duda

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não podem mesmo, haha.
      Também espero amore, e continuarei sim ;)

      Excluir
  2. Primeira... Nossa, esse Hazza é pervertido em? kkkk, ele e a noiva dele vão acabar? se forem, PQP, quando? kkkk, "eu" e ele somos muito engraçados juntos, parabéns, me fez me viciar DE VERDADE em uma fan fic :P
    Beijinhos, Manu *~~*

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, ele é, e muito. haha :p
      Isso fica por conta do destino, leia a fanfic até o final que você vai saber. haha ;)
      Awn, fico feliz em saber disso amore. *-*
      Beijinhos *U*

      Excluir
  3. AMEI A-M-E-I A/M/E/I I LOVE IT
    Pois é eu amei! Deu de entender né? Enfim eu to sem criatividade no momento pra escrever leseira aqui de como eu gostei e tal k
    Mas agradeço também a sua amiga porque ficou divo!
    -Alana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Awn que lindaa *w*
      Fico muito, muito feliz em saber disso fofa ^.^
      Beijuuus *U*

      Excluir
  4. 1° O que é isso? Deus, Hazza e 'eu' não nos controlamos em? G-zuis.
    2° Iso não é um pedido, é uma ordem: Dê-me sua criatividade!
    3° Não sei o que falar no terceiro kkk, ao não ser um: AMEI!! Continua o mais rápido possível, please!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não se controlam mesmo. Como dizem: "É um ima." Hehe !
      Crie um "criatividadenaitor" que eu te passo a minha *w* ahsushuashua'
      k k k k ! Ahh, obrigada linda, continuarei sim *w*

      Excluir
  5. Status: Esperando uma fan fic melhor, k k k. é muito perfeita, mas esses dois em? k k k, não existe fan fic melhor( como disse no post anterior), Já estou querendo te conhecer :3, k k k, beijinhos, Manu. *~~*

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Awn, fico muito feliz em saber que esteja gostando.
      Awn, eu também :3'

      Excluir